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Paraná

368 cidades do Paraná já aplicam doses da vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório

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Um levantamento da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) junto às 22 Regionais de Saúde, realizado nessa terça-feira (9), aponta que 274 cidades do Paraná iniciaram a vacinação contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) até essa data. Outras 94 cidades iniciam a imunização nesta quarta-feira (10), totalizando 368 municípios aplicando a vacina destinada às mulheres grávidas a partir das 28ª semana de gestação, com o objetivo de proteger os recém-nascidos até os seis meses de idade contra a bronquiolite.

De acordo com o levantamento e informações repassadas pelos municípios, outras 23 cidades paranaenses iniciam a vacinação até sexta-feira (12), e outras 7 darão início à imunização na próxima semana, garantindo a aplicação nos 399 municípios do Paraná.

“Desde que recebemos as doses do imunizante, estamos em um esforço concentrado para que todos os municípios realizem a aplicação. Reforçamos que as mulheres gestantes se imunizem contra o Vírus Sincicial Respiratório, pois ajuda a proteger o bebê de doenças como a bronquiolite, evitando assim casos de internação e até mesmo mortes”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

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DOSES – As doses da vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório chegaram ao Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) na quarta-feira (3).

Foram recebidas 37.120 doses do imunizante que, imediatamente, foram separadas e enviadas às Regionais de Saúde na quinta-feira (4).

Curitiba, Cruzmaltina, Ivaiporã, Jardim Alegre, Manoel Ribas, Castro e São Jorge d’Oeste foram as primeiras cidades do estado a iniciarem a aplicação das vacinas, na sexta-feira (5).

O novo imunizante, que foi incorporado ao calendário de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) neste ano, só estava disponível na rede privada a um custo médio de R$ 1,6 mil. Dentre os imunizantes disponíveis no país, esta vacina é a mais cara já disponibilizada.

O Paraná aguarda o recebimento de mais doses da vacina por parte do Ministério da Saúde, visto que no estado há uma estimativa de vacinar mais de 138 mil gestantes.

Fonte: Governo PR

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Paraná

A pedido do Ministério Público do Paraná, Judiciário decreta prisão preventiva de guardas municipais de Paranaguá denunciados por tortura e abuso de autoridade

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O Tribunal de Justiça do Paraná determinou a prisão preventiva de dois guardas municipais de Paranaguá, no Litoral do estado, denunciados pelo Ministério Público do Paraná pela prática dos crimes de tortura e abuso de autoridade. A decisão atende a um recurso apresentado pela 3ª Promotoria de Justiça da comarca, após o Juízo de primeiro grau haver indeferido inicialmente o pedido de prisão preventiva.

De acordo com a denúncia, os fatos ocorreram na madrugada de 5 de setembro de 2025, quando dois agentes abordaram um homem no Centro Histórico da cidade sob o falso pretexto de cumprimento de mandado de prisão – ele teria sido indicado como possível autor do furto de uma bicicleta, o que não foi comprovado. A vítima foi subjugada com o uso de algemas, colocada na viatura oficial e conduzida até um local ermo e de difícil acesso na localidade conhecida como Sidrão, na Ilha dos Valadares. Ao chegarem no local, os guardas retiraram as algemas e passaram a agredir a vítima violentamente, em sessão de tortura que resultou em lesões corporais de natureza grave, incapacitando-o para ocupações habituais por mais de 30 dias em decorrência das extensas queimaduras de segundo grau.

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Fraudes – A ação penal também abrange um terceiro guarda municipal que, após os atos de tortura e diante da iminente repercussão do caso, teria instruído e auxiliado os outros dois a forjarem uma versão oficial dissimulada. Os agentes envolvidos formalizaram um boletim de ocorrência com informações inverídicas, no qual alegavam que haviam abordado a vítima apenas para resguardá-la contra populares ou vigilantes privados, com o objetivo claro de encobrir as agressões e afastar a responsabilização criminal. Esse terceiro agente e os outros dois guardas que praticaram os atos de violência também foram denunciados por abuso de autoridade. Diante da extrema gravidade dos atos, o MPPR ingressou com ação cautelar e recurso em sentido estrito junto ao Tribunal de Justiça, argumentando que os investigados atuaram sistematicamente para subverter a instrução criminal, ocultar provas e combinar versões.

A liminar foi concedida pela 1ª Câmara Criminal do TJPR, determinando a suspensão da decisão de primeiro grau e a expedição dos mandados de prisão cautelar. No mérito da denúncia, o Ministério Público requer a condenação dos envolvidos, a decretação da perda do cargo público dos agentes e a fixação de valor mínimo de R$ 30 mil para a reparação dos danos sofridos pela vítima.

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Notícia anterior:

25/02/2026 – Em Paranaguá, Gaeco cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados a dois guardas municipais suspeitos de atearem fogo em uma pessoa

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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