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Política Nacional

Médicos sugerem ações de prevenção e tratamento e obesidade; assista

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Cerca de 35% da população brasileira apresenta algum grau de obesidade, segundo dados do Ministério da Saúde. A doença já afeta mais de 9 milhões de pessoas no país e está associada a diversas comorbidades, como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, problemas articulares, dificuldades respiratórias e até alguns tipos de câncer.

Diante do avanço preocupante da condição, médicos e nutricionistas participaram de uma audiência pública promovida pela Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados para debater o cuidado primário no tratamento da obesidade.

O encontro teve como objetivo discutir estratégias para ampliar o acesso ao tratamento e reduzir complicações e custos com internações e terapias de longo prazo.

Experiência pessoal
O deputado Coronel Meira (PL-PE), que solicitou a audiência, compartilhou sua experiência pessoal com a obesidade. “Fui salvo pela cirurgia bariátrica. Pesava quase 148 kg e hoje mantenho 100 kg com atividade física. Meus problemas de saúde desapareceram”, relatou.

Como titula da Comissão de Saúde, Meira disse que está empenhado em iniciar um trabalho sério para tratar a obesidade primária, com foco especial na infância.

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Da TV Câmara – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Comissão aprova proposta que condiciona progressão de pena a redução de periculosidade

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A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 65/26, que condiciona a progressão de regime à efetiva redução da periculosidade do preso, comprovada por exame criminológico.

De autoria do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), o projeto altera a Lei de Execução Penal (Lei 7.210/84) para acabar com o que o autor chama de esvaziamento do exame criminológico, que teria passado a ser tratado como um elemento meramente formal focado no tempo de pena cumprido.

Critério
Pelo texto, a progressão de regime será proibida caso o laudo técnico aponte que o preso ainda é perigoso ou que existe probabilidade de ele voltar a cometer crimes.

Se o benefício for negado com base nesse critério, a situação do detento deverá ser reavaliada periodicamente por meio de novos exames.

Rigor
O relator do projeto, deputado Delegado Fabio Costa (PP-AL), apresentou parecer favorável à medida. “A segurança pública reclama o fim do automatismo na progressão de regime, que muitas vezes desconsidera o risco real que o apenado representa ao retornar ao convívio social”, afirmou.

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Fabio Costa disse ainda que a proposta valoriza critérios técnicos para assegurar a paz social. “Ao restabelecer a centralidade do exame criminológico fundamentado, o projeto retira a execução penal do campo da burocracia temporal e a devolve ao campo da responsabilidade técnica”, destacou.

Próximos passos
A proposta será agora analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), antes de ser votada pelo Plenário da Câmara.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e, em seguida, ser sancionado pela Presidência da República.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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