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AB Vista amplia portfólio com Progres, solução inovadora para saúde intestinal animal

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Progres fortalece sanidade intestinal e desempenho zootécnico

A AB Vista amplia seu portfólio com o lançamento do Progres, uma solução inovadora voltada à saúde intestinal de diferentes espécies animais. O produto reforça a estratégia da empresa de oferecer ferramentas nutricionais que promovam produtividade, resiliência e sustentabilidade na produção animal.

Em um contexto em que a sanidade intestinal é determinante para desempenho, eficiência alimentar e redução do uso de antibióticos, o Progres surge como uma tecnologia diferenciada, baseada em ácidos resínicos naturais, com ação direta na integridade da mucosa intestinal.

Mecanismo de ação: proteção da barreira intestinal

O Progres é um produto patenteado, desenvolvido para preservar a integridade epitelial, protegendo o colágeno — componente essencial da barreira intestinal.

Seu ativo exclusivo, derivado da colofônia presente em árvores coníferas como abetos e pinheiros, exerce dupla ação no trato gastrointestinal:

  • Proteção da barreira epitelial: limita a produção de enzimas que podem comprometer a integridade intestinal em quadros inflamatórios.
  • Modulação positiva da microbiota: favorece o crescimento de bactérias benéficas e reduz a proliferação de patógenos gram-positivos.
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Essa atuação contribui para maior estabilidade intestinal, especialmente diante de desafios sanitários e fatores de estresse produtivo.

Resultados comprovados em múltiplas espécies

Após mais de dez anos de pesquisa, o Progres demonstrou benefícios consistentes em aves, suínos, organismos aquáticos e ruminantes jovens, tanto em condições sanitárias ideais quanto em cenários de desafio.

Segundo Leandro Baruel, Gerente Comercial da AB Vista para a LAM:

“Progres atua em programas de produção para fortalecer a saúde intestinal, impulsionando a performance de forma consistente.”

Os testes nacionais e internacionais confirmam o impacto positivo da integridade intestinal sobre desempenho, bem-estar animal e qualidade da produção.

Expansão estratégica no mercado de aditivos funcionais

A inclusão do Progres no portfólio reforça o compromisso da AB Vista com soluções que integram nutrição, saúde intestinal e sustentabilidade.

O produto oferece suporte a nutricionistas, veterinários e gestores de produção, auxiliando na otimização nutricional, aumento da eficiência produtiva e redução de riscos sanitários. Além disso, contribui para uma produção animal mais responsável e sustentável.

A empresa continuará investindo no desenvolvimento do Progres e na expansão de sua disponibilidade global, explorando novas aplicações e mercados.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Plano Brasil Soberano: Governo amplia crédito para fertilizantes

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Fabricantes de fertilizantes, produtores de matérias-primas intermediárias e mineradoras que abastecem o setor poderão contratar capital de giro pelo Plano Brasil Soberano. A mudança amplia o alcance do programa e procura dar fôlego financeiro a uma cadeia considerada estratégica para o agronegócio brasileiro.

Projetos industriais e tecnológicos ligados ao beneficiamento, refino e transformação de minerais críticos e estratégicos também terão acesso a recursos com custo reduzido. O encargo da fonte de financiamento caiu para 3% ao ano, ante percentuais que chegavam a 8% na aquisição de máquinas e equipamentos e a 6,5% em determinados investimentos.

A decisão foi tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião extraordinária realizada no fim de agosto. O colegiado também prorrogou por 12 meses o prazo para apresentação dos pedidos de financiamento ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As empresas elegíveis poderão protocolar as solicitações até 31 de dezembro de 2027.

Para o produtor rural, o efeito não será direto. As linhas são destinadas às empresas que produzem, processam ou fornecem insumos para a fabricação de adubos. O objetivo é melhorar as condições financeiras da indústria e reduzir riscos de interrupção no abastecimento do campo.

A inclusão do capital de giro atende a uma característica do setor. Muitas empresas precisam pagar antecipadamente pelas matérias-primas importadas, arcar com frete, armazenagem e processamento e somente depois receber pelas vendas realizadas aos produtores ou distribuidores.

Esse intervalo exige grande disponibilidade de caixa. Quando o crédito fica caro ou escasso, as empresas podem reduzir compras, estoques e produção. A consequência chega às propriedades na forma de menor oferta, dificuldade para programar entregas e maior exposição às oscilações de preços.

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Antes da mudança, as empresas da cadeia de fertilizantes podiam recorrer ao Plano Brasil Soberano principalmente para comprar máquinas ou executar projetos de investimento. Agora, os recursos também poderão financiar despesas necessárias ao funcionamento diário das operações.

A medida ganha importância porque o Brasil importa mais de 80% dos fertilizantes que utiliza. Essa dependência deixa a produção agrícola vulnerável ao câmbio, às cotações internacionais, aos custos marítimos e a conflitos capazes de interromper rotas ou restringir a oferta mundial.

O país responde por cerca de 8% do consumo global de fertilizantes e ocupa a quarta posição entre os maiores consumidores. Soja, milho e cana-de-açúcar representam mais de 73% da demanda nacional, o que transforma o insumo em um componente decisivo dos custos das principais cadeias agrícolas.

O crédito mais barato para minerais estratégicos procura estimular investimentos em etapas que ainda são pouco desenvolvidas no Brasil. O país possui reservas minerais importantes, mas parte do material extraído é exportada sem processamento ou não chega a ser transformada internamente nos produtos necessários à agricultura.

Ao apoiar o beneficiamento, o refino e a transformação dentro do país, o governo tenta ampliar a capacidade industrial e diminuir a dependência de produtos acabados vindos do exterior. O resultado, entretanto, dependerá da execução dos projetos, que podem exigir licenciamento, infraestrutura, tecnologia e vários anos até o início da produção.

O percentual de 3% ao ano não representa necessariamente a taxa final que será paga pelas empresas. Ele corresponde ao custo da fonte de recursos e já considera a remuneração do BNDES. Nas operações indiretas, realizadas por bancos credenciados, ainda podem existir encargos do agente financeiro e custos relacionados ao risco do tomador.

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Por isso, a medida também não garante uma queda imediata no preço do fertilizante vendido ao agricultor. As cotações continuarão sujeitas ao câmbio, aos preços internacionais, ao frete, à oferta mundial de nutrientes e à demanda no período de plantio.

O ganho mais provável no curto prazo é a melhora das condições para que fabricantes e fornecedores mantenham estoques e cumpram contratos. No longo prazo, se os investimentos aumentarem a produção e o processamento de matérias-primas no Brasil, o setor poderá reduzir a exposição a crises externas e ganhar maior previsibilidade.

O acesso às linhas será restrito aos segmentos definidos conjuntamente pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e pelo Ministério da Fazenda. A relação de atividades autorizadas consta das portarias que regulamentam o Plano Brasil Soberano.

Criado para apoiar empresas afetadas pelo aumento das tarifas norte-americanas e pela instabilidade do comércio internacional, o programa passa a alcançar uma cadeia diretamente ligada à segurança produtiva do país. Para o campo, o efeito concreto será medido pela capacidade da política de ampliar a oferta interna, evitar falta de insumos e reduzir a dependência que hoje transforma qualquer crise internacional em custo adicional dentro da porteira.

Fonte: Pensar Agro

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