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Com 18 empresas, mutirão de empregos reuniu centenas de pessoas em Curitiba

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Centenas de pessoas passaram pela Agência do Trabalhador Central de Curitiba nesta quarta-feira (31) em busca de uma colocação no mercado de trabalho. O Mutirão Emprega Mais Curitiba, primeira ação de empregabilidade promovida pelo Governo do Estado em 2024, ofertou mais de 600 vagas de emprego.

Com a participação de mais de 18 empresas, o mutirão ofertou vagas nos mais variados segmentos da economia. Ao longo do dia, foram realizadas cerca de 2 mil entrevistas. Um único candidato, ao retirar a senha, teve a oportunidade de entregar seu currículo para vários empregadores.

De acordo com um balanço parcial da ação, a maior parte das intermediações de contrato de trabalho foi concretizada durante o mutirão, o que na prática quer dizer que o trabalhador saiu do evento contratado pela empresa. 

“Nossa prioridade é estimular a intermediação de mão de obra em nossas Agências do Trabalhador. O Paraná tem muitas vagas de trabalho e nem todas são ofertadas pelo Sine. Mas quando levamos essas oportunidades de emprego para os mutirões, alcançamos um número maior de trabalhadores”, destacou o secretário de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda, Mauro Moraes. 

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O Mutirão Emprega Mais Curitiba é uma ação frequente promovida pela SETR em diversas regiões da Capital. Em 2023, foram realizadas edições nos bairros Pinheirinho, Boqueirão, Sítio Cercado, Bairro Novo e CIC.

EMPREGO EM ALTA – Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na terça-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, 77% das cidades do Paraná tiveram saldo positivo na geração de empregos. Entre os 399 municípios paranaenses, 306 tiveram saldo positivo na geração de empregos. O Estado fechou o ano com 87.599 novas vagas, o melhor resultado do Sul e o quarto melhor do País, respondendo por 6% de todos os postos formais criados no Brasil no ano passado.

Fonte: Governo PR

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Paraná é o 1º do país a criar ambiente para testar inovações tecnológicas em segurança pública

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O Governo do Estado instituiu uma medida inédita no Brasil para o desenvolvimento e avaliação de modelos de produtos de inovação voltados à segurança pública. Trata-se do Sandbox/Sesp, um ambiente experimental que permite o teste de novas soluções tecnológicas em cenários reais. A iniciativa é coordenada pela Secretaria da Segurança Pública (Sesp), que vai gerar e publicar as demandas específicas do setor por meio de editais de chamamento público.

A medida foi formalizada pelo Decreto nº 13.723, assinado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior. O objetivo do programa é atrair propostas que colaborem com a modernização de serviços de prevenção a ilícitos, investigação criminal, perícia oficial, gestão prisional, defesa civil e proteção à vida.

Na prática, o Sandbox consiste em um espaço regulatório controlado. O Estado concede uma autorização temporária com condições normativas adaptadas para que as empresas interessadas possam aplicar e validar suas ferramentas sob o acompanhamento técnico da secretaria, resguardando o interesse público e os parâmetros legais institucionais.

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O secretário da Segurança Pública, Saulo Sanson, explica que o foco é direcionar a inovação para as demandas práticas da pasta. “Pode ser aplicado, por exemplo, em ações de segurança de fronteira, otimizando a aplicação dos recursos humanos, gerando economia e com resultados abrangentes”, afirma.

CRITÉRIOS – As diretrizes para a seleção dos projetos serão detalhadas nos editais abertos pela Sesp, conforme as áreas prioritárias da administração. A participação das empresas tem caráter experimental, voluntário e gratuito.

A autorização para a execução dos testes terá vigência de até 12 meses, com possibilidade de uma única prorrogação por igual período. O regulamento estabelece que a aprovação ou a participação no programa não gera direito ou expectativa de contratação futura com a administração pública estadual, preservando os preceitos da livre concorrência.

Para o coordenador da iniciativa na Sesp, major Diego Nogueira, o Sandbox serve como etapa de validação técnica antes de eventuais expansões no serviço público. “A iniciativa poderá testar pilotos para futura aplicação em escala pelas forças de segurança. É também um incentivo à produção de tecnologia paranaense e às empresas que lançam tecnologias inovadoras”, avalia.

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ACOMPANHAMENTO – A condução e o julgamento das propostas serão de responsabilidade da Comissão Sandbox/Sesp, órgão deliberativo vinculado ao gabinete do secretário. O colegiado é integrado por representantes das Forças de Segurança, da Secretaria de Estado da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEMT) e da Fundação de Apoio à Atividade de Segurança Pública do Paraná (Fundaseg).

Para assegurar o controle social e a transparência do processo, a Sesp disponibilizará um painel eletrônico público com as informações consolidadas sobre o andamento e os resultados de cada projeto, em conformidade com as restrições legais de sigilo.

Fonte: Governo PR

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