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Paraná

Medição eficiente: Sanepar vai trocar mais 380 mil hidrômetros em 2026

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) desenvolve em todo o Estado um trabalho contínuo de manutenção preventiva de seu parque de hidrômetros. Com mais de 4,4 milhões de imóveis atendidos com água tratada em todo o Paraná, modernizar e manter a precisão dos equipamentos de medição contribui para a eficiência operacional do sistema de abastecimento, reduzindo perdas de água e garantindo a precisão da medição para o consumidor.

Em 2025, a Sanepar trocou 364 mil hidrômetros. Para este ano, a meta da Companhia é substituir mais cerca de 380 mil medidores em todo o Estado. Somente no primeiro bimestre deste ano, mais de 62,5 mil unidades já foram renovadas.

Conhecido popularmente como relógio de água, o hidrômetro é um instrumento de alta precisão. Em seu interior, engrenagens sensíveis trabalham de forma ininterrupta para registrar, em metros cúbicos, o volume de água que entra no imóvel. No entanto, por ser um equipamento hidráulico em movimento constante, ele sofre um desgaste natural com o passar do tempo, o que torna a sua renovação indispensável para manter a confiabilidade da medição de consumo.

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Ao atingir o fim de sua vida útil — que pode variar de 4 a 10 anos, dependendo do modelo do equipamento e do volume de consumo —, o mecanismo interno pode apresentar falhas e gerar a submedição, que é quando o aparelho registra menor volume de água do que o realmente consumido.

De acordo com o gerente-geral comercial da Sanepar, Sérgio Portela, a substituição periódica preventiva é um serviço totalmente gratuito para o cliente e segue as diretrizes de normas técnicas do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que recomenda a substituição em razão do tempo de vida útil do aparelho.

“Antes de serem instalados, os equipamentos novos passam por um rigoroso controle de calibração. Ao trocar os aparelhos antigos, a Sanepar garante que o volume de água registrado seja fiel ao volume consumido, o que assegura uma cobrança justa e evita distorções causadas por eventuais falhas mecânicas de equipamentos que tenham chegado ao fim de sua vida útil”, destaca.

COLABORAÇÃO – A colaboração do cliente mantendo o livre acesso das equipes ao hidrômetro, sem obstáculos como muros altos, grades fechadas ou animais que possam impedir o trabalho, é essencial para que a manutenção preventiva ocorra sem transtornos.

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Como medida de segurança, a orientação é para que os moradores sempre confiram se os profissionais estão devidamente uniformizados e portando crachá de identificação, caracterizados com a inscrição “a Serviço da Sanepar” antes de permitir o acesso.

Em caso de dúvidas, os clientes devem entrar em contato com a Sanepar por um de seus canais oficiais, como o telefone 0800 200 0115, WhatsApp (41) 99544-0115, aplicativo Minha Sanepar ou pelo site da Companhia: www.sanepar.com.br

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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