Connect with us


Paraná

Avenida que liga BR-469 e Perimetral Leste será liberada em Foz do Iguaçu

Publicado em

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) informa que será liberado na tarde desta quarta-feira (03) o acesso da Avenida Maria Bubiak à BR-469, em Foz do Iguaçu, na região Oeste. O local estava interditado até então para avançar com a obra de duplicação da rodovia federal.

A liberação vai facilitar o tráfego de veículos afetados tanto pela duplicação da BR-469 quanto pela implantação da Rodovia Perimetral Leste, já que a avenida conecta os dois trechos em obras.

Usuários devem seguir com cautela pelo trecho, obedecendo a sinalização provisória, garantindo a segurança de todos.

OBRAS – A duplicação da BR-469 vai desde o portal de entrada do Parque Nacional do Iguaçu até o trevo de acesso à Argentina, em uma extensão de 8,7 quilômetros. Ela inclui viadutos no km 2+260 (em frente ao Condomínio Ritz Cataratas), km 3+970 (acesso ao bairro Remanso), km 7+600 (próximo ao museu Movie Cars), e no acesso ao Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, localizado no km 6+760, além da nova ponte sobre o Rio Tamanduá.

Leia mais:  Rodovia entre Catanduvas e Três Barras do Paraná, PR-471 recebe melhorias do Estado

A Perimetral Leste de Foz do Iguaçu contempla a pavimentação de 14,7 quilômetros de rodovia nova, fazendo ligação entre a BR-277 e a nova Ponte da Integração Brasil–Paraguai. Estão incluídos no contrato duas aduanas e seis viadutos.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

Ministério Público do Paraná denuncia 15 pessoas investigadas na “Operação A Rede” por organização criminosa, fraudes bancárias e lavagem de dinheiro

Published

on

O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Ponta Grossa do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia contra 15 pessoas investigadas por integrarem uma organização criminosa de atuação nacional responsável pela prática de fraudes bancárias eletrônicas e lavagem de dinheiro. Os crimes foram apurados no âmbito da Operação A Rede.

Áudio do Promotor de Justiça Antônio Juliano Souza Albanez

De acordo com a denúncia, que já foi recebida pela Justiça, o grupo criminoso mantinha uma falsa central telefônica instalada em Ponta Grossa, a partir da qual aplicava golpes em correntistas de instituições financeiras de todo o país. Além do contato telefônico com as vítimas, os investigados utilizavam páginas falsas na internet e links maliciosos para obter dados bancários e acessar indevidamente as contas, desviando valores expressivos.

Prejuízo – As investigações identificaram, entre agosto de 2024 e outubro de 2025, ao menos 11 vítimas residentes em diferentes estados da federação, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Maranhão e Amazonas. Somente no período investigado, o prejuízo causado ultrapassa R$ 1,4 milhão.

Leia mais:  Início das concessões marca nova era para infraestrutura do Paraná, afirma Ratinho Junior

Os denunciados foram acusados pelos crimes de organização criminosa, furto qualificado mediante fraude eletrônica e lavagem de dinheiro. No caso das lideranças do grupo, as penas máximas cominadas aos delitos imputados podem superar 12 anos de reclusão.

Reparação de danos – Na denúncia, o Ministério Público também requereu a fixação de valor mínimo para reparação dos danos causados às vítimas. Como medida para assegurar o ressarcimento dos prejuízos e eventual perdimento de bens, a Justiça já determinou o bloqueio de veículos, imóveis e contas bancárias dos denunciados.

Atualmente, quatro investigados permanecem presos preventivamente e um dos apontados como líder da organização criminosa encontra-se foragido.

Processo 0005586-66.2025.8.16.0019.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262