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Banco do Brasil e Be8 firmam parceria para uso de biocombustível BeVant® em geradores

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Durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30), realizada em novembro de 2025, o Banco do Brasil e a Be8, empresa referência em energias renováveis, assinaram um Protocolo de Intenções para iniciar estudos sobre a substituição do diesel mineral utilizado nos grupos geradores da instituição pelo biocombustível Be8 BeVant®.

O acordo marca um passo importante na trajetória de sustentabilidade do banco e reforça o compromisso da Be8 com a transição energética e a redução das emissões de carbono no setor corporativo.

Estudos vão avaliar viabilidade técnica e regulatória do BeVant®

O protocolo estabelece uma cooperação mútua entre as empresas para conduzir estudos de compatibilidade técnica, financeira, jurídica, regulatória e operacional do novo combustível em relação ao parque de geradores já instalado pelo Banco do Brasil.

Essas análises levarão em conta a diversidade de marcas e modelos dos equipamentos utilizados atualmente pela instituição. Somente após essa etapa serão definidos o número de geradores envolvidos e o volume total de biocombustível a ser disponibilizado pela Be8.

Banco do Brasil reforça liderança em sustentabilidade corporativa

Francisco Lassalvia, Vice-Presidente de Atacado do Banco do Brasil, destacou que a iniciativa está alinhada à estratégia de descarbonização da instituição, reconhecida como uma das mais sustentáveis do mundo.

“Buscamos continuamente soluções inovadoras que reforcem nossa agenda de sustentabilidade. A parceria com a Be8 representa um avanço concreto nessa trajetória, explorando um biocombustível capaz de acelerar a transição energética do Banco do Brasil. Estamos comprometidos em ampliar o uso de fontes limpas e elevar o padrão de sustentabilidade das nossas operações”, afirmou Lassalvia.

Be8 aposta em biocombustíveis como vetor da descarbonização

Para o presidente da Be8, Erasmo Carlos Battistella, a parceria com o Banco do Brasil simboliza a união de duas instituições comprometidas com a agenda climática global.

“É muito importante estarmos junto ao Banco do Brasil, uma referência no setor financeiro mundial, com essa solução inovadora e pronta para contribuir com as metas de descarbonização no curto prazo”, destacou Battistella.

O executivo ressaltou ainda que o Be8 BeVant® é um biocombustível de alta performance, desenvolvido para substituir o diesel mineral sem necessidade de adaptação nos motores, contribuindo de forma imediata para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

“Essa iniciativa é uma entrega prática da COP 30. Conferências como esta devem promover ações efetivas para o cumprimento das metas globais de descarbonização”, completou.

Sustentabilidade e inovação no centro da transição energética

O protocolo entre o Banco do Brasil e a Be8 reforça o papel das parcerias público-privadas na construção de soluções sustentáveis para o futuro da energia. A adoção do BeVant® em geradores corporativos pode se tornar um modelo para outras instituições financeiras e grandes empresas que buscam reduzir sua pegada de carbono e aderir a práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) de forma tangível e mensurável.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Copersucar registra lucro recorde de R$ 631 milhões, amplia vendas de açúcar e etanol e avança na transição energética

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A Copersucar encerrou a safra 2025/26 com um dos melhores desempenhos de sua história, consolidando sua liderança global nos mercados de açúcar e etanol. A companhia registrou lucro líquido de R$ 631 milhões, crescimento de 56,9% em relação ao ciclo anterior, além de ampliar os volumes comercializados e fortalecer sua atuação em energia renovável e logística sustentável.

O resultado posiciona a safra como o terceiro melhor desempenho da história da empresa, refletindo a expansão dos negócios, a eficiência operacional e a capacidade de adaptação a um ambiente marcado por desafios climáticos e volatilidade dos mercados internacionais.

Receita cresce e lucro avança quase 57%

A receita líquida da companhia alcançou R$ 65,8 bilhões na safra 2025/26, avanço de 5,5% em comparação aos R$ 62,3 bilhões registrados no período anterior.

O lucro líquido consolidado saltou de R$ 402 milhões para R$ 631 milhões, enquanto o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) atingiu expressivos 35%.

Segundo o presidente da Copersucar, Tomás Manzano, os resultados demonstram a solidez da estratégia da companhia.

“A combinação entre disciplina financeira, gestão de riscos, governança robusta e profundo conhecimento do mercado permite que a empresa mantenha crescimento consistente mesmo diante de cenários desafiadores”, destacou o executivo.

Comercialização de açúcar atinge recorde histórico

A safra 2025/26 foi marcada por um desempenho histórico na comercialização de açúcar. A Copersucar vendeu 17 milhões de toneladas do produto, volume superior às 15,6 milhões de toneladas comercializadas na safra anterior.

