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Agro

Uva no Rio Grande do Sul apresenta desenvolvimento desigual entre regiões produtoras

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Desenvolvimento das videiras varia pelo estado

O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar aponta que as videiras no Rio Grande do Sul estão avançando em diferentes estágios de desenvolvimento, exigindo manejo ativo e monitoramento constante nas principais regiões produtoras do estado.

Caxias do Sul: crescimento vegetativo estável

Na regional de Caxias do Sul, as videiras seguem em pleno desenvolvimento vegetativo, sem maiores problemas relacionados a doenças fúngicas ou pragas.

O boletim informa que a composição da maioria das variedades já foi concluída ou está próxima do fim. Apesar do registro de desavinho em algumas cultivares, o fenômeno não provocou perdas significativas até o momento.

Frederico Westphalen: diferentes estágios de maturação

Em Frederico Westphalen, o avanço das videiras acompanha o ciclo específico de cada variedade:

  • Vênus: início da compactação do cacho ao início da maturação;
  • Bordô, Niágara Rosada e Niágara Branca: início da compactação do cacho;
  • Seyve Villard e Carmem: da limpeza do cacho ao estágio de grão “ervilha”;
  • Lorena e Itália: permanecem na fase de grão “chumbinho”.
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Na cidade de Alpestre, os produtores realizam práticas típicas da primavera, incluindo desbrota, desponta, desfolha, tutoramento, amarração dos ramos e adubação foliar. O monitoramento de doenças como míldio, oídio e podridão-da-uva-madura segue ativo. O boletim também destaca que houve abortamento de flores na cultivar Bordô, reduzindo o risco de quebra de safra.

Soledade: definição da produção e formação de bagos

Na regional de Soledade, as videiras estão na fase de definição da produção e formação de bagos.

O manejo fitossanitário continua voltado para o controle de doenças iniciais da fase reprodutiva, como antracnose e escoriose, além do monitoramento preventivo de míldio. Também é realizada a poda verde, essencial para a saúde e produtividade das plantas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Leilão da GAP Genética movimenta R$ 3,3 milhões e avalia cavalo Crioulo em R$ 2,5 milhões

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O mercado de cavalos Crioulos voltou a registrar forte valorização no Sul do país. O Remate dos Sonhos II, promovido pela GAP Genética, alcançou média geral de R$ 97 mil por lote e movimentou cerca de R$ 3,3 milhões neste domingo (14), em Uruguaiana (RS).

O evento, realizado de forma presencial, contou com a condução da Trajano Silva Remates e reuniu compradores do Brasil, Uruguai e Paraguai, reforçando a demanda internacional pela genética da raça Crioula.

Cota de 10% do garanhão GAP São Pedro é vendida por R$ 250 mil

O principal destaque do leilão foi o garanhão GAP São Pedro, que teve uma cota de 10% comercializada por R$ 250 mil. Com base na negociação proporcional, o cavalo foi avaliado em aproximadamente R$ 2,5 milhões, consolidando-se como um dos animais mais valorizados do mercado atual da raça Crioula.

O resultado reforça o posicionamento da GAP Genética no desenvolvimento de animais de alta performance morfológica e funcional, com forte apelo em pistas e provas da modalidade.

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Genética de alto padrão impulsiona disputa entre compradores

Segundo o diretor da Trajano Silva Remates, Marcelo Silva, a oferta apresentada reuniu animais com histórico consistente de desempenho em competições e forte planejamento genético.

De acordo com ele, o leilão confirmou a firmeza do mercado para animais de elite, com disputa ativa entre criadores e investidores.

“São animais muito bem planejados, que vêm acumulando resultados importantes em pista. O mercado está muito firme e com grande demanda. Foram 34 lotes com média próxima de R$ 100 mil”, destacou.

O dirigente também ressaltou a presença de compradores internacionais e a consistência dos resultados da GAP Genética em eventos e competições da raça.

Machos alcançam até R$ 200 mil e fêmeas chegam a R$ 155 mil

Entre os machos inteiros, o destaque foi GAP Senhor, vendido por R$ 200 mil, registrando o maior valor da categoria.

A média dos machos ficou em R$ 66.590,00, refletindo o interesse por animais com potencial esportivo e reprodutivo.

Nas fêmeas, o destaque foi GAP Soraia, negociada por R$ 155 mil, enquanto a média do segmento atingiu R$ 93.166,00.

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Já as cotas comercializadas registraram média de R$ 141.250,00, com o maior valor concentrado na participação de GAP São Pedro.

Mercado do cavalo Crioulo segue em alta e atrai investidores

O desempenho do Remate dos Sonhos II reforça a valorização contínua do cavalo Crioulo no mercado de genética de elite, impulsionado pela demanda de criadores, investidores e competidores.

A combinação entre seleção genética, desempenho em pista e reputação de criatórios consolidados tem sustentado preços elevados e fortalecido o segmento no cenário nacional e internacional.

Com média elevada e forte disputa entre compradores, o leilão da GAP Genética confirma o momento positivo do setor e a consolidação do cavalo Crioulo como ativo de alto valor no agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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