Curitiba
Curitiba recebe duas novas estações-tubo; saiba onde
As obras fazem parte do Lote 4.1 da Linha Verde Norte, que abrange o trecho entre o Bairro Alto e o Atuba
Nesta segunda-feira (19/11), o prefeito Rafael Greca, acompanhado do vice-prefeito Eduardo Pimentel, entregou duas novas estações-tubo na Linha Verde: a Estação Solar, no Bairro Alto, e a Estação Jardim Botânico, no bairro de mesmo nome. As novas paradas ampliam a rede de transporte público da cidade, melhorando a integração entre bairros e municípios vizinhos.
As obras fazem parte do Lote 4.1 da Linha Verde Norte, que abrange o trecho entre o Bairro Alto e o Atuba. “A Linha Verde passou por diversas gestões, mas a nossa teve a determinação de avançar e concluir. Essas melhorias viárias possibilitaram novas estações-tubo, promovendo mais conforto e segurança no transporte público”, afirmou Greca.
Melhorias entregues
Na Estação Solar, foram realizadas a pavimentação em concreto da canaleta exclusiva para ônibus, asfaltamento de vias locais, implantação de calçadas, canteiros com grama e nova iluminação pública. Já na Estação Jardim Botânico, o foco esteve em calçadas, paisagismo e iluminação.
Rodrigo Araújo Rodrigues, secretário municipal de Obras Públicas, destacou que as estações-tubo são um avanço para o transporte público. “Elas oferecem mais conforto, acessibilidade e segurança, complementando as obras viárias, como trincheiras, viadutos, novas pistas, calçadas e paisagismo ao longo de quase 3 km”, disse.
Próximas entregas
Três outras estações-tubo estão em fase final de construção e serão inauguradas em breve: Avenida das Torres/PRF e Atuba, previstas para dezembro, e UFPR, programada para janeiro.
Curitiba
Curitiba tem um bairro gigante que supera municípios da Região Metropolitana
A Cidade Industrial de Curitiba (CIC) carrega o título de bairro mais populoso da capital paranaense e figura entre os cinco maiores do Brasil. Segundo o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são 172.510 moradores, número superior ao de Pinhais e Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, que têm 127 mil e 118.730 habitantes, respectivamente.
Além da densidade populacional, a CIC se destaca pelo tamanho territorial, com 43 km² de extensão. Oficialmente fundada em 1973, a Cidade Industrial nasceu de uma parceria entre a Urbs e o Governo do Paraná.
A ideia era criar uma área planejada para receber indústrias e, ao mesmo tempo, oferecer moradia para trabalhadores. As primeiras casas começaram a surgir nos anos 1980 e, desde então, a região nunca parou de crescer.
Nos anos 1970, o bairro parecia isolado às margens da BR-116. Hoje, no entanto, faz parte do coração econômico da capital, com conexões diretas para o interior do Paraná.
Bairros mais populosos de Curitiba
Atualmente, a CIC lidera o ranking dos bairros mais populosos de Curitiba, seguida por Sítio Cercado, Cajuru, Uberaba e Boqueirão. Somadas, essas cinco regiões concentram 503.664 habitantes, ou seja, quase 30% de toda a população curitibana.
Na outra ponta, bairros como Riviera, Lamenha Pequena e Cascatinha mal chegam a somar 10 mil moradores.
Boom de investimentos após a pandemia
Desde 2022, a CIC tem atraído grandes investimentos em diferentes setores. Estima-se que cerca de R$ 2 bilhões já tenham sido confirmados em projetos industriais para os próximos três anos
A região também foi a mais procurada da cidade para abertura de empresas no primeiro semestre de 2022. Segundo a prfeitura, 2.761 novos negócios se instalaram ali, número maior que o registrado no Centro e no Sítio Cercado.
Atualmente, o bairro reúne aproximadamente 20 mil empresas, responsáveis por mais de 80 mil empregos diretos e indiretos, de acordo com a Associação das Empresas da CIC.
Entre os investimentos mais expressivos estão os R$ 1,5 bilhão da Volvo em pesquisa e desenvolvimento até 2025; os R$ 200 milhões da Fiocruz na construção de uma fábrica de vacinas; e outros R$ 200 milhões da alemã Horsch, que pretende implantar uma unidade de máquinas agrícolas na região.
Desafios do maior bairro de Curitiba
Apesar da relevância econômica e social, a CIC enfrenta desafios típicos de grandes centros urbanos. O bairro aparece em segundo lugar no ranking de crimes contra o patrimônio em 2025, com 2.545 ocorrências registradas apenas no primeiro semestre, ficando atrás apenas do Centro.
Além da questão da segurança, o trânsito intenso e as demandas por urbanização acompanham o crescimento acelerado da região.
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