Polícial
Banda de Música da PMPR celebra 169 anos preservando tradição e ampliando atuação junto à sociedade
A Banda de Música da Polícia Militar do Paraná (PMPR) completa 169 anos nesta sexta-feira (3), consolidando uma trajetória iniciada em 1857 que atravessa gerações e acompanha a própria história da corporação. Reconhecida como uma das mais antigas bandas militares em atividade no Brasil, a unidade preserva a tradição musical da Instituição ao mesmo tempo em que amplia sua presença em eventos culturais, cívicos e comunitários em todo o Estado.
Ao longo de quase dois séculos, a Banda participou de momentos históricos que marcaram o Paraná e o país. O grupo contou com oito músicos na Guerra do Paraguai, participou da recepção ao imperador Dom Pedro II, em 1881, e recebeu, em 1959, o título de melhor Banda de Música do Brasil. A história também é preservada por meio de obras tradicionais, como o Hino da PMPR, a Canção 10 de Agosto, as canções da Academia Policial Militar do Guatupê (APMG) e dobrados históricos como coronel Dulcídio e coronel Sarmento.
Mais do que cumprir o papel cerimonial nas solenidades militares, a Banda consolidou sua atuação como instrumento de aproximação entre a Polícia Militar e a população. Nos últimos anos, esteve presente em grandes eventos promovidos pelo Governo do Estado, como o Verão Maior Paraná, levando apresentações gratuitas a milhares de pessoas no litoral. Também realizou iniciativas de caráter social, como a live especial em homenagem ao Dia das Mães, transmitida do Jardim Botânico de Curitiba durante a pandemia, e o concerto realizado para crianças em tratamento no Hospital Pequeno Príncipe em comemoração ao Dia das Crianças.
A diversidade do repertório é uma das marcas do grupo. Conforme a finalidade de cada evento, as apresentações conciliam hinos e dobrados militares com obras sinfônicas, músicas populares e repertórios contemporâneos. A proposta é preservar a tradição da Banda sem deixar de dialogar com diferentes públicos e aproximar cada vez mais a instituição da sociedade paranaense.
Cada apresentação é resultado de um planejamento que envolve escolha do repertório, cronograma de ensaios, preparação técnica dos músicos e organização logística. Os integrantes ingressam na Banda por meio de processo seletivo específico, passam por avaliações técnicas e mantêm uma rotina permanente de aperfeiçoamento, com estudos individuais, ensaios e capacitações para garantir o elevado padrão artístico do grupo.
“A Banda de Música da Polícia Militar representa muito mais do que uma tradição centenária. Ela preserva a história da nossa Corporação, fortalece os valores institucionais e aproxima a Polícia Militar da população por meio da cultura e da música, levando emoção, civismo e cidadania a cada apresentação”, afirmou o comandante-geral da PMPR, coronel Jefferson Silva.
Segundo o maestro da banda, capitão Jeferson Cardoso, manter viva uma história de quase dois séculos exige constante renovação. “O principal desafio é manter a excelência artística, renovar repertórios, investir na formação dos músicos e preservar a identidade histórica da Banda diante das transformações da sociedade.” Para ele, celebrar os 169 anos da unidade representa “renovar o orgulho de fazer parte dessa história, valorizando uma tradição dedicada à cultura, à música e à representação da Polícia Militar do Paraná”.
Entre dobrados militares, concertos populares e apresentações em eventos públicos, a Banda chega aos 169 anos renovando uma tradição que atravessou diferentes épocas. A cada nova apresentação, acrescenta mais um capítulo a uma história construída há quase dois séculos e que continua presente na memória de milhares de paranaenses.
Centro de Comunicação Social da PMPR
Fonte: Polícia Militar PR
Polícial
PCPR prende três pessoas durante diligências em Umuarama
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu três pessoas por crimes distintos na manhã desta sexta-feira (3), em Umuarama, no Noroeste do Estado. A ação resultou no cumprimento de mandados judiciais decorrentes de investigações distintas.
No primeiro caso, os policiais civis cumpriram um mandado de busca e apreensão domiciliar no distrito de Carbonera, em Maria Helena. A investigação apura os crimes de ameaça, lesão corporal, porte ilegal de arma de fogo e disparo de arma de fogo.
Conforme as investigações, o suspeito é investigado por agredir fisicamente e efetuar disparos de arma de fogo contra um adolescente que mantinha um relacionamento com sua filha, também adolescente. A motivação seria a não aceitação do relacionamento.
Durante diligências realizadas anteriormente, a motocicleta utilizada na fuga foi localizada e apreendida. A medida judicial cumprida nesta sexta-feira teve como objetivo localizar a arma de fogo utilizada no crime e reunir novos elementos para a investigação.
“Outra medida judicial foi cumprida no âmbito de uma investigação que apura o crime de estelionato praticado por meio de rede social, em continuidade delitiva. Conforme apurado, o investigado utilizava um perfil no Instagram para atrair vítimas com falsas promessas de cursos e vagas para modelos de mechas”, disse o delegado da PCPR Thiago Araium.
Após receber pagamentos antecipados via Pix, o suspeito cancelava os procedimentos ou bloqueava o contato das vítimas. As investigações reuniram diversos boletins de ocorrência registrados na região, apontando a prática reiterada do golpe.
Além do bloqueio do perfil utilizado na plataforma digital, a Justiça deferiu o pedido de sequestro de bens e ativos financeiros do investigado.
A terceira prisão preventiva foi cumprida contra um homem investigado pelo furto qualificado de toda a fiação elétrica de cobre da Associação de Pais e Amigos do Autista (AMA) de Umuarama.
O crime causou prejuízo estimado em R$ 6 mil e comprometeu temporariamente o atendimento prestado pela instituição a mais de uma centena de crianças com transtorno do espectro autista.
A autoria foi identificada durante as investigações. O suspeito possui antecedentes por crimes patrimoniais, incluindo roubo, e atualmente faz uso de tornozeleira eletrônica.
Os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário.
DENÚNCIAS – A PCPR solicita a colaboração da população com informações que possam auxiliar investigações em andamento. As denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR, e 181, do Disque-Denúncia. Também é possível entrar em contato diretamente com a Delegacia de Umuarama pelo telefone (44) 3621-2650 ou pelo WhatsApp (44) 99734-4139.
Fonte: PJC PR
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