Paraná
O Quebra-Nozes: montagem do Teatro Guaíra emociona plateia lotada na primeira apresentação
A primeira apresentação da temporada 2025 de “O Quebra-Nozes”, realizada nesta sexta-feira (12), marcou a volta do clássico natalino ao palco do Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) com casa cheia. Mais de 2 mil pessoas ocuparam todas as poltronas para acompanhar a superprodução do Centro Cultural Teatro Guaíra (CCTG).
Com direção geral de Luiz Fernando Bongiovanni, diretor do Balé Teatro Guaíra (BTG), a montagem estreou em 2023 com uma abordagem contemporânea, sem abrir mão dos elementos clássicos que consagraram a obra. A releitura propõe um diálogo entre dança contemporânea, clássica, folclórica e elementos circenses, conferindo identidade própria ao espetáculo.
A produção reúne nomes reconhecidos da cena artística, como Renato Theobaldo, responsável pela cenografia; Paulinho Maia (in memoriam), que assina os figurinos; e Wagner Corrêa, na iluminação. O espetáculo conta ainda com a participação especial de Nickolle Abreu e Pedro Mello e Cruz, do Circocan.
Quase 150 artistas integram o elenco, incluindo bailarinos do BTG, alunos da Escola de Dança Teatro Guaíra (EDTG), integrantes da G2 Cia. de Dança e músicos da Orquestra Sinfônica do Paraná, que executam a exuberante composição de Tchaikovsky sob a regência do diretor musical e regente titular Roberto Tibiriçá.
A coordenação entre tantos profissionais se reflete no resultado visto no palco: uma experiência visual e musical que mobiliza toda a estrutura do CCTG. A expectativa é que mais de 10 mil pessoas assistam às apresentações.
O ESPETÁCULO – A obra de balé foi criada pelo compositor Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893) em parceria com o coreógrafo Lev Ivanov (1834-1901) e estreou em 1892, na Rússia. Com o passar das décadas, “O Quebra-Nozes” se consolidou como um clássico do período natalino no mundo inteiro, com montagens que fazem parte da memória afetiva de diversas gerações.
A versão dirigida por Bongiovanni é a terceira montagem de “O Quebra-Nozes” do CCTG. A primeira foi nos anos 80, com coreografia de Carlos Trincheiras, e a segunda foi criada nos anos 2000, sob a direção de Carla Reinecke.
PÚBLICO – Para Gabrielle Roque, analista de experiência do cliente, a estreia foi marcada pela emoção. “Foi muito emocionante. Eu já tinha visto alguns trechos em vídeo e nas redes sociais, mas assistir ao espetáculo completo pela primeira vez foi maravilhoso, muito lindo mesmo”, relatou.
A professora Maria Tereza Cavalheiro também assistiu à apresentação pela primeira vez, acompanhada do filho. “Eu adorei, achei maravilhoso. Trouxe o meu ‘pequeno’ e ele ficou encantado também”, contou.
Já o médico José Carlos Ludwig destacou a consistência da produção. “É sempre muito bom. É a terceira vez que assistimos”, afirmou. Ele estava acompanhado da advogada Monika Margareth Ludwig, frequentadora assídua dos concertos da Orquestra Sinfônica do Paraná. “Eu venho sempre ver a OSP e, agora, com a dança, estava maravilhoso”, completou.
Com ingressos esgotados em apenas três horas no dia da abertura das vendas, a temporada segue até terça (16), com apresentações diárias. As sessões de sábado, segunda e terça são às 20h30, e no domingo, às 18 horas.
Confira AQUI o programa completo do espetáculo e conheça todos os artistas que integram o elenco e a equipe por trás da montagem.
Fonte: Governo PR
Paraná
MP implementa fluxo de atendimento a mulheres vítimas de violência
O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Bandeirantes, implementou na comarca o Fluxo de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar, com o objetivo de fortalecer a atuação integrada da rede de proteção e agilizar o acesso das vítimas aos serviços necessários para assegurar sua proteção.
