Brasil
Gustavo Feliciano assume o Ministério do Turismo
Gustavo Feliciano é o novo ministro do Turismo. A nomeação foi publicada nesta sexta-feira (19.12), no Diário Oficial da União (DOU). Com a missão de dar continuidade às políticas públicas voltadas ao fortalecimento do turismo como vetor de desenvolvimento econômico e social do país, Gustavo Feliciano deve tomar posse na próxima semana.
Com experiência em gestão pública, o novo ministro foi secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico do estado da Paraíba entre 2019 e 2021, período em que atuou na promoção do setor turístico e em ações integradas de desenvolvimento regional.
Natural de Campina Grande (PB), o novo ministro é formado em Direito e já foi diretor-presidente da União de Ensino Superior de Campina Grande (Unesc). A posse está prevista para a próxima terça-feira (23.12).
Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
Brasil
Região Norte registra alta de 12,85% na movimentação portuária no 1º bimestre
A movimentação portuária da Região Norte cresceu 12,85% no primeiro bimestre de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com os dados do Estatístico Aquaviário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Segundo o levantamento, entre janeiro e fevereiro, 24,2 milhões de toneladas de cargas passaram pelos portos nortistas. Os números foram compilados pelo Ministério de Portos e Aeroportos.
O desempenho foi alavancado principalmente pelos granéis sólidos, que responderam por 18,4 milhões de toneladas, com expansão de 15,28%, refletindo o avanço da produção agrícola e mineral e a crescente utilização do Arco Norte como alternativa mais eficiente para o escoamento da produção brasileira. A movimentação de contêineres também avançou, alcançando 2 milhões de toneladas, com alta de 15,8%, enquanto a carga geral somou 1 milhão de tonelada, crescimento de 4,5% no período.
Para o ministro Tomé Franca, o resultado confirma a transformação da infraestrutura logística da região em um ativo estratégico para o país. “O crescimento dos portos do Norte mostra que o Brasil está avançando na diversificação de suas rotas de escoamento. Com mais eficiência, menor custo logístico e proximidade com mercados internacionais, a região se consolida como eixo estratégico para o desenvolvimento econômico do país”, afirma.
Entre as cargas com maior participação, soja e bauxita lideraram a movimentação regional. A soja atingiu 8,6 milhões de toneladas, com crescimento de 8,2%, enquanto a bauxita alcançou 4,1 milhões de toneladas, alta de 7,1%. Juntas, as duas commodities responderam por 52,5% de toda a carga movimentada nos portos do Norte.
Outro destaque foi o milho, com 3 milhões de toneladas movimentadas, que registrou crescimento superior a 114% no período, evidenciando o fortalecimento da região como corredor logístico para o agronegócio brasileiro.
Comércio exterior
O avanço portuário foi acompanhado pelo crescimento do comércio exterior. As exportações aumentaram 16,9% no primeiro bimestre, reforçando a importância da Região Norte para a competitividade da balança comercial brasileira.
Na navegação de longo curso, realizada entre portos de diferentes países, a movimentação atingiu 9,1 milhões de toneladas, alta de 11,9%. Já a cabotagem, entre portos nacionais, movimentou 2 milhões de toneladas, apresentando crescimento de 7,9% na comparação com o mesmo período de 2025.
Integração entre portos
Os terminais privados responderam pela maior parte da movimentação regional, com 17,1 milhões de toneladas, crescimento de 10,4%, representando mais de 70% do volume total movimentado no Norte.
Entre os principais destaques do segmento estão o Terminal Graneleiro Hermasa (AM), com 2,2 milhões de toneladas, e alta de 19%; o Terminal Trombetas (PA), com 1,9 milhão de toneladas e crescimento de 5%; e o Porto Chibatão (AM), que movimentou 1,5 milhão de toneladas, avançando 24,6%.
Com forte atuação no escoamento de granéis sólidos, que somaram 12,9 milhões de toneladas e cresceram 14%, os terminais privados impulsionaram a exportação de commodities como soja, bauxita e milho. No segmento, as importações cresceram 14%, enquanto as exportações avançaram 8,37%.
Nos portos públicos, a movimentação alcançou 7,1 milhões de toneladas, com crescimento de 19,3%, enquanto as exportações subiram 34%, reforçando o papel complementar dessas estruturas no atendimento à demanda regional.
Entre os destaques estão o Porto de Vila do Conde (PA), com 3,1 milhões de toneladas movimentadas e alta de 8%, e o Porto de Santarém (PA), que movimentou 2,9 milhões de toneladas e registrou crescimento expressivo de 51,8%.
Para o secretário nacional de Portos, Alex Ávila, os dados são um reflexo direto de um ambiente de negócios seguro e atrativo. “O crescimento simultâneo de portos públicos estratégicos, como Vila do Conde e Santarém, e a forte expansão dos terminais privados mostram que estamos no caminho certo. Ao garantir esta sinergia, modernizamos a infraestrutura e integramos o Norte, especialmente a região amazônica, de forma definitiva à rota do desenvolvimento econômico global”, ressalta Ávila.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
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