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Marina Silva dá boas-vindas aos novos analistas administrativos do ICMBio

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Na manhã da última segunda-feira (20/10), a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, realizou uma aula magna para os novos analistas administrativos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em Brasília. O ato abriu a etapa presencial do curso de formação dos 120 servidores empossados.

Ao dar boas-vindas, a ministra destacou a relevância do trabalho coletivo, da ética e da capacidade de “acreditar criando” para superar os desafios ambientais e sociais do país. “A técnica e o conhecimento são fundamentais. Mas o que orienta a técnica, senão os valores e a ética? A técnica sem ética é apenas tecnologia, soluções ou conhecimento. É a ética que orienta a ação na gestão pública”, salientou.

A ministra enfatizou o papel dos servidores na proteção das unidades de conservação, da biodiversidade e dos povos indígenas e comunidades tradicionais, defendendo a necessidade de ir “além das questões de natureza técnica”.

A importância da formação contínua e da superação dos resultados já alcançados para enfrentar os desafios cotidianos também foi destacada pela ministra. “A gente tem que quebrar a inércia do resultado já alcançado”, pontuou. “Era preciso ter pessoas que soubessem o que fazer para a gente poder alcançar os resultados que estamos alcançando agora, e que bom que vocês agora vêm se somar a esses esforços.”

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Marina Silva ressaltou ainda o esforço coletivo do governo federal para viabilizar o concurso e valorizar o serviço público. A ponderação foi reforçada pelo presidente do ICMBio, Mauro Pires. “O governo autorizou e vocês estão aqui hoje, nessa prova de que a consistência, a coerência e o compromisso com a gestão ambiental se traduzem em práticas, em posturas e em gestos”, avaliou.

O curso, que teve início de forma remota, segue até o dia 31 de outubro, com atividades na sede do Instituto Chico Mendes e saídas a campo.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Brasil

Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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