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Defesa de Bolsonaro nega envolvimento em tentativa de golpe e questiona validade de provas

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Durante o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a tentativa de golpe de Estado, o advogado Celso Vilardi, que representa o ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmou que Bolsonaro não cometeu atos contra o Estado Democrático de Direito. Vilardi sustentou que o ex-presidente foi “dragado” para os fatos investigados pela Polícia Federal e que não há evidências concretas de sua participação na trama golpista.

Defesa questiona validade da delação de Mauro Cid

Vilardi também criticou a delação premiada de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, argumentando que a colaboração não deveria ser aceita como prova no processo. Ele afirmou que a delação é “mais grave que jabuticaba” e que a proposta do Ministério Público não existe em nenhum lugar do mundo, sugerindo que deveria ser anulada.

Alegações de cerceamento do direito de defesa

O advogado destacou que a defesa de Bolsonaro enfrentou dificuldades devido à disponibilização tardia de documentos pela Polícia Federal. Vilardi afirmou que os advogados receberam “bilhões de documentos” apenas após o início da instrução, o que comprometeria o direito de defesa do ex-presidente.

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Contexto do julgamento

O julgamento, iniciado em 2 de setembro de 2025, envolve Bolsonaro e outros sete réus, incluindo ex-ministros e generais de seu governo, acusados de articular uma tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022. As acusações incluem tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada e dano qualificado à União. A pena para os crimes pode ultrapassar 40 anos, mas, pela legislação brasileira, o tempo máximo de cumprimento efetivo é de 40 anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja no Tocantins: Fazenda de cooperado da Castrolanda atinge 76 sacas por hectare na safra 2025/26

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A safra de soja 2025/2026 na Fazenda Tropical, propriedade de um cooperado da Castrolanda Cooperativa Agroindustrial localizada no Tocantins, encerrou com produtividade média de 76 sacas por hectare, equivalente a cerca de 4.560 kg/ha. No total, foram produzidas aproximadamente 2.600 toneladas em uma área de 570 hectares.

O resultado é considerado positivo diante dos desafios climáticos enfrentados ao longo do ciclo produtivo, especialmente na fase inicial de implantação da lavoura.

Plantio da soja no Tocantins enfrentou irregularidade de chuvas

O plantio da soja teve início em 13 de outubro e se estendeu até 10 de dezembro, dentro da estratégia de aproveitar a janela ideal da cultura.

Segundo o engenheiro agrônomo da Castrolanda no Tocantins, João Nestálio Teixeira Schuster, o principal desafio ocorreu no começo do ciclo, devido à instabilidade das chuvas.

Ele explica que, embora as primeiras precipitações tenham ocorrido em outubro, o regime irregular afetou a umidade do solo e provocou perdas pontuais na implantação da cultura em algumas áreas.

Desenvolvimento da lavoura e manejo fitossanitário foram satisfatórios

A partir de dezembro, as condições climáticas se estabilizaram, favorecendo o desenvolvimento da lavoura de soja.

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De acordo com a equipe técnica, o manejo fitossanitário ocorreu dentro do planejado, com controle adequado de pragas e doenças durante o ciclo produtivo, o que contribuiu para a manutenção do potencial produtivo da cultura.

Excesso de chuva no final do ciclo impactou segunda safra

No encerramento do ciclo, entre fevereiro e abril, o aumento do volume de chuvas trouxe novo desafio ao sistema produtivo.

As precipitações, embora tenham favorecido o enchimento de grãos, dificultaram o planejamento da safrinha, atrasando a implantação das culturas subsequentes.

A colheita ocorreu entre 9 de fevereiro e abril, totalizando cerca de 60 dias de operação, período semelhante ao do plantio.

Produtividade da soja ficou abaixo de anos anteriores, mas dentro do esperado

Apesar da leve queda em relação a safras anteriores, a produtividade foi considerada satisfatória diante do cenário regional, que também enfrentou perdas climáticas.

Segundo a equipe técnica, praticamente todos os produtores da região registraram redução de rendimento devido ao comportamento irregular das chuvas ao longo do ciclo.

Mesmo assim, o desempenho da Fazenda Tropical foi avaliado como positivo e dentro das expectativas para as condições enfrentadas.

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Tocantins reforça posição como fronteira agrícola da soja

O desempenho da propriedade reflete o avanço da produção agrícola no Tocantins, que vem se consolidando como uma das principais fronteiras do agronegócio brasileiro.

Segundo projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Companhia Nacional de Abastecimento), a safra 2025/2026 no estado deve se aproximar de 10 milhões de toneladas de grãos, com destaque para a soja, principal cultura de expansão regional.

Sistema produtivo inclui soja, milho, sorgo, braquiária e abacaxi

Além da soja, a Fazenda Tropical adota um sistema diversificado de produção.

Atualmente, cerca de 320 hectares são destinados à safrinha, com aproximadamente 60% da área ocupada por milho ou sorgo. O restante é utilizado para braquiária, além de 15 hectares destinados ao cultivo de abacaxi, cultura de ciclo longo.

Segundo a equipe técnica, a diversificação contribui para a sustentabilidade produtiva e melhora o aproveitamento das janelas agrícolas da região, especialmente quando o plantio da soja ocorre dentro do período ideal entre outubro e novembro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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