Paraná
CGE reúne 700 servidores estaduais e municipais para debater transparência
Mais de 700 pessoas participaram do 3º Congresso de Governança Pública da CGE-PR e 4ª Semana de Ouvidoria, promovidos pelo Governo do Estado, por meio da Controladoria-Geral do Estado (CGE). Os debates, na quarta e quinta-feira (26 e 27), reforçaram a importância da integração entre as áreas relacionadas ao controle da gestão pública: controle interno, ouvidoria, transparência, controle social, compliance e corregedoria.
O evento reuniu gestores, servidores públicos, pesquisadores e especialistas no Auditório Mario Schoemberger do Campus de Curitiba 1 – Unespar, com o tema principal “Integridade e Gestão de Risco na Administração Pública”. Para auxiliar na estrutura, credenciamento e certificação a CGE contou com a parceria da Escola de Gestão.
A controladora-geral do Estado, Louise Garnica, explicou que a CGE promove o congresso anualmente para o aprimoramento da máquina pública e disseminação da cultura da integridade. A CGE também conta com a Coordenadoria de Desenvolvimento Profissional para promover capacitações.
“Trouxemos palestrantes que souberam dialogar com a nossa plateia, que conseguiram trazer o conhecimento teórico e prático para a realidade e o dia a dia dos nossos servidores, que atuam na linha de frente do controle interno, do compliance, da ouvidoria, da corregedoria e da transparência”, afirmou.
O secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona, lembrou a parceria histórica com a CGE, que permitiu ao Estado oferecer pós-graduação curso de ouvidoria pública. “Estar dentro da Unespar é o símbolo visível dessa integração, da cooperação para qualificar e melhora os serviços públicos. O estado melhor atender população é o objetivo principal”, destacou.
DEBATES – O primeiro dia do evento, na quarta-feira (26), foi dedicado aos pilares de Integridade e Gestão de Riscos. Gilberto Waller Junior, atual presidente do INSS, que já foi corregedor na Advocacia-Geral da União (AGU) e ouvidor-geral da União, abriu os debates do congresso. Para ele o Estado deve levar em consideração, ao se falar de ouvidoria, a avaliação do usuário, ou o que ele denominou “foco do cidadão”.
Na sequência, uma das mesas-redondas reuniu Marcelo Zenkner, diretor da FTI Consulting, e especialista em compliance, Edmar Camata, presidente do Conaci e secretário de Controle do Espírito Santo, e Rodrigo Fontenelle, controlador-geral de São Paulo. Eles trataram do Sistema de Integridade e a necessidade de agregar municípios no controle preventivo.
Em outra mesa-redonda, Chantal Castro, gerente sênior de Anticorrupção do Pacto Global da ONU, detalhou a importância da ação coletiva anticorrupção e de pactos globais. Ela falou junto à especialista Sandra Vespasiano, da Rede Governança Brasil, que refletiu sobre a ética e as normas.
O dia se encerrou com a visão de controle do Tribunal de Contas, apresentada por Ely Célia Corbari (TCE-PR), e uma palestra sobre Mediação de Conflitos, com a escritora Elisama Santos.
Na quinta-feira, a ouvidora-geral da União, Valdirene Pires, explicou que as manifestações recebidas pela Ouvidoria são insumos para o gestor ajustar ações e programas sociais. Para ela o setor permite diagnóstico de situações e pode direcionar informações ao controle interno, para possível auditoria.
Os debates foram encerrados com Antonio Jordão da Silva Junior, analista da Receita Federal e especialista em educação fiscal, e Victória Vilvert Costa, consultora da Unesco em programas de auditoria cívica, feito em ambiente escolar.
HOMENAGENS – No enceramento foram premiados a estudantes das universidades estaduais que participaram do 3º Concurso de Redação da CGE, com o tema “Educação fiscal e o controle social: a melhoria da gestão pública através do empreendedorismo cidadão”. Eles receberam equipamentos eletrônicos doados pela Receita Federal.
Em seguida, os servidores que se destacaram nas áreas de Controle Interno, Compliance, Ouvidoria e Transparência receberam placas comemorativas. Os prêmios foram entregues pelos coordenadores de Controle Interno, Wesley de Paula; de Ouvidoria, Letícia Dohms; de Transparência e Controle Social, Matheus Gruber; e de Integridade e Compliance, Paulo Palacios. O cerimonial foi orientado pela coordenadora de Desenvolvimento Profissional, Mirian Simões.
Fonte: Governo PR
Paraná
PCPR prende foragido listado entre os mais procurados do Brasil
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu o foragido conhecido por Bebezão, de 45 anos, listado entre os mais procurados do país pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O indivíduo foi capturado nas primeiras horas desta quinta-feira (18) em um edifício no bairro Jockey de Itaparica, em Vila Velha, no Espírito Santo.
Contra o investigado havia três mandados de prisão em aberto expedidos pela Justiça paranaense pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, porte de arma, de uso restrito tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Após levantamentos de inteligência policial e uma investigação de alta complexidade, a PCPR identificou o paradeiro do foragido no Espirito Santo, estado no qual vivia escondido utilizando identidade falsa para dificultar sua localização e evitar o cumprimento das ordens judiciais expedidas contra ele.
“Verificamos ainda que, mesmo na condição de foragido, Bebezão continuava atuando no tráfico de drogas na região litorânea do Paraná, utilizando integrantes da organização criminosa para manter a operacionalização das atividades ilícitas à distância”, disse o delegado da PCPR Victor Loureiro Mattar Assad.
O investigado integrava a lista dos 216 foragidos mais procurados do país divulgada pelo MJSP por meio do Programa Nacional de Captura, iniciativa voltada à localização e prisão de criminosos de alta periculosidade ligados a organizações criminosas e com atuação interestadual. No Paraná, figurava entre os principais alvos estratégicos indicados pelas forças de segurança estaduais, sendo apontado como um dos seis criminosos mais procurados do Estado.
A captura foi realizada por policiais civis do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (DENARC) e do Departamento de Operações Especiais (DOESP) da PCPR e contou com o apoio das forças de segurança do Espírito Santo.
Fonte: Governo PR
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