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Ministro Luiz Marinho prestigia Mutirão de Emprego na Esplanada do Ministérios

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Um total de 738 vagas de emprego foram preenchidas por trabalhadores durante Mutirão de Emprego promovido nesta quinta-feira (8) na Esplanada dos Ministérios em Brasília pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (SEDET). A ação fez parte das comemorações de aniversário do Sistema Nacional de Emprego (Sine), que completou 50 anos no dia 8 de outubro.

Presente ao evento, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, ressaltou a relevância dos serviços prestados pelo Sine. “O Sine realiza um trabalho importante de intermediação de mão de obra entre empresas e trabalhadores, captando vagas e as disponibilizando para quem está em busca de emprego”, disse.

O mutirão contou com a participação de 40 empresas, que realizaram contratações imediatas ou pré-seleções. Ao todo foram ofertadas 1.700 vagas.

Thiago Cardoso, de 19 anos, morador do Paranoá, foi um dos que chegou cedo ao evento e já saiu empregado. Após três meses procurando trabalho, ele conseguiu uma vaga como garçom em uma rede de restaurantes. “Fiz a entrevista no local e já começo na semana que vem, com carteira assinada”, comemorou.

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Thiago soube do mutirão por meio de uma amiga, que compartilhou o anúncio publicado em uma rede social. Ele elogiou a iniciativa por reunir empresas e candidatos em um só lugar. “Muita gente não sabe onde procurar emprego e essa ação facilita bastante”, destacou.

Em 2024, mais de 575 mil trabalhadores ingressaram no mercado de trabalho por meio das agências do Sine no país. Somente entre janeiro e setembro, 462.749 pessoas conquistaram uma vaga. As agências do Sine oferecem serviços como encaminhamento do seguro-desemprego, orientação e programas qualificação profissional.  “É fundamental que os trabalhadores busquem capacitação contínua para acessar melhores oportunidades de trabalho”, orientou o ministro.

Ele mencionou ainda a Escola do Trabalhador 4.0, uma parceria do MTE com a Microsoft que oferece 5,5 milhões de vagas em cursos online e gratuitos na área de tecnologia e informação. Mais informações sobre o programa estão disponíveis no link Caminho Digital — Ministério do Trabalho e Emprego

Rede Sine
Coordenada pelo MTE, a Rede Sine atua em parceria com estados e municípios que recebem recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para oferecer serviços à população. Atualmente, a rede conta com cerca de 1.500 agências em todo o país, oferecendo intermediação de mão de obra, encaminhamento ao seguro-desemprego, orientação profissional e programas de qualificação. Esses serviços também estão disponíveis na Carteira de Trabalho Digital.

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Criado em 1975, o Sistema Nacional de Emprego (Sine) tem como base a Convenção nº 88 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que recomenda aos países-membros a manutenção de um serviço público e gratuito de emprego, com o objetivo de promover uma organização mais eficiente e justa do mercado de trabalho.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Ministro Luiz Marinho recebe proposta tripartite para regulamentação do trabalho no comércio aos feriados

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, recebeu nesta quinta-feira (25) o relatório final do Grupo de Trabalho Tripartite do Comércio Varejista. O colegiado foi instituído em fevereiro deste ano com o objetivo de aprimorar a Portaria MTE nº 3.665/2023, que trata do trabalho em dias de feriado. As entidades representativas dos trabalhadores e dos empregadores entregaram uma proposta de minuta, que segue agora para parecer jurídico do Ministério antes de ser formalmente assinada.

Na proposta, as bancadas pedem que seja concedida, em caráter permanente, autorização para o trabalho aos feriados em algumas atividades específicas do setor de comércio, bens, serviços e turismo. A Portaria MTE nº 3.665/2023 entrou em vigor no dia 27 de maio de 2026. O texto estabeleceu que o trabalho no comércio em geral nos feriados fica condicionado à autorização por Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), firmada entre os sindicatos de trabalhadores e de empregadores. Com isso, a medida restabeleceu a legalidade da Lei nº 10.101/2000, que já previa a exigência de convenção coletiva para essas atividades.

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Ao receber o documento, Luiz Marinho agradeceu o esforço da bancada dos trabalhadores e dos empregadores, destacando a importância do diálogo permanente entre as partes envolvidas. Ele reiterou que o Ministério está sempre aberto ao diálogo, mesmo em temas complexos. “Às vezes, dá mais trabalho conversar, mas também dá mais efetividade. É possível fazer a canetada em menos tempo, mas nós não acreditamos nesse processo. Acreditamos, valorizamos e estimulamos o diálogo. Costumo dizer que, se as duas bancadas estão de acordo na mesa, é desnecessário que o governo interfira. O papel do governo é coordenar, estimular e, muitas vezes, provocar o diálogo entre as partes”, ressaltou o ministro.

O vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), Guiomar Vidor, avaliou o processo de negociação de forma positiva e afirmou que o diálogo entre as bancadas foi maduro, sempre buscando atender às demandas apresentadas. Segundo ele, a proposta entregue ao MTE contempla atividades consideradas essenciais para o setor de comércio, bens, serviços e turismo, permitindo a utilização da mão de obra nos feriados de acordo com as especificidades do setor, mas atendendo aos requisitos da legislação. “São atividades em que as empresas não podem ter sua atividade suspensa. Foi nesse sentido que construímos a proposta”, explicou Vidor.

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O presidente da Fecomércio São Paulo e diretor da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Ivo Dall’Acqua Junior, elogiou a posição do ministro Luiz Marinho em relação ao processo de negociação e à autonomia coletiva privada. “O ministro disse que não iria ‘canetar’, que teríamos que decidir por sermos os operadores. Isso foi magnífico e merece ser realçado. Essa atitude atende ao espírito do tripartismo, em que o Estado atua como mediador e encaminhador das soluções dos conflitos”, declarou Dall’Acqua.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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