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Master Mechanic: Mecânicos Agrícolas Precisam de Novas Habilidades para Operar Máquinas Inteligentes

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Transformação do perfil do mecânico agrícola

Com a evolução das máquinas agrícolas para modelos conectados, inteligentes e automatizados, o perfil do mecânico agrícola está mudando. Se antes o foco era apenas em reparos e substituição de peças, atualmente é necessário dominar sistemas eletrônicos, sensores, softwares e comandos digitais de alta tecnologia.

Para mostrar a realidade do campo e a importância da capacitação contínua, a Massey Ferguson realiza a terceira temporada do Master Mechanic, o primeiro reality show brasileiro voltado para o agronegócio.

Pulverizador MF 500R é o destaque da competição

A nova temporada, composta por três episódios exibidos nos dias 16, 23 e 30 de outubro no YouTube da Massey Ferguson Brasil, terá como protagonista o pulverizador MF 500R, considerado um dos equipamentos mais avançados da marca. O equipamento é fundamental para garantir aplicações precisas e sustentáveis no campo.

Participantes e provas práticas

Seis mecânicos foram selecionados entre profissionais da rede de concessionárias da marca em todo o País, vindos do Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Durante a competição, eles serão avaliados em provas práticas envolvendo diagnóstico técnico, ajustes mecânicos e uso de ferramentas digitais.

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O objetivo é destacar a capacidade de interpretação técnica e resolução de problemas, competências cada vez mais exigidas na rotina de profissionais de mecanização agrícola.

Habilidades essenciais para o novo cenário do agro

Bruno Pianca, gerente de serviços da Massey Ferguson, explica que o mecânico moderno precisa integrar conhecimentos mecânicos e digitais:

“Para um diagnóstico preciso, o conhecimento mecânico e a interpretação de sistemas eletrônicos precisam caminhar juntos.”

Ele reforça que operadores também devem se adaptar às novas tecnologias, regulando corretamente tanto os ajustes mecânicos quanto os tecnológicos dos equipamentos, como no caso do pulverizador, em que a regulagem da barra e os ajustes no monitor são decisivos para a eficiência da aplicação.

Transição geracional no setor

O setor agrícola está em fase de transição, com profissionais experientes se adaptando às novas demandas e jovens técnicos com familiaridade digital chegando ao mercado. Segundo Pianca, essa combinação é estratégica para acelerar a assimilação das tecnologias embarcadas nas máquinas agrícolas.

Compromisso com a formação técnica

Rodrigo Junqueira, gerente-geral da AGCO e vice-presidente da Massey Ferguson América do Sul, afirma:

“O Master Mechanic reforça nosso compromisso com a valorização dos profissionais que garantem a eficiência das máquinas agrícolas. Reconhecer essas competências é essencial para impulsionar a produtividade e preparar o agro para os desafios de um cenário cada vez mais tecnológico.”

Apresentação, júri e premiação

A competição será apresentada pela jornalista Marcela Rafael, com o júri técnico formado por José Fernando Schlosser (Universidade Federal de Santa Maria), Adriano Sontag (AGCO) e Sandra Nalli (Escola do Mecânico). Os bastidores e conteúdos exclusivos serão conduzidos pelo influenciador Fernando Viana (@viananalida).

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A dupla vencedora receberá R$ 50 mil e um troféu exclusivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Demora em registro de defensivos agrícolas pressiona setor e afeta competitividade no Brasil

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A lentidão na análise de pedidos de registro de defensivos agrícolas segue como um dos principais gargalos do setor no Brasil. Em um ambiente altamente regulado, a demora nos processos impacta diretamente o planejamento das empresas, o lançamento de produtos, os investimentos e a competitividade da cadeia de agroquímicos.

Diante desse cenário, cresce o número de empresas que recorrem ao Judiciário para acelerar ou concluir processos administrativos. A medida, no entanto, exige cautela técnica e jurídica, já que envolve análise detalhada de documentação, fundamentos regulatórios e riscos de decisões desfavoráveis.

Judicialização de registros exige estratégia jurídica estruturada

A judicialização dos processos de registro de pesticidas tem se tornado mais frequente no mercado brasileiro. Especialistas destacam que, embora seja uma alternativa para reduzir prazos, o caminho judicial demanda planejamento jurídico adequado e alinhamento técnico regulatório.

A adoção de estratégias bem estruturadas é apontada como essencial para evitar insegurança jurídica e garantir maior previsibilidade nos processos de autorização de produtos.

Tema será destaque no Brasil AgrochemShow 2026

O assunto estará em evidência no 17º Brasil AgrochemShow 2026, que reunirá especialistas, empresas e representantes do setor de defensivos agrícolas e insumos.

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Durante o evento, a advogada Luciana Fabri Mazza, sócia do escritório Mazza e Manente de Almeida Advogados, apresentará uma palestra sobre a judicialização dos registros de pesticidas. A profissional atua nas áreas de Direito Público e Empresarial e possui formação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, além de pós-graduação pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários.

Evento reúne indústria, inovação e mercado de agroquímicos

Organizado pela AllierBrasil em parceria com a CCPIT Chem, o Brasil AgrochemShow tem como objetivo aproximar empresas nacionais e internacionais, ampliando o intercâmbio de informações sobre agroquímicos, bioinsumos, regulação, meio ambiente e inovação agrícola.

A expectativa é reunir cerca de 1.500 expositores e visitantes, consolidando o evento como um dos principais pontos de encontro do setor na América Latina.

Inscrições e ação social vinculada ao evento

As inscrições para o evento serão realizadas por meio do portal oficial da organização, mediante doação de cestas básicas destinadas à ONG Crê-Ser, reforçando o caráter social da iniciativa.

Na última edição, a ação resultou na arrecadação de aproximadamente 14 mil quilos de alimentos, destinados a projetos sociais apoiados pela entidade.

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Perspectiva do setor

A discussão sobre a modernização dos processos de registro e o equilíbrio entre regulação, inovação e segurança jurídica deve ganhar ainda mais relevância nos próximos anos.

Para o setor de defensivos agrícolas, a busca por maior agilidade regulatória é vista como um fator decisivo para ampliar a competitividade e acompanhar a evolução tecnológica do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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