Brasil
Secretária-executiva do Ministério do Turismo destaca parcerias e avanços na celebração dos 89 anos da ABIH Nacional
A secretária-executiva do Ministério do Turismo, Ana Carla Lopes, participou nesta terça-feira (02.09), em Brasília (DF), de sessão solene alusiva aos 89 anos da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), realizada no Senado Federal. O evento reuniu parlamentares, representantes do trade turístico e lideranças empresariais para celebrar a trajetória da entidade, reforçando seu papel estratégico no fortalecimento da hotelaria e do turismo brasileiro.
No seu discurso, Ana Carla destacou a parceria histórica entre a ABIH e o Ministério do Turismo, citando iniciativas que unem turismo, inclusão e desenvolvimento social. Entre elas, a campanha inédita que garante 15% de desconto em hospedagens para mulheres que viajam sozinhas. Lopes também apontou a colaboração da ABIH com o Ministério da Educação, que assegura o mesmo benefício a professores das redes pública e privada.
A secretária Ana Carla Lopes ressaltou, ainda, a modernização da Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) e a recente sanção da nova Lei Geral do Turismo. A legislação desburocratiza o setor, amplia a definição de prestadores de serviços turísticos – incluindo agricultores familiares e produtores rurais – e fortalece a segurança jurídica para investidores.
“Essas ações demonstram o quanto o setor hoteleiro pode ser protagonista em políticas públicas que unem turismo, inclusão e desenvolvimento social. O Ministério do Turismo se orgulha de ter parceiros tão comprometidos com a qualidade, a inovação e a hospitalidade que fazem do Brasil um destino cada vez mais competitivo e acolhedor”, afirmou Ana Carla.
A solenidade também contou com a presença de autoridades e lideranças do setor. O presidente da ABIH Nacional, Manoel Linhares, relatou sua trajetória pessoal e exaltou o papel da entidade na consolidação da hotelaria nacional.
“A história da ABIH se confunde com a minha própria trajetória. Vi de perto as lutas e as conquistas do setor, sempre com a força da união e da determinação. Tivemos avanços importantes, como a compra da sede própria em Brasília e, sobretudo, a inclusão da palavra hotelaria na Constituição. Isso demonstra a relevância da nossa atuação e o quanto o turismo e a hotelaria são estratégicos para o desenvolvimento do Brasil”, apontou Linhares.
A solenidade também contou com a presença de autoridades e lideranças do setor. O secretário de Estado de Turismo de São Paulo, Roberto de Lucena, enalteceu a força da hotelaria como eixo do desenvolvimento turístico nacional.
“A ABIH é uma das instituições mais longevas do turismo brasileiro e uma das vozes mais importantes. Ao homenagearmos a entidade, celebramos toda a cadeia produtiva do setor. São 89 anos de seriedade, representatividade e compromisso com o fortalecimento do turismo no Brasil. Que venham muitos outros anos de conquistas e legado para o setor”, declarou Lucena.
Por Livia Albernaz
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
Brasil
Terras raras: o que são e para o que servem?
O termo “terras raras” se refere a um grupo de 17 elementos químicos que, em geral, estão distribuídos em diferentes tipos de minerais, e, assim, exigem processos específicos para sua separação e aproveitamento.
Esses elementos são considerados importantes para diversos setores da economia devido às suas propriedades físicas e químicas, que permitem aplicações em tecnologias, equipamentos eletrônicos, geração de energia e indústria. Na prática, as terras raras estão presentes em diversos produtos utilizados no dia a dia, como smartphones, computadores, televisores, equipamentos médicos, veículos elétricos e sistemas de geração de energia. Suas propriedades ajudam a tornar esses equipamentos mais eficientes, leves e duráveis.
Apesar do nome, as terras raras não são necessariamente escassas. Muitos desses elementos são relativamente abundantes na crosta terrestre, mas costumam estar dispersos em baixas concentrações, o que torna sua identificação, extração e processamento mais complexos. A viabilidade econômica de um depósito de terras raras, no entanto, depende de fatores como o teor dos elementos, a mineralogia associada, a complexidade do beneficiamento e as condições de mercado e logística.
No Brasil, as terras raras ocorrem, em grande parte, em depósitos de argilas iônicas, formados pelo intemperismo de rochas enriquecidas nesses elementos, que dá origem a perfis de solo com camadas argilosas onde os elementos ficam adsorvidos a argilas. Esse tipo de ocorrência pode favorecer a extração dos elementos e, em determinadas condições geológicas e operacionais, resultar em menor necessidade de etapas de beneficiamento, contribuindo para a redução dos impactos ambientais em comparação com outros tipos de depósitos.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]
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