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MME fortalece financiamento à transformação mineral com regulamentação de debêntures para a transição energética em 2025

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Em 2025, o Ministério de Minas e Energia (MME) avançou no fortalecimento das políticas públicas voltadas à modernização e sustentabilidade do setor mineral ao regulamentar, por meio da Portaria nº 120, a Política de Debêntures a Projetos de Transformação de Minerais Estratégicos para a Transição Energética. A iniciativa estabelece condições para a emissão de debêntures com benefícios fiscais destinadas para projetos voltados à produção de insumos essenciais para baterias e ímãs utilizados em motores elétricos.

A nova política tem como foco ampliar a atração de investimentos privados, estimular a agregação de valor e fortalecer a indústria nacional de transformação mineral, posicionando o Brasil de forma competitiva nas cadeias globais de tecnologias limpas. O instrumento representa um marco para o financiamento da transição energética no setor, alinhado ao compromisso brasileiro de alcançar a neutralidade climática até 2050.

As debêntures incentivadas, previstas na Lei nº 12.431/11, são títulos emitidos por empresas para captação de recursos destinados a projetos de infraestrutura considerados prioritários pelo Governo do Brasil. Nessas operações, os rendimentos recebem tratamento tributário diferenciado: pessoas físicas são isentas de Imposto de Renda e pessoas jurídicas contam com alíquota reduzida para 15%. A definição dos projetos prioritários é realizada pelo MME, conforme critérios técnicos estabelecidos no Decreto nº 11.964.

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Já as debêntures de infraestrutura, regulamentadas pela Lei nº 14.801/24, destinam-se ao financiamento de iniciativas de infraestrutura ou produção econômica de alto conteúdo em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Assim como no mecanismo anterior, somente projetos classificados como prioritários, nos termos do Decreto nº 11.964, podem ser habilitados.

O Decreto estabelece critérios e condições para o enquadramento e monitoramento de investimentos considerados estratégicos para a infraestrutura nacional, incluindo aqueles relacionados à transformação de minerais essenciais para a transição energética.

Ao ampliar as possibilidades de uso de debêntures pelos setores mineral e energético, o MME fortalece a participação do capital privado no desenvolvimento econômico e sustentável do país. A medida contribui para a dinamização da indústria, reforça a segurança energética e impulsiona o avanço do Brasil rumo a uma matriz cada vez mais limpa e moderna.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Contratualização no SUS e os desafios da gestão municipal são debatidos durante o Conasems

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O financiamento da saúde, os modelos de contratação e os principais desafios da gestão municipal estiveram no centro do seminário “Contratualização no SUS: planejamento, instrumentos jurídicos e desafios da gestão municipal”, realizado na manhã desta terça-feira (14), durante o Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Porto Alegre. O debate reuniu representantes da gestão pública e especialistas para discutir a contratualização como ferramenta essencial para a organização das redes de atenção à saúde e para a execução das políticas públicas nos territórios. 

Representando o Ministério da Saúde, o secretário adjunto de Atenção Especializada à Saúde, Carlos Amilcar Salgado, destacou a necessidade de um planejamento claro para a contratualização e chamou a atenção para os desafios relacionados ao financiamento do sistema, especialmente diante dos custos da atenção especializada. “Precisamos, antes de tudo, ter clareza sobre o que se pretende contratar. A contratualização começa pelo planejamento, pela identificação das necessidades da rede e pela definição dos resultados que se espera alcançar”, afirmou.

O Ministério da Saúde prevê que o financiamento será uma questão central para o SUS nos próximos anos. Será necessário construir soluções para garantir a sustentabilidade e a ampliação do acesso.

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Seminário debate “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”

Durante o seminário “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”, realizado na tarde desta terça-feira (14), o Ministério da Saúde abordou como o planejamento, o financiamento e a governança fortalecem o cuidado integral no SUS.

Para os técnicos do Ministério, a Atenção Especializada não pode ser vista como uma série de serviços isolados, e sim como um componente estratégico na rede que precisa estar articulado com a Atenção Primária. A integralidade é considerada um eixo estruturante, com a APS coordenando o cuidado, tendo a Atenção Especializada como apoio técnico que amplia a capacidade resolutiva e garante a continuidade assistencial. Além dessa integração, a organização da jornada do usuário também é fundamental para garantir atendimento no tempo certo e evitar desperdícios.

Vigilância epidemiológica

No painel “O papel da vigilância em saúde na redução da mortalidade nos territórios”, o debate técnico destacou a importância do uso de informações epidemiológicas para orientar o planejamento das ações de saúde e apoiar a redução de mortes evitáveis. Entre os temas abordados estiveram o monitoramento das doenças e dos agravos não transmissíveis, das violências e dos acidentes, a qualificação dos sistemas de informação e a integração entre vigilância, Atenção Primária e demais políticas públicas. Também foram apresentadas experiências desenvolvidas por estados e municípios para fortalecer a promoção da saúde, a prevenção e a vigilância nos territórios.

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A organização regional da imunização no Sistema Único de Saúde (SUS) e as estratégias voltadas à ampliação e qualificação das coberturas vacinais também estiveram em debate durante a programação técnica do 39º Congresso do Conasems. O painel abordou temas como planejamento territorial, monitoramento de indicadores e organização das ações de vacinação, com destaque para o microplanejamento como instrumento de apoio à definição de estratégias adaptadas às diferentes realidades dos municípios.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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