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Com nova turma, Paraná amplia qualificação de profissionais da saúde para a gestão do SUS

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) promoveu nesta segunda-feira (24) a aula inaugural e o acolhimento institucional da 3ª Turma do Programa de Residência Técnica e do Curso de Especialização em Gestão em Saúde Pública. O programa é desenvolvido em parceria com a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e a Universidade Estadual de Maringá (UEM). A cerimônia, de forma online, reuniu diretores, supervisores, servidores e os novos residentes, que acompanharam o evento diretamente das unidades onde atuam.

Com foco no fortalecimento da gestão do SUS no Paraná, o programa chega à sua terceira edição consolidado como uma das principais iniciativas de formação profissional da Sesa. Somadas as duas primeiras turmas, que totalizaram 189 residentes, já foram investidos R$ 15,5 milhões. Para esta nova edição, o investimento previsto chega a R$ 36,1 milhões, considerando as 416 vagas ofertadas. A iniciativa oferece formação gratuita, bolsa mensal de R$ 3.040, auxílio-transporte de R$ 264 e certificação dupla.

“A Residência Técnica reforça a capacidade de gestão da saúde pública e amplia a qualificação dos profissionais que atuam diariamente para melhorar o atendimento à população. É um programa que fortalece o SUS no Paraná e contribui diretamente para serviços mais ágeis, modernos e eficientes”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Durante a abertura, a coordenadora estadual dos Programas de Residência Médica da Seti, Fátima Padoan, destacou a parceria consolidada entre as instituições envolvidas. “Agradecemos à Sesa pela confiança contínua no programa e pela parceria que tem sido determinante para o sucesso da Residência Técnica. A integração entre ensino superior e gestão pública é fundamental para preparar profissionais para os desafios do SUS. A participação da UEM, com uma coordenação comprometida e um corpo docente de excelência, reforça a qualidade e o diferencial desta formação”.

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Além dos residentes, a nova turma conta também com servidores da própria Sesa que farão o curso de especialização.

Segundo o diretor-geral da Sesa, César Neves, são 138 profissionais de nível superior que se somam a esta terceira edição, o que demonstra o avanço da política de valorização e capacitação da força de trabalho. “Essa formação complementa o desenvolvimento profissional e fortalece as equipes em todas as Regionais de Saúde, refletindo o compromisso da Sesa com a melhoria contínua da gestão pública”, ressaltou.

ATUAÇÃO – Nesta etapa inicial, a Residência Técnica e a Especialização contam com 248 matriculados, distribuídos em 16 áreas de formação, como Enfermagem, Farmácia, Serviço Social, Psicologia, Odontologia, Administração, Arquitetura, Engenharia e Nutrição. O programa possui carga horária total de 2.880 horas práticas e 510 horas teóricas.

Os residentes atuarão no Nível Central da Sesa, nas 22 Regionais de Saúde, em unidades da Funeas, no Laboratório Central do Estado (Lacen), no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), no Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), na Central Estadual de Transplantes (CET), no Centro de Produção e Pesquisa de Imunobiológicos (CPPI), na Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP) e também na Universidade Estadual de Maringá (UEM), parceira na execução da formação.

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FORTALECIMENTO – O Programa de Residência Técnica e Especialização vem contribuindo significativamente para o aprimoramento do serviço público, fortalecendo a gestão em diferentes instâncias da Sesa e do SUS. A iniciativa promove práticas inovadoras, otimiza processos, qualifica a regionalização, as vigilâncias e a assistência farmacêutica, além de ampliar a integração entre equipes e disseminar boas práticas. Também desenvolve competências essenciais para a atuação no setor público, como análise crítica, tomada de decisão, comunicação e trabalho em equipe.

O PROGRAMA – O Programa de Residência Técnica (Restec) é uma iniciativa do Governo do Paraná que oferece oportunidades para jovens recém-formados iniciarem suas carreiras no serviço público, contribuindo diretamente para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Alia aprendizado teórico e prática profissional, com atividades desenvolvidas em unidades da Sesa, e aulas online do Curso de Especialização em Gestão em Saúde Pública, ofertado pela UEM e pela Seti.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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