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PCPR prende foragido listado entre os mais procurados do Brasil

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu o foragido conhecido por Bebezão, de 45 anos, listado entre os mais procurados do país pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O indivíduo foi capturado nas primeiras horas desta quinta-feira (18) em um edifício no bairro Jockey de Itaparica, em Vila Velha, no Espírito Santo.

Contra o investigado havia três mandados de prisão em aberto expedidos pela Justiça paranaense pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, porte de arma, de uso restrito tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Após levantamentos de inteligência policial e uma investigação de alta complexidade, a PCPR identificou o paradeiro do foragido no Espirito Santo, estado no qual vivia escondido utilizando identidade falsa para dificultar sua localização e evitar o cumprimento das ordens judiciais expedidas contra ele.

“Verificamos ainda que, mesmo na condição de foragido, Bebezão continuava atuando no tráfico de drogas na região litorânea do Paraná, utilizando integrantes da organização criminosa para manter a operacionalização das atividades ilícitas à distância”, disse o delegado da PCPR Victor Loureiro Mattar Assad.

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O investigado integrava a lista dos 216 foragidos mais procurados do país divulgada pelo MJSP por meio do Programa Nacional de Captura, iniciativa voltada à localização e prisão de criminosos de alta periculosidade ligados a organizações criminosas e com atuação interestadual. No Paraná, figurava entre os principais alvos estratégicos indicados pelas forças de segurança estaduais, sendo apontado como um dos seis criminosos mais procurados do Estado.

A captura foi realizada por policiais civis do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (DENARC) e do Departamento de Operações Especiais (DOESP) da PCPR e contou com o apoio das forças de segurança do Espírito Santo.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

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Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

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Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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