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Ciclo de webinars do MCTI comemora Ano Internacional da Ciência e da Tecnologia Quântica

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (SETEC), lançou um ciclo de webinars em alusão ao Ano Internacional da Ciência e da Tecnologia Quântica. Com 11 episódios, disponíveis no canal do YouTube do MCTI, os vídeos têm o objetivo de disseminar, popularizar e dar visibilidade às diversas iniciativas nacionais nessa temática.

No ciclo de webinars serão exploradas diferentes subáreas da Ciência e Tecnologia Quântica como informação, computação, sensoriamento, instrumentação e materiais quânticos, além de temas habilitadores cruciais, incluindo formação de capital humano, ciência, tecnologia, inovação, empreendedorismo e cooperação internacional.

Os dois primeiros episódios já estão no ar. O primeiro webinar tem a participação dos secretários do MCTI: Daniel Almeida Filho, da secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação; Henrique de Oliveira Miguel, da secretaria de Ciência e Tecnologia para Transformação Digital; Inácio Arruda, da secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social; e Andrea Brito Latgé, da secretaria de Políticas e Programas Estratégicos.

O segundo webinar convidou o Dr. Daniel Felinto, professor associado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Com um episódio por dia, a série vai até 12 de setembro.

Confira o calendário:

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Física Quântica

Desde o início do século XX, a física quântica revolucionou a ciência ao revelar fenômenos como a dualidade onda-partícula da luz e o comportamento da matéria em escala atômica e subatômica. Esses avanços possibilitaram tecnologias que transformaram nosso cotidiano, como lasers, LEDs e sistemas de GPS.

Hoje, com a chamada segunda geração das tecnologias quânticas (2.0), o mundo se prepara para um salto ainda maior, com promessas de inovação em computação, sensoriamento e comunicações. Esse setor já movimenta aproximadamente US$ 1 trilhão globalmente.

Iniciativas brasileiras em Tecnologias Quânticas

Laboratório de Tecnologias Quânticas (CBPF/MCTI): Tem como objetivo instalar infraestrutura para a fabricação e caracterização de chips quânticos supercondutores e implementar uma rede de comunicação quântica voltada à distribuição de chaves criptográficas seguras, fortalecendo a capacidade tecnológica e de segurança digital do país.

Centro de Competência MCTI-Embrapii em Tecnologias Quânticas: Fomentado pelo MCTI com recursos da Lei nº 8.248/1991 (Lei de TICS) e liderado pelo SENAI Cimatec, o centro busca acelerar o desenvolvimento das Tecnologias Quânticas no Brasil por meio de PD&I, capacitação de recursos humanos, formação de redes empresariais e criação de um ambiente de inovação aberta, com parcerias nacionais e internacionais e atração de startups.

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Rede Rio Quântica (CBPF-MCTI, UFF, UFRJ, PUC-Rio, IME): Propõe estabelecer um núcleo de competência para construir e operar uma rede de comunicação quântica metropolitana no Rio de Janeiro, conectando instituições de pesquisa e integrando o Brasil à Internet Quântica, ampliando a capacidade de inovação em segurança e transferência de dados.

INCT-IQ – Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Informação Quântica: Desenvolve pesquisa básica para tecnologias de computação e comunicação quântica, reunindo 24 grupos e laboratórios em 14 cidades e 21 instituições. Suas áreas abrangem desde Teoria da Informação Quântica até Física do Estado Sólido, consolidando um esforço nacional coordenado para avanço científico. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Brasil

Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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