Brasil
Instituto Mamirauá promove Encontro Pop Ciência no coração da Amazônia
Com o objetivo de fortalecer a popularização da ciência, tecnologia e inovação na Amazônia, o Encontro Pop Ciência desembarca em Tefé (AM) nesta quarta-feira (29). O evento ocorre no Instituto Mamirauá, organização social vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Com expectativa de reunir mais de 200 pessoas, o encontro deve contar com a presença de professores, pesquisadores e gestores públicos da região. “Essa troca entre quem está realizando e quem está fomentando é fundamental para o aprimoramento das políticas públicas e também para que a gente consiga entender o alcance do que está sendo promovido”, afirma a coordenadora-geral de Popularização da Ciência e Tecnologia do MCTI, Luana Bonone.
O evento busca consolidar, em âmbito regional, estratégias alinhadas às políticas públicas nacionais voltadas à difusão do conhecimento científico. “Esse evento é importante para articular quem já atua com a popularização da ciência, integrando iniciativas para ampliar seu impacto e mostrar diversas formas de divulgar a ciência para diferentes públicos, desde crianças até adultos”, explica a coordenadora do evento e líder do Núcleo de Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação do instituto, Bianca Darski.
Além de iniciativas do MCTI que serão apresentadas por Bonone, o evento contará com palestras sobre outros programas estratégicos, como o Programa Ciência na Escola (PCE), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), e o Programa Saúde na Escola (PSE), do Ministério da Saúde.
A programação do evento ainda conta com mesas-redondas com representantes de instituições de ensino, pesquisa e extensão e gestão e uma feira de ideias.
O encontro promovido pelo Mamirauá é inspirado nos eventos nacionais promovidos pelo MCTI, como os Encontros Nacionais de Popularização da Ciência e a articulação da rede de popularização da ciência da Região Norte.
Brasil
CMN aprova resolução que viabiliza R$ 1 bilhão em crédito para companhias aéreas
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, nesta semana, resolução que estabelece as condições para a concessão de até R$ 1 bilhão em financiamentos destinados ao capital de giro de companhias aéreas brasileiras. A medida integra o conjunto de ações anunciadas pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) para apoiar o setor aéreo diante da alta do querosene de aviação (QAv), um dos principais custos das empresas.
A resolução prevê operações com prazo de até seis meses para pagamento, taxa equivalente a 100% do CDI e limite de financiamento correspondente a até 1,6% do faturamento bruto anual de 2025 de cada empresa, limitado a R$ 330 milhões. Os recursos serão administrados pelo Banco do Brasil, com risco de crédito integralmente assumido pela União.
Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, a medida segue a lógica de ações adotadas em momentos excepcionais, como as implementadas durante as enchentes no Rio Grande do Sul, e buscam preservar a continuidade de serviços essenciais. “Como o crédito terá garantia da União, foi necessário estabelecer critérios de segurança e responsabilidade financeira para as empresas beneficiadas. Mesmo em uma medida emergencial, é importante preservar o equilíbrio e a responsabilidade nas operações do setor”, afirmou o ministro.
Segundo o secretário nacional de Aviação Civil do MPor, Daniel Longo, a aprovação representa mais uma etapa do esforço do governo federal para preservar a conectividade aérea e garantir estabilidade ao setor. “Estamos atuando para oferecer condições de curto prazo que ajudem as empresas a atravessar um momento de forte pressão de custos. Essa resolução é uma medida concreta para dar liquidez às companhias e preservar a malha aérea do país”, afirmou.
Outras medidas
Além da linha emergencial de crédito, o pacote apresentado pelo MPor inclui outras medidas para apoiar o setor. Entre elas estão a ampliação do prazo para pagamento de tarifas de navegação aérea, discussões sobre mecanismos tributários relacionados ao combustível de aviação e ações para ampliar a previsibilidade regulatória e reduzir custos operacionais do setor.
As medidas vêm sendo debatidas pelo MPor, em articulação com outros órgãos do governo federal, companhias aéreas e entidades do setor, diante do aumento dos custos operacionais observado nos últimos meses, especialmente em razão da elevação do preço internacional do petróleo e da variação cambial.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
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