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Diálogos para a COP: ministro visita obras do Parque da Cidade em Belém a dois meses para a Conferência do Clima

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A 60 dias da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), o ministro do Turismo e presidente do Conselho Executivo da ONU Turismo, Celso Sabino, visitou nesta quinta-feira (10) as obras do Parque da Cidade, em Belém, e acompanhou de perto os preparativos finais do espaço que será um dos principais palcos do evento.

Com 500 mil m² e quase 80% das obras concluídas, o Parque da Cidade representa um investimento de R$ 980 milhões e reunirá áreas verdes, um centro gastronômico e espaços culturais. Durante a COP30, será o ponto de encontro de chefes de Estado e delegações internacionais, recebendo a Blue Zone – dedicada às negociações diplomáticas – e a Green Zone, espaço de interação da sociedade civil. A estrutura está sob responsabilidade das empresas DMDL e Consórcio Pronto RG, que atuam em parceria com a ONU e o governo federal.

O ministro destacou a relevância do empreendimento para a realização da conferência. “A COP30 será a maior já realizada e Belém está preparada para receber líderes de todo o mundo. O Parque da Cidade será um espaço emblemático, que ficará como legado para a população paraense e para o Brasil, integrando natureza, cultura e desenvolvimento sustentável”, afirmou Celso Sabino.

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Na ocasião, o ministro também se reuniu com o governador do Pará, Helder Barbalho, para alinhar os preparativos finais e a entrega de obras estratégicas conduzidas em parceria entre o governo federal e o governo estadual.

Até o momento, 74 países já confirmaram presença na COP30 e outros 35 estão em processo de negociação para participação, entre as 196 partes convidadas pela ONU.

“Como paraense, tenho muito orgulho de ver minha terra se preparando para receber o mundo. A COP30 não é apenas um evento, mas uma oportunidade histórica de mostrar a Amazônia e o Brasil como protagonistas no enfrentamento às mudanças climáticas. O legado que ficará para Belém será de infraestrutura, de visibilidade internacional e, principalmente, de esperança em um futuro mais sustentável”, conclui o ministro do Turismo.

FUNGETUR – Durante a visita, Celso Sabino ressaltou ainda as ações do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), que tem apoiado empreendimentos em todo o país na modernização e ampliação da infraestrutura turística, contribuindo diretamente para o fortalecimento da cadeia produtiva e para a preparação de destinos que receberão visitantes durante e após a COP30.

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O Ministério do Turismo injetou mais de R$ 185 milhões em recursos contratados para realização de obras e melhorias em serviços de hospedagem, agências de turismo, transportadoras, organizadoras de eventos, entre outros.

Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Contratualização no SUS e os desafios da gestão municipal são debatidos durante o Conasems

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O financiamento da saúde, os modelos de contratação e os principais desafios da gestão municipal estiveram no centro do seminário “Contratualização no SUS: planejamento, instrumentos jurídicos e desafios da gestão municipal”, realizado na manhã desta terça-feira (14), durante o Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Porto Alegre. O debate reuniu representantes da gestão pública e especialistas para discutir a contratualização como ferramenta essencial para a organização das redes de atenção à saúde e para a execução das políticas públicas nos territórios. 

Representando o Ministério da Saúde, o secretário adjunto de Atenção Especializada à Saúde, Carlos Amilcar Salgado, destacou a necessidade de um planejamento claro para a contratualização e chamou a atenção para os desafios relacionados ao financiamento do sistema, especialmente diante dos custos da atenção especializada. “Precisamos, antes de tudo, ter clareza sobre o que se pretende contratar. A contratualização começa pelo planejamento, pela identificação das necessidades da rede e pela definição dos resultados que se espera alcançar”, afirmou.

O Ministério da Saúde prevê que o financiamento será uma questão central para o SUS nos próximos anos. Será necessário construir soluções para garantir a sustentabilidade e a ampliação do acesso.

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Seminário debate “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”

Durante o seminário “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”, realizado na tarde desta terça-feira (14), o Ministério da Saúde abordou como o planejamento, o financiamento e a governança fortalecem o cuidado integral no SUS.

Para os técnicos do Ministério, a Atenção Especializada não pode ser vista como uma série de serviços isolados, e sim como um componente estratégico na rede que precisa estar articulado com a Atenção Primária. A integralidade é considerada um eixo estruturante, com a APS coordenando o cuidado, tendo a Atenção Especializada como apoio técnico que amplia a capacidade resolutiva e garante a continuidade assistencial. Além dessa integração, a organização da jornada do usuário também é fundamental para garantir atendimento no tempo certo e evitar desperdícios.

Vigilância epidemiológica

No painel “O papel da vigilância em saúde na redução da mortalidade nos territórios”, o debate técnico destacou a importância do uso de informações epidemiológicas para orientar o planejamento das ações de saúde e apoiar a redução de mortes evitáveis. Entre os temas abordados estiveram o monitoramento das doenças e dos agravos não transmissíveis, das violências e dos acidentes, a qualificação dos sistemas de informação e a integração entre vigilância, Atenção Primária e demais políticas públicas. Também foram apresentadas experiências desenvolvidas por estados e municípios para fortalecer a promoção da saúde, a prevenção e a vigilância nos territórios.

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A organização regional da imunização no Sistema Único de Saúde (SUS) e as estratégias voltadas à ampliação e qualificação das coberturas vacinais também estiveram em debate durante a programação técnica do 39º Congresso do Conasems. O painel abordou temas como planejamento territorial, monitoramento de indicadores e organização das ações de vacinação, com destaque para o microplanejamento como instrumento de apoio à definição de estratégias adaptadas às diferentes realidades dos municípios.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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