Brasil
Ministério do Turismo participa de reunião de balanço do Comitê Interministerial de Saneamento Básico
O secretário nacional de Infraestrutura, Crédito e Investimentos no Turismo do Ministério do Turismo, Carlos Henrique Sobral, participou nesta terça-feira (16/12), da 8ª Reunião Extraordinária do Comitê Interministerial de Saneamento Básico (CISB). O grupo foi criado para impulsionar avanços em diversas instâncias do setor no Brasil, dispondo de Câmaras Técnicas para elaborar estudos que subsidiem a tomada de decisões.
No encontro, o secretário Carlos Henrique destacou o esforço e o compromisso do Ministério do Turismo com avanços na área, ao ressaltar que o órgão atua em obras de saneamento básico nos diversos destinos turísticos do país. A reunião também marcou a apresentação do relatório de atividades do Comitê de 2025, envolvendo as principais realizações e desafios enfrentados no período.
Além disso, foi apresentado um panorama das atividades do Grupo de Trabalho do Plano Nacional de Saneamento Básico. O CISB é composto por nove ministérios, como o do Turismo, e presidido pela Pasta das Cidades, incluindo ainda órgãos a exemplo da Casa Civil da Presidência da República; do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e da Fazenda, entre outros.
Para 2026, a expectativa é dar continuidade à implementação das resoluções aprovadas, ao acompanhamento dos estudos elaborados pelos grupos de trabalho e à consolidação de novas diretrizes para o aprimoramento da governança e da sustentabilidade do saneamento básico no Brasil.
Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
Brasil
Ministério de Portos e Aeroportos apresenta avanços na regulamentação sustentável do BR do Mar em workshop
O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) apresentou, nesta quarta-feira (15), avanços na proposta de regulamentação sustentável do BR do Mar durante workshop realizado em Brasília. O texto foi atualizado com base nas contribuições recebidas em consulta pública.
Entre as principais alterações está a definição de que as exigências passam a se aplicar às embarcações e não às empresas brasileiras de navegação (EBNs). A proposta também exclui obrigações fora do escopo legal e revisa critérios relacionados à indústria naval. As mudanças reduzem custos regulatórios, aumentam a segurança jurídica e ampliam a competitividade da cabotagem.
O texto prevê ainda a adoção de soluções como biocombustíveis e sistemas dual-fuel, que permitem o uso de dois tipos de combustível, com ganho de eficiência e redução de emissões.
Segundo o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Burlier, a proposta busca equilibrar eficiência e compromisso ambiental. “Estamos estruturando uma política pública que fortaleça a cabotagem e incorpore diretrizes alinhadas às melhores práticas internacionais”, afirmou.
O encontro reuniu representantes do Governo Federal, do setor produtivo e da academia para debater os principais pontos da proposta. Participaram da abertura integrantes do MPor, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e do Ministério de Minas e Energia (MME), seguidos por uma apresentação técnica das mudanças.
Contribuições do setor
A consulta pública, disponibilizada pelo MPor de novembro de 2025 a janeiro deste ano, reuniu manifestações de empresas, entidades e instituições do setor. Entre os participantes estão Petrobras, Transpetro, Marinha do Brasil, Confederação Nacional da Indústria (CNI), Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Associação Brasileira de Armadores de Cabotagem (Abac) e Sindicato Nacional das Empresas de Navegação (Syndarma), além de companhias como Raízen, Login Logística e Meridiana.
Também contribuíram entidades como Abiogás, Unica e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ao todo, foram registradas 232 manifestações, das quais 176 consideradas válidas. O processo incluiu ainda 70 documentos anexos e cinco notas técnicas. Cerca de 71% das contribuições resultaram em ajustes totais ou parciais na proposta.
Para a coordenadora geral de Navegação Marítima do MPor, Bruna Roncel, o processo fortalece a construção da política pública. “A escuta qualificada permite avançar com mais segurança jurídica e maior aderência às necessidades do setor”, disse.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
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