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Ministério dos Transportes é um dos três órgãos do Executivo a conquistar Nível 3 em ranking de integridade

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Em reconhecimento como uma das gestões mais eficazes do Governo Federal, o Ministério dos Transportes comemora a classificação Nível 3 na avaliação de integridade pública, realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU), com 100% de implementação dos elementos analisados. O objetivo é alcançar o Nível 5 de excelência até dezembro de 2025.

“A meta está traçada, rumo ao nível máximo de integridade. Esse progresso só é possível com o engajamento das nossas equipes e a convicção de que a integridade não é uma meta isolada, mas o fundamento de toda política pública que transforma realidades. Seguiremos avançando com transparência, estratégia e responsabilidade”, celebrou o secretário-executivo da pasta, George Santoro.

O Modelo de Maturidade em Integridade Pública (MMIP), ferramenta utilizada pela CGU para medir o desempenho dos órgãos federais, avaliou aspectos como governança, transparência, prevenção à corrupção e ética pública. O mérito do Ministério dos Transportes é resultado de esforços contínuos para estruturar e implementar processos robustos nas diretrizes.

“Alcançar esse patamar não é apenas um selo de excelência, mas também um incentivo para que continuemos aprimorando nossos processos e fortalecendo a cultura de integridade dentro do ministério. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto, de servidores dedicados e de uma gestão que valoriza a integridade como pilar essencial para o desenvolvimento do nosso país”, detalhou o chefe da Assessoria Especial de Controle Interno do Ministério dos Transportes, Henrique Barros.

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Entre as iniciativas que têm impulsionado a atuação do órgão está o Plano de Integridade 2024-2027, aprovado pela Portaria MT nº 525/2024, que transforma objetivos como o comprometimento da alta gestão, a conscientização sobre assédio e discriminação, o fortalecimento da transparência ativa e passiva, capacitações sobre temas de integridade e o engajamento das áreas técnicas em ações práticas.

Além da pasta dos Transportes, apenas mais dois órgãos do Executivo atingiram o Nível 3 do ranking, entre eles o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

De olho na meta

Para alcançar o Nível 5 até dezembro de 2025, o Ministério dos Transportes tem adotado estratégias alinhadas aos mais altos padrões de governança pública. Entre as novidades, estão a criação dos Comitês de Governança e Controle Interno, além de políticas de sustentabilidade e prevenção ao nepotismo.

No próximo dia 20 de outubro, em Brasília, ocorre a 4ª edição do Workshop Integridade em Foco, que reunirá especialistas da Comissão de Ética Pública (CEP) e da CGU para debater o conflito de interesses e nepotismo, com foco no fortalecimento da ética, transparência e impessoalidade no serviço público.

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Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Contratualização no SUS e os desafios da gestão municipal são debatidos durante o Conasems

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O financiamento da saúde, os modelos de contratação e os principais desafios da gestão municipal estiveram no centro do seminário “Contratualização no SUS: planejamento, instrumentos jurídicos e desafios da gestão municipal”, realizado na manhã desta terça-feira (14), durante o Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Porto Alegre. O debate reuniu representantes da gestão pública e especialistas para discutir a contratualização como ferramenta essencial para a organização das redes de atenção à saúde e para a execução das políticas públicas nos territórios. 

Representando o Ministério da Saúde, o secretário adjunto de Atenção Especializada à Saúde, Carlos Amilcar Salgado, destacou a necessidade de um planejamento claro para a contratualização e chamou a atenção para os desafios relacionados ao financiamento do sistema, especialmente diante dos custos da atenção especializada. “Precisamos, antes de tudo, ter clareza sobre o que se pretende contratar. A contratualização começa pelo planejamento, pela identificação das necessidades da rede e pela definição dos resultados que se espera alcançar”, afirmou.

O Ministério da Saúde prevê que o financiamento será uma questão central para o SUS nos próximos anos. Será necessário construir soluções para garantir a sustentabilidade e a ampliação do acesso.

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Seminário debate “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”

Durante o seminário “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”, realizado na tarde desta terça-feira (14), o Ministério da Saúde abordou como o planejamento, o financiamento e a governança fortalecem o cuidado integral no SUS.

Para os técnicos do Ministério, a Atenção Especializada não pode ser vista como uma série de serviços isolados, e sim como um componente estratégico na rede que precisa estar articulado com a Atenção Primária. A integralidade é considerada um eixo estruturante, com a APS coordenando o cuidado, tendo a Atenção Especializada como apoio técnico que amplia a capacidade resolutiva e garante a continuidade assistencial. Além dessa integração, a organização da jornada do usuário também é fundamental para garantir atendimento no tempo certo e evitar desperdícios.

Vigilância epidemiológica

No painel “O papel da vigilância em saúde na redução da mortalidade nos territórios”, o debate técnico destacou a importância do uso de informações epidemiológicas para orientar o planejamento das ações de saúde e apoiar a redução de mortes evitáveis. Entre os temas abordados estiveram o monitoramento das doenças e dos agravos não transmissíveis, das violências e dos acidentes, a qualificação dos sistemas de informação e a integração entre vigilância, Atenção Primária e demais políticas públicas. Também foram apresentadas experiências desenvolvidas por estados e municípios para fortalecer a promoção da saúde, a prevenção e a vigilância nos territórios.

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A organização regional da imunização no Sistema Único de Saúde (SUS) e as estratégias voltadas à ampliação e qualificação das coberturas vacinais também estiveram em debate durante a programação técnica do 39º Congresso do Conasems. O painel abordou temas como planejamento territorial, monitoramento de indicadores e organização das ações de vacinação, com destaque para o microplanejamento como instrumento de apoio à definição de estratégias adaptadas às diferentes realidades dos municípios.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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