A iniciativa surgiu a partir de uma demanda apresentada ao MPPR pela Secretaria de Assistência Social de Bandeirantes, pelo Conselho de Segurança, pela Diretoria da Mulher do município, pela Procuradoria da Mulher da Câmara Municipal e pelo Núcleo Maria da Penha da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp). Os órgãos relataram dificuldades no atendimento e na proteção integral das mulheres em situação de violência.
A partir da demanda, a 2ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo para estruturar o fluxo e reuniu representantes de diferentes órgãos que integram a rede de proteção. A primeira reunião de sensibilização ocorreu em 10 de agosto e, em 31 de agosto, foi realizada nova reunião, voltada à implementação do fluxo.
Como funciona
De acordo com o Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho, responsável pela iniciativa, o fluxo de atendimento busca integrar os diferentes serviços que atuam na proteção de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar e amplia a comunicação prevista pela legislação.
Pela lei, os serviços de saúde públicos e privados devem notificar os casos à Vigilância Epidemiológica, que, por sua vez, comunica a autoridade policial. No fluxo estruturado pelo Ministério Público, além dos serviços de saúde, as Polícias Civil e Militar também passaram a comunicar os casos à Vigilância Epidemiológica, considerando que frequentemente são os primeiros órgãos a ter contato com as vítimas.
A partir dessas comunicações, a Vigilância Epidemiológica aciona imediatamente os demais integrantes da rede de proteção, como assistência social, atendimento psicológico e Ministério Público. Com isso, a identificação do caso não se limita à comunicação à autoridade policial, mas desencadeia uma atuação articulada para oferecer à vítima os serviços necessários, como atendimento social e psicológico, além do acompanhamento pelo Ministério Público.
Os casos comunicados pelas polícias também passam a ser registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Dessa forma, o fluxo contribui não apenas para o atendimento e a proteção das vítimas, mas também para o levantamento de dados mais completos sobre a violência doméstica, auxiliando o planejamento de políticas públicas.
Articulação da rede
Como parte da implantação do fluxo, em 18 de setembro foi realizada uma roda de conversa na Faculdade Unopar, em Bandeirantes, com a participação do Ministério Público e de outros integrantes da rede de proteção. A atividade teve como foco os estudantes de Psicologia da instituição, que poderão participar do atendimento às mulheres encaminhadas pelos serviços municipais.
Durante o encontro, foram discutidas as possibilidades de atuação da Psicologia no atendimento às vítimas e sua contribuição para que elas possam romper o ciclo de violência doméstica e familiar.
O fluxo implementado em Bandeirantes também resulta de uma experiência que vem sendo desenvolvida em outras comarcas. O mesmo modelo já foi implementado em Terra Roxa e Jaguapitã, com a articulação dos serviços locais de proteção.
A experiência de Jaguapitã também foi apresentada pelo Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho em um encontro “Mão na massa”, promovido pela Escola Superior do Ministério Público do Paraná, com orientações práticas para integrantes interessados em estruturar fluxos semelhantes em suas comarcas.
Fonte: Ministério Público PR
-
Política Nacional7 dias agoImportância do direito tributário é destacada em sessão especial
-
Esportes4 dias agoBrasileirão: 28ª rodada tem líder em campo e clássicos na briga pelo topo
-
Entretenimento7 dias agoAna Hickmann se emociona ao falar da realização de casamento com Edu Guedes
-
Política Nacional6 dias agoLei proíbe prisão de candidatos e eleitores durante período de votação
-
Política Nacional7 dias agoGoverno terá que cortar despesas para fechar as contas em 2027, diz IFI
-
Brasil7 dias agoPesquisa aponta que FIESMED reduz rotatividade de médicos e fortalece a atenção básica no SUS
-
Paraná6 dias agoTribunal do Júri de Maringá condena a 23 anos e 6 meses de prisão pai denunciado pelo Ministério Público do Paraná por morte da própria filha em Rolândia em 2019
-
Educação6 dias agoEdital cria rede nacional de pesquisa em Educação Especial Inclusiva
