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Meio Ambiente: alunos da rede estadual de Antonina ajudam a limpar manguezais

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Alunos da rede estadual de ensino participam de ações pelo Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta segunda-feira, 05 de junho. Gerar consciência sobre a importância da preservação e cultivar atitudes responsáveis em relação aos recursos naturais são objetivos da data, instituída pela  ONU, em 1972.

Uma das ações focou em ações práticas no cuidado dos ecossistemas do Litoral e começou antes mesmo da data oficial. Na última sexta-feira (02), professores do Colégio Estadual Rocha Pombo, em Antonina, realizaram uma atividade especial. Eles acompanharam cerca de 150 alunos da instituição no 2° Mutirão de Limpeza dos Manguezais do município, evento promovido pelo Governo do Estado, por meio da diretoria de Meio Ambiente da Portos do Paraná, com parceria da Prefeitura de Antonina, entre outros apoiadores. 

Foram recolhidas 2,5 toneladas de resíduos, que agora vão gerar renda a famílias de catadores da associação local. O mutirão visou conscientizar os participantes sobre a importância da preservação da mata nativa do Litoral e incentivar ações práticas neste sentido.

Além da conscientização sobre a importância dos ecossistemas do mangue, a ação incluiu exposições sobre os manguezais e biodiversidades associadas locais, além de atividades de sensibilização ambiental e estandes informativos. Somadas, as atividades proporcionaram a percepção a respeito dos impactos da ação humana sobre o meio ambiente. 

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MANGUEZAIS – Considerados essenciais para o equilíbrio entre os biomas terrestre e marinho, os manguezais desempenham papel fundamental na manutenção da biodiversidade, proteção contra erosão e controle da qualidade da água. “Ações como esta possibilitam aos alunos perceber que pequenas atitudes, como a coleta de lixo e o descarte correto de resíduos, podem fazer a diferença na preservação ambiental”, afirma a pedagoga do colégio, Lilian Santos Brandão, que coordenou a atividade.

Para ela, o engajamento dos jovens no cuidado com o meio-ambiente, desde cedo, é essencial para a formação cidadã. “Ao se envolverem ativamente no mutirão, os alunos puderam desenvolver habilidades como trabalho em equipe, consciência cidadã e senso de responsabilidade ambiental”, destaca.

Eric Dutra Gonçalves, aluno do 9° ano da instituição, está entre os alunos que participaram do mutirão. “Entendo que a preservação do meio ambiente é crucial para nossa geração e as futuras. Precisamos agir agora para evitar danos irreparáveis ao nosso planeta. Cada ação conta, desde economizar água e energia até reciclar e reduzir o consumo de plástico. Nosso futuro depende disso, e eu me sinto responsável por fazer minha parte e garantir um mundo melhor para todos”, complementa.

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LAÇOS – Além do contato com o meio ambiente, a participação dos estudantes na atividade contribuiu para o fortalecimento dos laços entre escola e comunidade, promovendo a relação de parceria e cooperação na busca por um objetivo comum: a preservação. “A interação entre a escola e a comunidade contribui para o desenvolvimento de uma consciência coletiva em relação à importância da preservação ambiental e para a construção de um futuro sustentável”, reforça Lilian.

Assim como na edição anterior, que aconteceu há cerca de um ano, mais de duas toneladas de resíduos como plásticos, isopor, borracha e linhas de pesca foram recolhidos. “Cada resíduo retirado, cada pedaço de plástico recolhido, reflete os primeiros movimentos rumo a uma sociedade formada por cidadãos mais conscientes e responsáveis com a natureza”, finaliza.

Fonte: Governo PR

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Operação Mulher Segura cumpre 249 mandados de prisão e prende 2,3 mil em flagrante

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A Operação Mulher Segura, da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp), intensificou ao longo do mês de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher, o cumprimento de mandados de prisão em aberto relacionados a crimes de violência contra elas. A ação resultou em avanços no número de prisões e no andamento de investigações no Estado.

Ao todo, foram cumpridos 249 mandados de prisão de pessoas condenadas por crimes no âmbito da violência contra a mulher, em ação coordenada pelo Centro de Operações Integradas de Segurança Pública (Coisp). A operação resultou também em 2.354 prisões em flagrante entre diferentes tipificações criminais relacionadas à violência contra a mulher.

As atividades envolveram os setores de inteligência da Polícia Civil do Paraná (PCPR), da Polícia Militar do Paraná (PMPR) e da Polícia Penal do Paraná (PPPR), Polícia Científica do Paraná (PCIPR) e Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) com foco em crimes como feminicídio, lesão corporal, importunação sexual, estupro, violência doméstica, ameaça e perseguição.

“Quando o Estado localiza e prende quem deve responder à Justiça, demonstra que o crime não compensa e que a segurança permanece como prioridade”, afirma o secretário da Segurança Pública do Paraná, coronel Saulo Sanson.

Segundo a delegada-chefe da Divisão de Polícia Especializada, da PCPR, Luciana Novaes, a atuação das unidades de polícia judiciária e das Delegacias da Mulher se reflete na eficácia na captura de agressores. “É um encorajamento à denúncia. Ao retirar de circulação aqueles que ameaçam a integridade feminina e monitorar de perto os agressores, reafirmamos que a proteção à vida é uma prioridade absoluta. ​A justiça só é plena quando o silêncio da vítima é substituído pela voz da coragem e pela resposta imediata do Estado”, diz.

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Para a major Carolina Zancan, coordenadora da Patrulha Maria da Penha, da PMPR, as ações garantem que agressores sejam responsabilizados e que as vítimas recebam proteção e acolhimento. “É uma iniciativa que concentra esforços no cumprimento de mandados em aberto, no fortalecimento das investigações e, ao mesmo tempo, na ampliação de ações preventivas, demonstrando que o enfrentamento a esse tipo de crime é permanente e prioridade em todo o Paraná”, afirma.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de prisão por ameaça, descumprimento de Medidas Protetivas de Urgência (MPU), por lesão corporal, perseguição, estupro de vulnerável, estupro ou atentado violento ao pudor, além de tentativa de feminicídio e feminicídio consumado, e outras tipificações criminais relacionadas à violência contra a mulher.

Das prisões em flagrante, os registros são por ameaça, lesão corporal e prisões por outras tipificações no âmbito da Lei Maria da Penha, incluindo injúria, vias de fato e dano, e por descumprimento de medida protetiva de urgência (MPU). Foram registrados ainda casos de perseguição, tentativa de feminicídio, estupro e feminicídio consumado.

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De acordo com o coordenador do Coisp, coronel Sérgio Augusto Ramos, a integração das forças de segurança paranaenses foi fundamental para os resultados alcançados com a Operação Mulher Segura. “Foi uma grande força-tarefa visando a prisão dessas pessoas que já tinham mandados de prisão concedidos pelo Poder Judiciário. O número de presos colabora com a redução dos índices de violência dessa natureza no Paraná”, explica.

A Operação Mulher Segura 2026, realizada nos 399 municípios paranaenses, ainda promoveu 318 palestras educativas, alcançando um público de 27.174 pessoas. Também intensificou as visitas preventivas e de fiscalização à violência doméstica e familiar, consultando tanto vítimas quanto agressores.

“Além da conscientização, que é a ação primária da prevenção, as forças de segurança paranaenses também trabalham no combate ao crime com repressão, por meio de prisões e análise de mandados que estavam em aberto para impulsionar as investigações”, afirma o coordenador do Programa Mulher Segura da Sesp, coronel Cleverson Machado.

Fonte: Governo PR

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