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Nordeste bate recorde de embarques e consolida 2025 como o ano de maior mobilidade aérea da história

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A aviação civil na região Nordeste vive seu melhor momento em duas décadas e meia. Impulsionada pelo aquecimento da economia regional e pela demanda de passageiros, a região registrou, de janeiro a novembro de 2025, a marca histórica de 18,5 milhões de passageiros transportados em voos com origem em seus aeroportos.

O volume é o maior já contabilizado na série histórica da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), iniciada no ano 2000. Os números indicam que esse será o melhor ano da região Nordeste na aviação doméstica e internacional. 

Os dados revelam uma mudança de patamar na mobilidade da população e na conectividade dos estados nordestinos. Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando 17,6 milhões de pessoas embarcaram nos terminais da região, o crescimento é de quase 1 milhão de novos viajantes. O número indica que mais brasileiros estão tendo acesso ao transporte aéreo, seja para viagens de negócios, visitas familiares ou turismo.

Novembro recorde

O desempenho de novembro confirmou a tendência de alta e serviu como prévia para o fechamento do ano. Apenas no último mês, 1,69 milhão de passageiros iniciaram suas viagens a partir do Nordeste; um recorde histórico para o mês e um salto de cerca de 120 mil embarques em relação a novembro de 2024.

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O resultado aponta para um dinamismo econômico que vai além da alta temporada tradicional, mostrando que a demanda por voos na região se mantém aquecida de forma consistente ao longo do ano.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os números de 2025 refletem o sucesso das políticas de incentivo à aviação regional e a melhora no poder de compra da população. “Chegar ao final de 2025 com o melhor resultado em 25 anos é a prova de que a mobilidade aérea está sendo democratizada. Quando vemos 18,5 milhões de embarques a partir do Nordeste, estamos vendo uma economia que gira, ampliação do comercio e famílias se reencontrando. Nosso trabalho no Ministério é garantir infraestrutura para que esse crescimento continue. Nosso objetivo é ampliar a aviação à população e conectar o Nordeste a qualquer lugar do Brasil e do mundo com mais facilidade”, afirmou o ministro.

Conexão internacional

Outro fator determinante para o recorde é a internacionalização dos terminais. O Nordeste se consolidou como um hub de saída direta do Brasil, permitindo que passageiros voem para o exterior sem depender de conexões no Sudeste. De janeiro a novembro, mais de 771 mil passageiros decolaram da região rumo a destinos internacionais.

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A ponte aérea histórica com a Europa lidera a preferência dos viajantes. Os voos com destino a Lisboa foram, isoladamente, os mais procurados, concentrando cerca de 40% de todo o fluxo internacional que partiu do Nordeste no período. O dado confirma a capital portuguesa como o principal ponto de conexão da região com o continente europeu. Além de Portugal, destinos como Paris, Buenos Aires e Miami também aparecem com força na malha aérea, conectando o Nordeste a grandes centros globais.

Entre os aeroportos, a liderança na emissão de passageiros ficou com Recife (PE), que somou 4,45 milhões de embarques no acumulado do ano (janeiro a novembro). Em seguida, aparecem Salvador (BA), com 3,56 milhões, e Fortaleza (CE), com 2,74 milhões.

Outros destaques regionais também são Maceió (AL) e Porto Seguro (BA), que superaram a barreira de 1 milhão de passageiros embarcados no ano, provando a capilaridade da aviação regional.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Parceria entre Ministério da Saúde e Caixa garante cerca de R$ 1 bilhão para instituições filantrópicas

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O Ministério da Saúde e a Caixa Econômica Federal firmaram, nesta quarta-feira (3/6), contratos que viabilizam a liberação de aproximadamente R$ 1 bilhão para oito instituições hospitalares filantrópicas do país. As unidades integram a rede complementar do Sistema Único de Saúde (SUS) e são referência na oferta de atendimentos especializados. Os recursos serão destinados por meio da linha de crédito “Caixa Hospitais FGTS”, que oferece condições facilitadas de financiamento, contribuindo para o equilíbrio financeiro dos hospitais e Santas Casas para a continuidade da assistência para pacientes da rede pública.

“Temos a expectativa de chegar, nos próximos dias, a R$ 2 bilhões em contratos de financiamento da Caixa para essas instituições. Essas instituições têm um papel importante para a população atendida pelo SUS. Para se ter uma ideia, em 2025, nós realizamos 14,9 milhões de cirurgias, 42% a mais do que foi feito em 2022. A maior parte dessas cirurgias foram feitas pelos hospitais filantrópicos e pelas Santas Casas”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Foto: Rafael Nascimento/MS
Foto: Rafael Nascimento/MS
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Os contratos assinados nesta quarta-feira contemplam:

  • Associação de Combate ao Câncer de Goiás (GO)
  • Santa Casa da Misericórdia de São Paulo (SP)
  • Santa Casa de Porto Alegre (RS)
  • Hospital José Silveira (BA)
  • Instituto de Câncer de Londrina (PR)
  • Associação Hospitalar Vila Nova (RS)
  • Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos (RJ)
  • Fundação Assistencial da Paraíba (PB)

Além das contemplações desta etapa, outras 115 instituições já receberam aval para apresentar propostas de financiamento à linha CAIXA Hospitais FGTS. São unidades hospitalares habilitadas pelo programa Agora Tem Especialistas na modalidade crédito financeiro.

Hospitais filantrópicos e Santas Casas no Brasil

No total, existem 1.959 instituições filantrópicas no país, sendo 324 Santas Casas. As unidades oferecem uma ampla variedade de especialidades e serviços, incluindo clínica médica, cirurgia geral, ortopedia, cardiologia, oncologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, além de leitos de terapia intensiva e atendimento de urgência e emergência. Com essa estrutura, as instituições contribuem diretamente para a redução do tempo de espera, ampliação do acesso a tratamentos especializados e o fortalecimento da assistência hospitalar em municípios de diferentes localidades.

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Toda essa rede assistencial registrou nos últimos três anos (2023-2025), um total de 839,6 milhões de atendimentos ambulatoriais e 17,3 milhões de internações. O custo desses procedimentos para o Governo do Brasil foi de R$ 56,3 bilhões. Os números refletem a dimensão da rede filantrópica no atendimento à população brasileira e sua importância para a garantia do acesso aos serviços de saúde em todo o país.

Eduarda Paixão
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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