Paraná
Rodovia entre Telêmaco Borba e Tibagi terá bloqueio de 30 dias para reforma de ponte
O Departamento de Estradas de Rodagem (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), informa que a ponte sobre o Rio Imbaú, na PR-340, próximo a Telêmaco Borba, nos Campos Gerais, vai ser totalmente interditada a partir desta segunda-feira (28).
A medida deve durar aproximadamente 30 dias corridos, sendo necessária para execução de obras de manutenção e conservação. Está prevista a demolição e execução de novas lajes de transferência em ambas cabeceiras da ponte, não sendo possível o tráfego de veículos durante esse serviço, e também a recuperação dos guarda-corpos, tratamento e recuperação da laje do tabuleiro, reparo e recuperação de rachaduras nas estruturas de concreto, melhoria e recuperação do sistema de drenagem, nova pavimentação e sinalização.
A ponte tem 64,10 metros de extensão e 8,30 metros de largura, e receberá um investimento de aproximadamente R$ 500 mil para concluir todas as melhorias.
BLOQUEIOS – Para evitar que condutores prossigam até a ponte sem necessidade, o trecho terá pontos de bloqueio no entroncamento com a BR-153 em Tibagi, e no entroncamento com a PR-160 em Telêmaco Borba, na localidade de Triângulo.
No sentido Telêmaco Borba – Tibagi, o tráfego será liberado para moradores locais até a ponte, mas para seguirem viagem além dela será necessário retornar à PR-160 e utilizar um desvio por estrada rural com extensão de 37 quilômetros.
No sentido Tibagi – Telêmaco Borba, veículos leves podem seguir até o mesmo desvio, que leva até a PR-160.
Veículos pesados devem utilizar a BR-153 e BR-376 como rotas alternativas.
A PR-340 e rodovias de acesso estarão todas com sinalização provisória alertando o usuário quanto ao bloqueio, e o desvio para veículos leves por meio de estrada rural também estará sinalizado.
CONSERVAÇÃO – A obra de manutenção e recuperação da ponte sobre o Rio Imbaú está incluída em um contrato do DER/PR que atende ao todo quatro pontes e três passarelas de rodovias estaduais em Telêmaco Borba e região, um investimento de R$ 2.012.054,19.
Fonte: Governo PR
Paraná
1º Simpósio de Internacional de Migração do Paraná destaca ações do Estado
O 1º Simpósio Internacional de Migração do Paraná, iniciativa do Governo do Estado que buscou ampliar o diálogo sobre mobilidade humana, integração e políticas públicas voltadas à população migrante reuniu mais de 500 pessoas. O evento contou com representantes da sociedade civil, gestores públicos municipais e estaduais, comunidade acadêmica, organismos internacionais, setor produtivo, conselhos de direitos, lideranças migrantes e demais interessados na temática.
Realizado pela Secretaria da Justiça e Cidadania (Seju), por meio da Superintendência-Geral de Governança Migratória (SGGM), o evento ocorreu na quinta e na sexta-feira (12 e 13), em Curitiba.
No simpósio foram apresentados dados sobre os atendimentos à população migrante, destacando a Governança Migratória do Estado do Paraná como um modelo inovador de balcão único para atendimento e acolhimento.
De acordo com o superintendente-geral de Governança Migratória, Gil Souza, antes da criação da SGGM, em abril de 2025, eram realizados, em média, 525 atendimentos mensais pelo Centro Estadual de Informação para Migrantes, Refugiados e Apátridas do Paraná (CEIM). Com a implantação da Agência do Migrante, em novembro do mesmo ano, esse número saltou para 1.809 atendimentos por mês, em média, atingindo o pico em maio deste ano, com 2.694 registros.
“O Governo do Paraná tem um compromisso muito grande com a política pública migratória e isso é tratado com muita metodologia e governança. O que a gente observou é que a metodologia empregada na agência do migrante tem contribuído, de fato, com o aumento do número de atendimentos e da população que tem buscado esses serviços”, disse Souza.
“Registramos quase 2,7 mil atendimentos no mês passado, um aumento expressivo que mostra que a população absorveu essa nova metodologia, essa nova governança, e que estamos contribuindo para acolher e atender às necessidades desse público da melhor forma possível”, ressaltou Gil Souza. “Curitiba tem sido um polo desse desenvolvimento, mas a gente quer atingir todo o Estado com essas boas práticas”, acrescentou.
O simpósio foi realizado em parceria com a Organização Internacional para as Migrações (OIM), a Fundação Pan-Americana para o Desenvolvimento (PADF), o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), o Sistema Fiep, a Sanepar, a Escola de Gestão do Paraná, Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços (SEIC), Cerma e o Observatório das Migrações Internacionais (Obmigra), vinculado à Universidade de Brasília.
MODELO DE INOVAÇÃO – Mais do que ampliar atendimentos, o Paraná passou a chamar a atenção internacional ao estruturar um modelo inovador de governança migratória. O estudo intitulado “Políticas Migratórias e Governança Multinível no Estado do Paraná”, de Marco Zupi, presente no relatório internacional Focus Migrazioni 2026, apresenta o Paraná como referência em inovação institucional e integração migratória.
Entre os principais pontos citados no documento está a criação da Superintendência-Geral de Governança Migratória (SGGM), apontada como um marco na consolidação de uma política pública permanente para a pauta migratória no Estado. Segundo o estudo, “a criação da SGGM marcou a transição da gestão emergencial para uma verdadeira política de Estado”.
Outro grande destaque é a Agência do Migrante, em Curitiba, descrita no relatório como “a primeira instituição pública no Brasil concebida como um balcão único para serviços ao migrante”.
O documento também ressalta que a Agência do Migrante atua na redução da burocracia, facilita o acesso à documentação, promove integração econômica e fortalece políticas públicas baseadas em dados e evidências. Além disso, destaca o papel do Paraná na construção de uma governança migratória multinível, envolvendo municípios, setor produtivo, sociedade civil e organismos internacionais.
A experiência paranaense é apresentada como um modelo capaz de inspirar outras regiões do Brasil e também contextos internacionais, especialmente pela capacidade de transformar acolhimento em desenvolvimento territorial, inclusão e dignidade.
Fonte: Governo PR
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