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Ação nacional integra forças policiais e amplia prisão de foragidos da Justiça

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Brasília, 7/5/26 – Com foco na integração entre forças de segurança, a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), realiza, nos dias 6 e 7 de maio, o II Encontro Técnico do Captura, em Brasília (DF), na sede do ministério. O evento reúne pontos focais das Unidades Federativas, além de especialistas da Polícia Federal (PF) e do setor privado.

Durante a abertura, o gerente do Captura, André Luiz Gossain, ressaltou a importância da agilidade na comunicação entre os pontos focais para o êxito da ação. Segundo ele, o próximo desafio está na informatização de todos os processos.

O coordenador-geral de Combate ao Crime Organizado, Getúlio Monteiro de Castro Teixeira, destacou o recorde de acessos ao site do programa, além de enfatizar que os indivíduos listados são de alta periculosidade. “Até o momento, já foram mais de 1,2 milhão de acessos e 27 prisões. Somos muito apegados a quantitativos, mas, neste caso, estamos falando de prisões extremamente estratégicas para o crime organizado. Às vezes, uma dessas prisões vale por mil”, afirmou.

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A articulação institucional, o aumento do orçamento para segurança pública e a mobilização para automação dos processos foram alguns pontos defendidos pelo diretor de Operações Integradas e de Inteligência, Anchieta Nery.

“Tudo isso é fundamental para a segurança pública, porque permite a integração de informações e o compartilhamento de inteligência, reduz falhas, evita duplicidade de esforços e amplia a eficiência operacional por meio de ações coordenadas, garantindo respostas mais rápidas e estratégicas, especialmente diante de crimes complexos e interestaduais”, declarou.

O Captura

O Captura vem consolidando ações integradas voltadas à localização e prisão de foragidos do Sistema de Justiça Criminal em todo o País. Coordenado pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi/Senasp), o trabalho tem como foco fortalecer a cooperação entre órgãos estaduais e federais no enfrentamento às organizações criminosas.

Entre os principais instrumentos está a Lista dos Procurados do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), instituída pela Portaria MJSP nº 570/2023. A ferramenta dá publicidade, em âmbito nacional, a indivíduos considerados estratégicos para investigações e ações de segurança pública. A lista é disponibilizada no portal do MJSP e passa por atualizações semestrais, além de revisões pontuais em casos de prisão, óbito ou revogação de mandados.

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Como uma das entregas estruturantes, foi criada a Célula Integrada de Localização e Captura de Foragidos, formalizada por meio de Acordo de Cooperação Técnica entre o MJSP e o governo do estado do Rio de Janeiro (RJ), publicado no Diário Oficial da União (DOU) em julho de 2025. A escolha do estado fluminense levou em consideração sua posição estratégica, já que concentra número significativo de foragidos oriundos de outras unidades da federação.

O projeto também prevê a implementação de diretrizes e protocolos operacionais, a realização de ações integradas com apoio técnico e logístico, além da aquisição de tecnologias avançadas, como sistemas de reconhecimento facial e ferramentas de análise de dados e inteligência de fontes abertas. Outro eixo relevante é a promoção de encontros técnicos com representantes das 27 Unidades da Federação, indicados como pontos focais da ação.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Contratualização no SUS e os desafios da gestão municipal são debatidos durante o Conasems

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O financiamento da saúde, os modelos de contratação e os principais desafios da gestão municipal estiveram no centro do seminário “Contratualização no SUS: planejamento, instrumentos jurídicos e desafios da gestão municipal”, realizado na manhã desta terça-feira (14), durante o Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Porto Alegre. O debate reuniu representantes da gestão pública e especialistas para discutir a contratualização como ferramenta essencial para a organização das redes de atenção à saúde e para a execução das políticas públicas nos territórios. 

Representando o Ministério da Saúde, o secretário adjunto de Atenção Especializada à Saúde, Carlos Amilcar Salgado, destacou a necessidade de um planejamento claro para a contratualização e chamou a atenção para os desafios relacionados ao financiamento do sistema, especialmente diante dos custos da atenção especializada. “Precisamos, antes de tudo, ter clareza sobre o que se pretende contratar. A contratualização começa pelo planejamento, pela identificação das necessidades da rede e pela definição dos resultados que se espera alcançar”, afirmou.

O Ministério da Saúde prevê que o financiamento será uma questão central para o SUS nos próximos anos. Será necessário construir soluções para garantir a sustentabilidade e a ampliação do acesso.

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Seminário debate “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”

Durante o seminário “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”, realizado na tarde desta terça-feira (14), o Ministério da Saúde abordou como o planejamento, o financiamento e a governança fortalecem o cuidado integral no SUS.

Para os técnicos do Ministério, a Atenção Especializada não pode ser vista como uma série de serviços isolados, e sim como um componente estratégico na rede que precisa estar articulado com a Atenção Primária. A integralidade é considerada um eixo estruturante, com a APS coordenando o cuidado, tendo a Atenção Especializada como apoio técnico que amplia a capacidade resolutiva e garante a continuidade assistencial. Além dessa integração, a organização da jornada do usuário também é fundamental para garantir atendimento no tempo certo e evitar desperdícios.

Vigilância epidemiológica

No painel “O papel da vigilância em saúde na redução da mortalidade nos territórios”, o debate técnico destacou a importância do uso de informações epidemiológicas para orientar o planejamento das ações de saúde e apoiar a redução de mortes evitáveis. Entre os temas abordados estiveram o monitoramento das doenças e dos agravos não transmissíveis, das violências e dos acidentes, a qualificação dos sistemas de informação e a integração entre vigilância, Atenção Primária e demais políticas públicas. Também foram apresentadas experiências desenvolvidas por estados e municípios para fortalecer a promoção da saúde, a prevenção e a vigilância nos territórios.

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A organização regional da imunização no Sistema Único de Saúde (SUS) e as estratégias voltadas à ampliação e qualificação das coberturas vacinais também estiveram em debate durante a programação técnica do 39º Congresso do Conasems. O painel abordou temas como planejamento territorial, monitoramento de indicadores e organização das ações de vacinação, com destaque para o microplanejamento como instrumento de apoio à definição de estratégias adaptadas às diferentes realidades dos municípios.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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