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Brasil

Aberto edital para fortalecer o turismo de experiência no Brasil

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Está aberto edital para a contratação de pessoa jurídica especializada para desenvolver atividades de qualificação técnica voltadas ao desenvolvimento e à inserção mercadológica de produtos e experiências turísticas no país. O foco das ações abrange o turismo de observação de aves, as trilhas de longo curso e o turismo de base comunitária.

A iniciativa faz parte do Projeto de Cooperação Técnica firmado entre o Ministério do Turismo e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). As ações previstas estão alinhadas ao Plano Nacional de Turismo 2024–2027 e ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento de Produtos e Experiências Turísticas.

O objetivo da contratação é fortalecer a estruturação, a qualificação e o posicionamento de experiências turísticas brasileiras. A medida busca contribuir para a diversificação da oferta turística nacional e ampliar sua competitividade, com foco em segmentos estratégicos que englobam o patrimônio natural, o patrimônio cultural e as comunidades locais.

As propostas das empresas interessadas poderão ser encaminhadas até as 17h (horário de Brasília) do dia 8 de setembro de 2026. O envio deve ser feito exclusivamente por meio do Portal de Compras da UNESCO Brasil.

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Serviço

– O que: edital para desenvolvimento e inserção mercadológica de produtos e experiências turísticas.
– Prazo para envio das propostas: até 8 de setembro de 2026.
– Onde enviar: exclusivamente pelo Portal de Compras da UNESCO Brasil.
– Link do edital: https://www.gov.br/turismo/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/chamadas-publicas-e-selecoes/copy_of_UNES26202026.pdf

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Inaep amplia colegiado com especialistas de diferentes regiões do Brasil

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A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, realizou na última sexta-feira (14), em Brasília, a primeira reunião ordinária com a formação completa de seus membros. A composição foi definida por meio de edital público que selecionou 30 representantes da comunidade científica, sendo 15 titulares e 15 suplentes, com representantes de todas as regiões do país, com diferentes formações e conhecimentos nas diversas áreas do saber.

O acolhimento dos selecionados foi realizado no dia anterior (13) com a participação virtual do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que destacou a pluralidade de representantes que integra o colegiado. “Ela demonstra que a ética e pesquisa é uma política de Estado, construída por diferentes órgãos e instituições, com diálogo, dependência e compromisso com o interesse público.”

Instituída em 2024, a Instância integra o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Sinep) e é responsável por orientar e definir as diretrizes de ética em pesquisas científicas que envolvem pessoas. “Esse novo marco regulatório aproxima o país das melhores práticas internacionais, fortalece a confiança da sociedade na ciência e cria condições para que o Brasil amplie sua participação em estudos multicêntricos”, afirmou Padilha.

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O ministro ressaltou ainda os resultados já alcançados desde a implementação do Sinep. Entre novembro de 2025 e julho de 2026, mais de 59 mil pesquisas envolvendo seres humanos já foram aprovadas. Atualmente, o país conta com 915 Comitês de Ética em Pesquisa credenciados, reunindo mais de 16 mil profissionais.

Diálogo e diversidade

Além dos especialistas, a Inaep é composta por representantes dos Ministérios da Saúde; da Educação; e da Ciência, Tecnologia e Inovação; da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap); e do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

A articulação de um espaço diverso também foi evidenciada pela secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE/MS), Fernanda De Negri.  “A ética é uma construção coletiva que se faz no dia a dia do diálogo entre pessoas que pensam diferente, que têm seus pontos de vista diferentes”.

Com esse entendimento, explicou a secretária, a seleção dos participantes considerou critérios como a formação acadêmica, a qualificação técnico-científica, a experiência profissional em pesquisa com seres humanos e atuação em Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs).  A iniciativa estabeleceu ainda requisitos de representatividade, promoção da diversidade regional, étnico-racial e de gênero. Além disso, a participação no colegiado tem caráter voluntário e não remunerado.

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Ao destacar a atuação, a coordenadora da instância, Meiruze Freitas, reiterou que “a Inaep se fortalece ao congregar diferentes perspectivas e trajetórias, o que amplia o diálogo para o desenvolvimento da pesquisa científica”.

Rodrigo Eneas
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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