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Ministério da Saúde abre inscrições até 8 de abril para o programa Mais Médicos

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O Ministério da Saúde abriu inscrições para 1.524 vagas em novo edital do Projeto Mais Médicos para o Brasil (PMMB), voltado à atuação na Atenção Primária à Saúde (APS). O 45º ciclo tem como objetivo dar continuidade às ações de aperfeiçoamento na APS em regiões prioritárias do Sistema Único de Saúde (SUS). As inscrições podem ser feitas até o dia 8/4, por meio da Plataforma de Gerenciamento de Programas de Provimento. Atualmente, mais de 26 mil médicos atuam em todo o país pelo Programa Mais Médicos.

O edital reforça a política de equidade no SUS, com a ampliação de cotas estruturadas que contribuem para melhorar a cobertura em comunidades vulneráveis, incluindo territórios indígenas. São 1.351 vagas para equipes de Saúde da Família (eSF), 75 para equipes de Consultório na Rua e 98 para Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). Os profissionais selecionados atuarão por 48 meses.

De acordo com o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço, a iniciativa amplia a cobertura assistencial e fortalece a presença de médicos em regiões com maior escassez de profissionais.

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“Esse programa de formação é fundamental para reduzir a falta de especialistas nas nossas cidades, sobretudo nas regiões que mais precisam. Por isso, sempre destaco que a inserção de especialistas no SUS potencializa a resolutividade da Atenção Primária e fortalece os fluxos assistenciais entre os diferentes níveis de atenção, qualificando o cuidado prestado à população”, destacou Proenço.

O edital integra estratégias de formação, provimento e educação pelo trabalho no âmbito do SUS, promovendo a articulação entre ensino, serviço e comunidade, com atividades que aliam formação e prática assistencial.

Inscreva-se no novo ciclo do Mais Médicos e leve atendimento de qualidade a quem mais precisa

Conheça o Programa Mais Médicos para o Brasil

Nádia Conceição
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saiba o que é piracuí de bodó

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Com influência direta da tradição dos povos indígenas, o piracuí é uma forma de aproveitar o pescado por meio da desidratação da carne. É um tipo de “farinha” de peixe. Em tupi significa: pira=peixe; cuí=farinha. É muito apreciado na região norte do Brasil.

Geralmente é feito da espécie bodó/acari-bodó (Liposarcus pardalis). A produção artesanal começa na etapa em que o peixe fresco é assado ou cozido. Em seguida, é feita a separação da carne, da carcaça e dos ossos. Depois, é feita a desidratação em tachos de barro ou fornos abertos. É adicionado o sal. Por fim, é feito um resfriamento da “farinha” em temperatura ambiente. 

Conforme a portaria de n° 3250, de 01 de setembro de 2018 da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), o processo de produção é o seguinte:

 I – Farinha de Pescado Tipo Piracuí: o produto obtido de matéria-prima fresca ou congelada, convenientemente lavada com água hiperclorada, cozido ou assado a uma temperatura e tempo ideal para a obtenção do produto desejado, resfriado e a sua carne separada da carcaça e da espinha. Posteriormente, o produto é disposto à secagem sob temperatura e tempo apropriado para a obtenção do produto final desejado e conservado sob temperatura ambiente, que atenda a todos os padrões microbiológicos;

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II – Lavagem com água hiperclorada: pré-lavagem do peixe antes do cozimento ou assamento com água a uma concentração de 5 ppm de cloro;

III – Cozimento: processo a que se submete o peixe utilizando-se de equipamento com fonte de calor indireta, que propicie uma cocção uniforme da matéria-prima, sob condições de tempo e temperatura compatíveis com o tipo de produto a ser obtido.

ASCOM 

Ministério da Pesca e Aquicultura 

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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