O montante é suficiente para abastecer aproximadamente 500 milhões de pessoas em diferentes regiões do mundo, reforçando a relevância da companhia na segurança alimentar global.

A empresa também ampliou sua participação de mercado pelo oitavo ano consecutivo, consolidando sua posição como a maior comercializadora de açúcar do planeta.

Vendas de etanol chegam a 21 bilhões de litros

No segmento de biocombustíveis, a Copersucar comercializou 21 bilhões de litros de etanol no Brasil e nos Estados Unidos, superando os 19,1 bilhões de litros registrados na safra anterior.

De acordo com a companhia, esse volume contribuiu para evitar a emissão de cerca de 30 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO₂), impacto ambiental equivalente às emissões anuais de aproximadamente 14 milhões de veículos.

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O resultado reforça o papel estratégico do etanol na agenda global de descarbonização dos transportes.

Usinas associadas crescem mesmo diante dos desafios climáticos

Apesar da redução da produtividade agrícola observada em parte do setor sucroenergético brasileiro devido aos efeitos climáticos das safras anteriores, as usinas associadas à Copersucar registraram desempenho superior à média da indústria.

A moagem totalizou 108 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, crescimento de 0,9% sobre a safra passada, ampliando novamente a participação da companhia na moagem da região Centro-Sul.

Energia renovável reforça protagonismo do setor sucroenergético

Outro destaque da safra foi a geração de energia elétrica renovável a partir da biomassa da cana-de-açúcar.

As usinas associadas produziram 6,5 mil GWh de energia, volume equivalente ao consumo anual de uma cidade do porte de Roterdã, na Holanda.

O desempenho reforça a importância do setor sucroenergético na diversificação da matriz energética e na expansão das fontes renováveis no Brasil.

Estrutura financeira mais sólida e geração de caixa positiva

A companhia também encerrou o ciclo com fortalecimento de sua estrutura financeira.

A posição de endividamento líquido evoluiu de R$ 301 milhões para uma posição de caixa líquido de R$ 607 milhões, resultado atribuído à forte geração de caixa, disciplina na alocação de capital e eficiência na gestão financeira.

Investidas registram resultados históricos

As empresas investidas pela Copersucar também apresentaram desempenho positivo ao longo da safra.

A Evolua Etanol registrou o melhor resultado de sua história, alcançando retorno sobre patrimônio líquido de 44%. A companhia também concluiu a aquisição da participação da Vibra, tornando-se integralmente controlada pela Copersucar.

Já a Alvean ampliou sua atuação internacional e superou a marca de 15 milhões de toneladas de açúcar comercializadas globalmente.

Nos Estados Unidos, a Eco-Energy expandiu significativamente seus volumes de etanol e fortaleceu suas operações ligadas ao mercado de gás natural.

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A Logum, por sua vez, registrou crescimento pelo quinto ano consecutivo, movimentando 4,9 milhões de metros cúbicos de etanol por sua rede dutoviária.

BioRota se consolida como maior operação logística a biometano do Brasil

Entre os projetos estratégicos da companhia, a BioRota ganhou destaque ao consolidar-se como a maior iniciativa de transporte rodoviário movido a biometano do país.

Atualmente, a operação responde por 14% de todo o açúcar transportado por caminhões até o Terminal Açucareiro Copersucar (TAC), no Porto de Santos.

Desde sua implementação, em abril de 2024, a BioRota já realizou mais de 13 mil viagens, percorreu cerca de 11 milhões de quilômetros e transportou mais de 600 mil toneladas de açúcar.

A substituição de aproximadamente 5 milhões de litros de diesel evitou a emissão de cerca de 8 mil toneladas de CO₂, demonstrando o potencial do biometano como alternativa para a descarbonização da logística brasileira.

Copersucar mira mercado de combustíveis marítimos

Além do transporte terrestre, a companhia também aposta no crescimento do etanol como combustível para o setor marítimo internacional.

A estratégia acompanha a crescente demanda por alternativas de baixo carbono para a navegação global e pode abrir um novo mercado para o biocombustível produzido no Brasil.

Segundo Tomás Manzano, a presença da Copersucar nos mercados brasileiro e norte-americano, aliada à sua estrutura logística integrada e experiência em comercialização internacional, coloca a empresa em posição privilegiada para atender futuros corredores globais de abastecimento marítimo com etanol.

Perspectivas seguem positivas

Com crescimento em receita, lucro, comercialização de açúcar e etanol, fortalecimento financeiro e investimentos em soluções de energia renovável, a Copersucar encerra a safra 2025/26 consolidando sua posição como um dos principais protagonistas da transição energética e da cadeia sucroenergética global.

O desempenho reforça a competitividade do setor brasileiro e evidencia o potencial do açúcar, do etanol e do biometano como pilares estratégicos para a segurança alimentar e energética nas próximas décadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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