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Aeroportos de Guarulhos, Congonhas e Galeão lideram o fluxo de passageiros no Sudeste

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A movimentação aérea no Sudeste voltou a se concentrar nos grandes aeroportos em novembro de 2025. Os terminais de Guarulhos, Congonhas e Galeão reuniram aproximadamente 65% dos passageiros da região, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) liderou a movimentação de passageiros no Sudeste em novembro de 2025, com 2.571.698 embarques e desembarques, o equivalente a 29,11% do total da região, de acordo com o Painel de Demanda e Oferta da Anac. Na sequência, aparecem os aeroportos de Congonhas (SP), com 2.116.415 passageiros (23,96%), e do Galeão (RJ), que registrou 1.065.440 passageiros (12,06%).

Em seguida, de acordo com o levantamento, vem o Aeroporto de Confins (MG), que ocupa a quarta posição, com 1.016.396 passageiros (11,51%), seguido por Viracopos (Campinas), que registrou 924.714 passageiros (10,47%). Juntos, os cinco aeroportos concentram a maior parte da movimentação aérea da região Sudeste.

Na análise das rotas mais movimentadas, a ligação Congonhas–Santos Dumont lidera entre os voos internos do Sudeste, com 340.817 passageiros, e representa 21,15% do total intrarregional. Em seguida, as rotas Congonhas–Confins, com 185.558 passageiros (11,52%), e Guarulhos–Galeão, com 131.318 passageiros (8,15%). Outras conexões incluem ainda Guarulhos–Confins (120.312 passageiros; 7,47%), Vitória–Guarulhos (83.085 passageiros; 5,16%) e Vitória–Galeão (67.890 passageiros; 4,21%), o que reforça a integração aérea entre São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

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Os números, segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, refletem o fortalecimento da aviação brasileira e o impacto direto dos investimentos realizados no setor. “O crescimento da movimentação aérea é resultado de planejamento e investimentos contínuos. Estamos ampliando e modernizando aeroportos para garantir mais eficiência, conforto aos passageiros e capacidade para acompanhar a retomada e a expansão da demanda”, afirmou.

Investimentos
Ao longo de 2025, o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) intensificou os investimentos em infraestrutura aeroportuária e logística na região com foco na ampliação da capacidade operacional, na modernização de terminais e no fortalecimento da conectividade aérea, com R$ 5,6 bilhões em investimentos anunciados em 21 aeroportos em todo o país, incluindo terminais da Região Sudeste.

Nesse pacote, os aportes mais significativos na região se concentraram em terminais de grande fluxo, como o Aeroporto de Congonhas (SP), que lidera com um montante previsto de cerca de R$ 2,5 bilhões, além de aportes em aeroportos mineiros como Uberlândia (MG), Montes Claros (MG) e Uberaba (MG).

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As ações têm como objetivo ampliar a capacidade de atendimento, melhorar a experiência dos usuários e reforçar a competitividade dos aeroportos brasileiros, sobretudo em um cenário de crescimento contínuo da demanda de passageiros e retomada do setor aéreo.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Contratualização no SUS e os desafios da gestão municipal são debatidos durante o Conasems

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O financiamento da saúde, os modelos de contratação e os principais desafios da gestão municipal estiveram no centro do seminário “Contratualização no SUS: planejamento, instrumentos jurídicos e desafios da gestão municipal”, realizado na manhã desta terça-feira (14), durante o Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Porto Alegre. O debate reuniu representantes da gestão pública e especialistas para discutir a contratualização como ferramenta essencial para a organização das redes de atenção à saúde e para a execução das políticas públicas nos territórios. 

Representando o Ministério da Saúde, o secretário adjunto de Atenção Especializada à Saúde, Carlos Amilcar Salgado, destacou a necessidade de um planejamento claro para a contratualização e chamou a atenção para os desafios relacionados ao financiamento do sistema, especialmente diante dos custos da atenção especializada. “Precisamos, antes de tudo, ter clareza sobre o que se pretende contratar. A contratualização começa pelo planejamento, pela identificação das necessidades da rede e pela definição dos resultados que se espera alcançar”, afirmou.

O Ministério da Saúde prevê que o financiamento será uma questão central para o SUS nos próximos anos. Será necessário construir soluções para garantir a sustentabilidade e a ampliação do acesso.

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Seminário debate “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”

Durante o seminário “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”, realizado na tarde desta terça-feira (14), o Ministério da Saúde abordou como o planejamento, o financiamento e a governança fortalecem o cuidado integral no SUS.

Para os técnicos do Ministério, a Atenção Especializada não pode ser vista como uma série de serviços isolados, e sim como um componente estratégico na rede que precisa estar articulado com a Atenção Primária. A integralidade é considerada um eixo estruturante, com a APS coordenando o cuidado, tendo a Atenção Especializada como apoio técnico que amplia a capacidade resolutiva e garante a continuidade assistencial. Além dessa integração, a organização da jornada do usuário também é fundamental para garantir atendimento no tempo certo e evitar desperdícios.

Vigilância epidemiológica

No painel “O papel da vigilância em saúde na redução da mortalidade nos territórios”, o debate técnico destacou a importância do uso de informações epidemiológicas para orientar o planejamento das ações de saúde e apoiar a redução de mortes evitáveis. Entre os temas abordados estiveram o monitoramento das doenças e dos agravos não transmissíveis, das violências e dos acidentes, a qualificação dos sistemas de informação e a integração entre vigilância, Atenção Primária e demais políticas públicas. Também foram apresentadas experiências desenvolvidas por estados e municípios para fortalecer a promoção da saúde, a prevenção e a vigilância nos territórios.

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A organização regional da imunização no Sistema Único de Saúde (SUS) e as estratégias voltadas à ampliação e qualificação das coberturas vacinais também estiveram em debate durante a programação técnica do 39º Congresso do Conasems. O painel abordou temas como planejamento territorial, monitoramento de indicadores e organização das ações de vacinação, com destaque para o microplanejamento como instrumento de apoio à definição de estratégias adaptadas às diferentes realidades dos municípios.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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