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Na B3, Ministério de Portos e Aeroportos realiza leilões de três terminais portuários

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), juntamente com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e a B3, realiza nesta quinta-feira (26) o leilão do primeiro bloco de arrendamentos portuários de 2026. O certame contempla três áreas estratégicas, nos portos de Santana (AP),  Natal (RN) e Porto Alegre (RS).

A previsão é de que os contratos atraiam cerca R$ 226 milhões em investimentos privados, destinados à modernização da infraestrutura, ampliação da capacidade operacional e fortalecimento da logística nas regiões Norte, Nordeste e Sul do país.

O MCP01, no Porto de Santana (AP), é um terminal voltado à movimentação e armazenagem de granéis sólidos vegetais, incluindo grãos e cavaco de madeira. O projeto prevê investimento de R$ 150,2 milhões, com contrato de 25 anos.

O NAT01, no Porto de Natal (RN), é um terminal projetado para o escoamento de granéis sólidos minerais, com destaque para o minério de ferro. O empreendimento prevê investimentos de R$ 55,17 milhões e concessão por 15 anos.

Por fim, o POA26, no Porto Organizado de Porto Alegre (RS), é destinado à movimentação e armazenagem de granéis sólidos e tem investimento estimado em R$ 21,13 milhões, com prazo contratual de 10 anos.

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Atendimento à imprensa

Profissionais de imprensa poderão acompanhar o leilão de forma online, pela TV B3, ou presencialmente, com credenciamento prévio pelo e-mail [email protected]. Ao final da cerimônia, o ministro Silvio Costa Filho falará com os jornalistas presentes.

Serviço

  • O quê: Leilão do 1º bloco de arrendamentos portuários de 2026
  • Quando: Quinta-feira, 26 de fevereiro
  • Horário: 14h
  • Onde: Rua Álvares Penteado, 218, Centro, São Paulo
  • Link de transmissão: TV B3

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Contratualização no SUS e os desafios da gestão municipal são debatidos durante o Conasems

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O financiamento da saúde, os modelos de contratação e os principais desafios da gestão municipal estiveram no centro do seminário “Contratualização no SUS: planejamento, instrumentos jurídicos e desafios da gestão municipal”, realizado na manhã desta terça-feira (14), durante o Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Porto Alegre. O debate reuniu representantes da gestão pública e especialistas para discutir a contratualização como ferramenta essencial para a organização das redes de atenção à saúde e para a execução das políticas públicas nos territórios. 

Representando o Ministério da Saúde, o secretário adjunto de Atenção Especializada à Saúde, Carlos Amilcar Salgado, destacou a necessidade de um planejamento claro para a contratualização e chamou a atenção para os desafios relacionados ao financiamento do sistema, especialmente diante dos custos da atenção especializada. “Precisamos, antes de tudo, ter clareza sobre o que se pretende contratar. A contratualização começa pelo planejamento, pela identificação das necessidades da rede e pela definição dos resultados que se espera alcançar”, afirmou.

O Ministério da Saúde prevê que o financiamento será uma questão central para o SUS nos próximos anos. Será necessário construir soluções para garantir a sustentabilidade e a ampliação do acesso.

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Seminário debate “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”

Durante o seminário “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”, realizado na tarde desta terça-feira (14), o Ministério da Saúde abordou como o planejamento, o financiamento e a governança fortalecem o cuidado integral no SUS.

Para os técnicos do Ministério, a Atenção Especializada não pode ser vista como uma série de serviços isolados, e sim como um componente estratégico na rede que precisa estar articulado com a Atenção Primária. A integralidade é considerada um eixo estruturante, com a APS coordenando o cuidado, tendo a Atenção Especializada como apoio técnico que amplia a capacidade resolutiva e garante a continuidade assistencial. Além dessa integração, a organização da jornada do usuário também é fundamental para garantir atendimento no tempo certo e evitar desperdícios.

Vigilância epidemiológica

No painel “O papel da vigilância em saúde na redução da mortalidade nos territórios”, o debate técnico destacou a importância do uso de informações epidemiológicas para orientar o planejamento das ações de saúde e apoiar a redução de mortes evitáveis. Entre os temas abordados estiveram o monitoramento das doenças e dos agravos não transmissíveis, das violências e dos acidentes, a qualificação dos sistemas de informação e a integração entre vigilância, Atenção Primária e demais políticas públicas. Também foram apresentadas experiências desenvolvidas por estados e municípios para fortalecer a promoção da saúde, a prevenção e a vigilância nos territórios.

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A organização regional da imunização no Sistema Único de Saúde (SUS) e as estratégias voltadas à ampliação e qualificação das coberturas vacinais também estiveram em debate durante a programação técnica do 39º Congresso do Conasems. O painel abordou temas como planejamento territorial, monitoramento de indicadores e organização das ações de vacinação, com destaque para o microplanejamento como instrumento de apoio à definição de estratégias adaptadas às diferentes realidades dos municípios.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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