Brasil
MME autoriza nova tranche do Luz para Todos e garante energia a 1,4 mil famílias em Goiás
O Ministério de Minas e Energia (MME) autorizou, no dia 26 de novembro, a celebração do Contrato de Operacionalização da 6ª Tranche do programa Luz para Todos (LPT) no estado de Goiás, que visa atender 1.446 unidades consumidoras que ainda não possuem acesso à energia elétrica. Ao todo, serão investidos R$ 55,47 milhões para a realização de obras de eletrificação rural, dos quais 80% serão financiados pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), reduzindo o impacto tarifário para os consumidores.
“Demos mais um passo importante rumo à universalização do acesso à energia elétrica no Brasil. O novo contrato no estado de Goiás irá atender mais de mil famílias. Isso demonstra o comprometimento do Governo do Brasil em seguir trabalhando para que a energia chegue às residências de todos os brasileiros. A cada nova ligação que fazemos por meio do Luz para Todos, reduzimos desigualdades e asseguramos mais dignidade para a população”, afirmou o secretário Nacional de Energia Elétrica do MME, João Daniel Cascalho.
O contrato prevê execução ao longo de 2026, com os recursos já contemplados no orçamento do programa de 2025. A iniciativa assegura respaldo legal no Decreto nº 11.628/2023, no termo de compromisso firmado com a distribuidora e no manual de operacionalização que regulamenta as responsabilidades do Ministério, da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar) e dos agentes executores estaduais.
A nova tranche faz parte das metas excepcionais do LPT. A autorização irá permitir que a ENBPar, agente operacionalizador do programa, firme contrato com a Equatorial Goiás, responsável pela execução das obras no estado.
O novo contrato atenderá dezenas de famílias quilombolas da Comunidade Kalunga, no município de Cavalcante (GO), contemplando uma demanda histórica por acesso à energia elétrica nesse território tradicional. Ao chegar a essas famílias, o Luz para Todos reafirma seu papel de instrumento de justiça social, garantindo condições mais dignas de moradia, ampliando oportunidades de geração de renda e fortalecendo a permanência das comunidades quilombolas em seus territórios, com mais conforto, segurança e qualidade de vida.
Desde 2003, mais de 58 mil famílias foram atendidas pelo Luz para Todos em Goiás, somando cerca de 269 mil pessoas beneficiadas. Com a nova tranche, o MME avança na reta final para garantir que nenhum brasileiro permaneça sem acesso à energia elétrica, um serviço essencial para inclusão produtiva, segurança, conforto e melhoria da qualidade de vida no campo.
Luz para Todos
Relançado em 2023, o programa busca ampliar o acesso da energia elétrica em regiões rurais e remotas, especialmente na Amazônia Legal. Nessa nova etapa, a meta é atender 500 mil novas famílias em todo o país, beneficiando cerca de 2 milhões de pessoas que ainda vivem sem acesso à energia.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Brasil
Com destaque para o programa Brasil Contra o Crime Organizado, MJSP apresenta resultados dos primeiros quatro meses de 2026
Brasília, 12/05/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) divulgou o Relatório de Gestão do 1º Quadrimestre de 2026, documento que consolida as principais entregas da pasta sob comando do ministro Wellington César Lima e Silva nos primeiros quatro meses do ano.
O período foi marcado por uma agenda de alta intensidade: aprovação de dois marcos legais históricos para a segurança pública, lançamento de programas estruturantes de combate ao crime organizado, mobilização nacional para o enfrentamento à violência contra a mulher e resultados operacionais que colocam o Brasil nos menores índices de criminalidade da última década.
As ações foram organizadas em cinco eixos temáticos — crime organizado, violência contra a mulher, direitos digitais, defesa do consumidor e acesso à justiça —, com atuação simultânea e coordenada entre forças federais, estaduais e municipais.
“Os dados mostram que o Brasil não está apenas reduzindo a violência, mas mudando a forma de enfrentá-la. Hoje, trabalhamos com integração entre as forças de segurança, uso intensivo de inteligência e atuação coordenada em todo o país. Isso permite não só aprender mais, mas prevenir crimes e salvar vidas”, assegura o ministro.
Clique aqui e confira o relatório completo.
Queda histórica na criminalidade
O Brasil registrou o menor número de homicídios da década para os três primeiros meses do ano — redução de 25% frente a 2022. Os latrocínios caíram 48,1% e os roubos de veículos, 42,3% no mesmo período. Em contrapartida, o cumprimento de mandados de prisão cresceu 37,1%, a apreensão de armas subiu 42,7% e a de munições aumentou 400%.
Marcos legais estruturantes
A Lei Antifacção (Lei nº 15.358/2026), sancionada em março, estabelece pela primeira vez no ordenamento jurídico brasileiro a figura legal da facção criminosa e endurece os mecanismos de combate ao crime organizado. A PEC da Segurança Pública, aprovada na Câmara com 487 votos, garante financiamento contínuo e constitucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública.
Programa Brasil contra o Crime Organizado
Lançado em 12 de maio de 2026, o programa integra ações federais, estaduais e municipais em quatro eixos: asfixia financeira, combate ao tráfico de armas, qualificação da investigação de homicídios e fortalecimento do sistema prisional. O investimento previsto é de R$ 1 bilhão direto da União e R$ 10 bilhões via BNDES para estados e municípios.
Operações e reforço institucional
A Operação Desarme resultou em 2.123 prisões, apreensão de 595 armas e prejuízo de R$ 562,5 milhões ao crime. A Polícia Federal foi reforçada com autorização para nomear até 1.370 novos servidores, e o Programa Município Mais Seguro já atende 94 municípios com R$ 170,6 milhões investidos.
Proteção das mulheres
O Centro Integrado Mulher Segura (CIMS), lançado em março com investimento de R$ 28 milhões, conecta 27 salas de situação nos estados para monitoramento integrado da violência contra mulheres. A Operação Mulher Segura resultou em 4.936 prisões em 26 unidades da federação.
Gestão de ativos
Em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o MJSP realizou 98 leilões de bens apreendidos, leiloando 2.451 ativos e arrecadando R$ 35,7 milhões revertidos em investimentos na segurança pública.
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