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Complexo do Pecém (CE) abriga os primeiros projetos de hidrogênio verde do Brasil

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O Nordeste brasileiro é famoso pelas suas belezas naturais e por atrair milhares de turistas todos os meses para aproveitar o sol, as praias, a culinária e a cultura nordestina. Para além de destino turístico, a região também é conhecida pela liderança na geração de energia limpa e na produção do hidrogênio verde. Pensando nisso, a equipe do #MPorPeloBrasil foi conhecer de perto o Complexo do Pecém, no Ceará, um dos pólos de produção de energia limpa na região.

Localizado em São Gonçalo do Amarante, cerca de 50 quilômetros da capital Fortaleza, Pecém é destaque na movimentação de cargas, sustentabilidade e projetos de produção de energia limpa. O complexo também está em fase de elaboração de projetos de produção de hidrogênio verde, um combustível obtido a partir da eletrólise da água, processo que utiliza energia de fontes renováveis, como a solar e a eólica, para separar o hidrogênio do oxigênio.

Max Quintino, presidente do Complexo do Pecém, explica que é um grande projeto para o futuro. “Que posiciona o Ceará como um líder global na produção de combustíveis limpos”, disse. Ele destacou os investimentos em energia renovável, como a parceria com a Casa dos Ventos, uma empresa brasileira que desenvolve, constrói e opera projetos de geração de energia a partir de fontes renováveis.

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O presidente também falou sobre planos futuros, incluindo a construção do maior data center da América Latina, com o objetivo de atrair grandes empresas de tecnologia para o Brasil. Além disso, está em andamento a instalação de uma planta de amônia verde, que usará o vento e o sol para produzir hidrogênio verde e transformá-lo em um combustível sustentável, visando contribuir para a descarbonização de outros continentes.

Max Quintino citou ainda o plano de expansão para o complexo portuário, que inclui a ampliação do píer 2, a ampliação dos corredores de utilidades, a implantação do berço 11 e de um berço de acostagem para a movimentação de grandes cargas e projetos, bem como insumos para a cadeia produtiva de H2V.

Destaques
A movimentação de cargas no Complexo do Pecém segue em crescimento contínuo. No ano passado, foram movimentadas 23 milhões de toneladas, e a expectativa se mantém para 2025, com destaque para o aumento no fluxo de contêineres e de granéis sólidos.

A cabotagem, ou seja, o transporte entre portos brasileiros, também cresce continuamente. Devido à riqueza da agricultura nacional, Pecém se firmou como um importante hub de distribuição de frutas frescas (melão, uva e manga) produzidas no Ceará e no Vale do São Francisco, que são transportadas para todo o país e também para portos no exterior.

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Além disso, o porto se destaca pela exportação de minério de ferro, ferro e aço. O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, reforçou o empenho do governo brasileiro em investir em infraestrutura portuária, como em dragagens que permitem a atracação de navios maiores. “São mais produtos que podem ser movimentados e a economia sendo impulsionada. São empregos sendo gerados e a população com mais dinheiro para aproveitar a família”, disse.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Brasil vence principal competição latino-americana de Direito Espacial

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O Brasil alcançou um feito inédito no Direito Espacial: uma equipe brasileira venceu a etapa latino-americana da Competição de Júri Simulado em Direito Espacial Manfred Lachs, principal disputa internacional da área para estudantes universitários. A vitória garantiu ao País uma vaga na final mundial, em outubro, durante o Congresso Internacional de Astronáutica (IAC), em Antália, na Turquia.  

A final da VI Rodada Latino-Americana ocorreu na quinta-feira (21), na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). O evento foi organizado pela Agência Espacial Brasileira (AEB) e pela Rede Latino-Americana e do Caribe do Espaço (ReLaCa Espaço). Esta também foi a primeira vez que o Brasil sediou a competição.  

A equipe vencedora foi da Universidade Federal do Pará (UFPA), formada pelos estudantes Antony Davi Costa de Sena, Giovanna Reis Miranda e Lívia Ribeiro de Azevedo, com orientação da professora Mariana Monteiro de Matos. Na final, os brasileiros disputaram contra a Universidade Católica da Colômbia.  

Além do título principal, o Brasil conquistou outros dois prêmios inéditos na competição: o prêmio de melhor oradora para Lívia Ribeiro de Azevedo (UFPA) e a categoria de melhor memorial jurídico para Camila Ribas dos Reis e Natália Lucena dos Santos, da Universidade Católica de Santos (Unisantos).  

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Para a professora Mariana Monteiro de Matos, a conquista é resultado de anos de dedicação e fortalecimento da educação e da pesquisa na Amazônia. Segundo ela, a equipe foi movida pela vontade de aprender, compartilhar experiências e ampliar o acesso ao Direito Internacional e ao Direito Espacial entre jovens da região.   

“O resultado não foi por acidente, mas uma coroação de anos de trabalho duro e um sonho maior: fortalecer a educação e o Direito Internacional na Amazônia. Meu coração está cheio de alegria de ver isso acontecendo e espero que outros jovens se contagiem com este espírito e se juntem a nós, estejam onde estiverem, mas, especialmente, na Amazônia”, disse a professora Mariana.  

Os estudantes vencedores demonstraram que a competição foi mais do que uma disputa universitária. Durante meses de preparação, eles aprofundaram conhecimentos em áreas ainda pouco conhecidas no Brasil, como Direito Espacial, tecnologia e Direito Internacional. O grupo também ilustrou a importância de incentivar mais estudantes da Amazônia e da América Latina a se aproximarem do setor espacial.  

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A Competição Manfred Lachs foi promovida em conjunto com o XI Encontro Internacional da Rede Latino-Americana de Direito Espacial.  

Sobre a AEB  

A Agência Espacial Brasileira é vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e responsável pela coordenação da Política Espacial Brasileira. Criada em 1994, a instituição atua no desenvolvimento das atividades espaciais no País e na promoção do uso estratégico do setor espacial para a sociedade brasileira.  

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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