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PCPR mira grupo investigado por série de delitos patrimoniais em Curitiba e Araucária

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu duas pessoas nas primeiras horas desta sexta-feira (12), em Araucária, na Região Metropolitana, e no bairro CIC, em Curitiba. As capturas aconteceram durante uma operação deflagrada para desarticular um grupo criminoso investigado pela prática de roubos, furtos, adulteração de sinal identificador veicular e outros delitos patrimoniais na região.

Ao todo, foram cumpridos 10 mandados judiciais, sendo dois mandados de prisão preventiva e oito de busca e apreensão.

Durante o cumprimento das medidas, os policiais civis apreenderam uma arma de fogo, diversas munições e porções de diferentes tipos de entorpecentes. Dois homens foram presos e uma mulher foi conduzida para esclarecimentos e adoção das providências cabíveis. Outros dois investigados não foram localizados e são considerados foragidos.

A investigação teve início a partir da apuração de um roubo de motocicleta ocorrido em Curitiba, ocasião em que os autores utilizaram um veículo para dar apoio à ação criminosa. No decorrer dos trabalhos investigativos, constatou-se que o automóvel empregado no crime foi posteriormente incendiado em uma aparente tentativa de destruir vestígios e dificultar a identificação dos envolvidos. 

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A partir da análise de provas técnicas, diligências de campo e levantamentos de inteligência policial, a equipe especializada conseguiu identificar um dos envolvidos, cuja prisão foi cumprida no final do mês de março. O aprofundamento das investigações permitiu identificar uma estrutura criminosa mais ampla, com atuação coordenada de diversos indivíduos voltados à prática de crimes patrimoniais e à ocultação de provas. 

As apurações indicam que o grupo atuava de forma organizada, com divisão de funções entre seus integrantes, incluindo a execução direta dos crimes, o fornecimento de apoio logístico e a adoção de medidas destinadas a dificultar a ação das forças de segurança. 

“A operação é resultado de meses de investigação qualificada e integração entre os setores da Polícia Civil. A identificação dos integrantes do grupo e o cumprimento das medidas cautelares demonstram o compromisso da instituição em combater organizações criminosas voltadas à prática de crimes patrimoniais, especialmente aqueles relacionados ao roubo, furto e adulteração de veículos automotores”, destacou o delegado Gustavo Fernandes

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Os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário e permanecem à disposição da Justiça. As investigações prosseguem com o objetivo de identificar eventuais outros envolvidos, localizar os foragidos e aprofundar a apuração de possíveis crimes conexos.

DENÚNCIAS – A PCPR reforça a importância da colaboração da população com informações que possam auxiliar nas investigações. Denúncias anônimas podem ser realizadas pelos números 197 (PCPR) e 181 (Disque-Denúncia). Em situações de flagrante delito, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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