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Nascer Bem Paraná já entregou 2,8 mil kits com carrinhos de bebê em 156 municípios

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Desde seu lançamento, em setembro de 2025, o programa Nascer Bem Paraná, do Governo do Estado, entregou kits a 2.810 famílias em 156 municípios, reforçando o apoio a gestantes, puérperas, recém-nascidos e bebês em situação de vulnerabilidade social. Coordenado pela Secretaria do Desenvolvimento Social e Família (Sedef), o programa se consolidou como uma das principais políticas públicas de proteção à primeira infância no Estado, marcando avanços expressivos que encerram o ano com resultados positivos.

Com investimento de cerca de R$ 10 milhões, o programa prevê a entrega de 16 mil kits até o ano que vem, contemplando 222 municípios. A seleção das cidades segue critérios técnicos da própria Sedef, baseados em indicadores sociais e nas médias de nascimentos entre 2020 e 2023, priorizando regiões com maior vulnerabilidade.

Os kits incluem itens essenciais para os primeiros meses de vida do bebê: carrinho, roupas, produtos de higiene, acessórios de maternidade e materiais de cuidado. A proposta é garantir que recém-nascidos tenham acesso a um início de vida digno, confortável e saudável, especialmente em lares com dificuldades financeiras.

ACOMPANHAMENTO CONTÍNUO – Além da entrega dos enxovais, o Nascer Bem Paraná se diferencia pelo enfoque no acompanhamento contínuo. O programa acompanha gestantes a partir da 28ª semana, puérperas até 30 dias após o parto e famílias inscritas no CadÚnico, especialmente beneficiárias do Bolsa Família que se enquadram na linha da pobreza. As crianças também recebem atenção nos seus mil primeiros dias de vida, período decisivo para o desenvolvimento humano.

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As entregas seguem um cronograma gradual, obedecendo critérios como Índice de Vulnerabilidade das Famílias (IVF-PR), Índice de Desempenho Municipal na Dimensão Renda (IPDM), taxa de mortalidade infantil e número de gestantes com pré-natal adequado. Cada município participante firmou Termo de Adesão, nomeando responsáveis locais pelo programa, que cuidam do armazenamento, da distribuição dos kits, do cadastro das famílias atendidas e da alimentação dos sistemas de monitoramento da Sedef.

Para o secretário do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni, o programa reafirma o comprometimento do Estado com a proteção integral das famílias mais vulneráveis. “O Nascer Bem Paraná é um compromisso do Governo do Estado com a proteção e o cuidado das nossas famílias desde os primeiros dias de vida das crianças. Ao alcançarmos milhares de famílias em centenas de municípios, reforçamos nosso esforço em garantir que gestantes e bebês tenham acesso a itens essenciais e ao acompanhamento necessário”, afirma.

Ele destaca ainda que o impacto da ação é imediato e transformador. “Estamos investindo para que cada mãe, especialmente as que mais precisam, receba suporte material e humano de qualidade. Esta é uma ação que faz diferença real na vida das pessoas, fortalecendo os vínculos familiares e promovendo um início de vida mais seguro e acolhedor para milhares de crianças paranaenses”, conclui.

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MATERNIDADE – O programa tem transformado a experiência da maternidade para diversas mulheres do Estado. É o caso de Ketlyn Oliveira Vitória, de Coronel Domingos Soares, na região Sudoeste. Aos 16 anos, ela não sabia como completaria o enxoval do seu bebê. “Eu não tinha o carrinho ainda. Queríamos comprar um e agora não vai precisar mais. Muitas pessoas não têm como comprar, por isso acho esse programa realmente muito importante”, avaliou. Já Nicole Marins Santos, de 26 anos, moradora de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, frisou a importância do programa. “A gente fica muito feliz. Gostaria de convidar todas as mães a irem ao Cras para saber se têm direito ao benefício”.

A a dona de casa Grazyele Cassiane da Conceição, de Morretes, no Litoral do Estado, é avó de um bebê beneficiado pelo Programa Nascer Bem. “Este kit ajuda muito, porque muitas mães não conseguem comprar”, disse. Miriam Cristina Prado dos Santos, de 29 anos, é de Chopinzinho, está grávida e comentou que não sabia como teria acesso a estes itens. “Estou na reta final da gestação, então este projeto, com o carrinho e os outros itens, é ótimo. A gente que está começando do zero sabe como tudo é caro. Eu nem tinha pensado ainda no carrinho. Colocando na ponta do lápis, fica pesado para comprar, por isso esse benefício é uma bênção”, ressaltou.

Fonte: Governo PR

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MP em Movimento impulsiona avanços na gestão de resíduos sólidos em municípios da região Norte do Estado

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Durante cerca de 20 anos, moradores de Faxinal, na região Norte do Paraná, conviveram com os impactos causados por um lixão a céu aberto. Hoje, a situação está diferente. O local foi desativado no mês passado e o município passou a adotar medidas para adequar a destinação dos resíduos às normas ambientais, com implantação da coleta seletiva, organização da reciclagem e elaboração de projeto para um aterro sanitário.

A mudança em Faxinal é um dos resultados das articulações promovidas pelo Ministério Público do Paraná durante o MP em Movimento. Balanço elaborado pela regional do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema) mostra que diversos municípios do Norte Central do Estado avançaram na gestão de resíduos sólidos após reunião realizada em abril de 2025, que reuniu gestores públicos, órgãos ambientais e representantes do Ministério Público para discutir a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Evolução – Além de Faxinal, outros municípios também registraram avanços importantes. Em Jataizinho, o antigo lixão foi desativado, a coleta seletiva foi estruturada, uma cooperativa de recicladores entrou em funcionamento e o município passou a terceirizar a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos urbanos.

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De acordo com a presidente da cooperativa, Vanessa Maria Pereira, 15 pessoas sustentam suas famílias com a renda obtida por meio da coleta e separação de materiais recicláveis. “Os benefícios da cooperativa são para toda a população, que está aprendendo a fazer a separação correta dos recicláveis e evitando a poluição”, afirmou.

Também registraram avanços importantes os municípios de Florestópolis, Lupionópolis, Santa Cecília do Pavão, Rosário do Ivaí, Grandes Rios, São João do Ivaí e Cambé.

Entre as medidas adotadas estão a regularização de áreas de transbordo, a implantação ou o fortalecimento da coleta seletiva, o licenciamento ambiental de estruturas e a elaboração de projetos para recuperação de áreas degradadas e aprimoramento da gestão dos resíduos.

Além dos benefícios ambientais, o relatório do Gaema destaca reflexos diretos das mudanças na saúde pública e na qualidade de vida da população, reduzindo riscos de contaminação do solo e da água, diminuindo a proliferação de vetores de doenças e fortalecendo a reciclagem e a inclusão social por meio da atuação de cooperativas e associações de catadores.

Pendências – O acompanhamento do Gaema mostra que alguns municípios ainda enfrentam desafios. Centenário do Sul permanece entre as situações mais críticas da região, embora tenha iniciado medidas de regularização ambiental. Porecatu mantém o lixão em operação e ainda precisa avançar no licenciamento ambiental de suas estruturas.

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Em Kaloré, houve retrocesso, com a paralisação das obras da nova área de transbordo e a manutenção do lixão em funcionamento. O caso segue em fase de cumprimento de sentença, e o MPPR adotou novas medidas para que o Município regularize a situação e viabilize a implantação do aterro sanitário e do barracão de reciclagem.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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