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Unioeste unifica seleção e abre inscrições para preencher 1,5 mil vagas remanescentes

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A Unioeste passou a oferecer neste ano uma nova forma para preencher vagas que não foram ocupadas. O Unio+ é um processo de seleção de Vagas Remanescentes que chega para substituir os antigos programas PROVARE e PROVOU e já está com inscrições abertas. Elas vão até o dia 4 de março, exclusivamente por meio do site www.unioeste.br/remanescentes. Não há taxa de inscrição para participação na seleção. A matrícula para a primeira chamada será realizada nos dias 7 e 8 de março.

São mais de 1,5 mil vagas disponíveis nos câmpus de Cascavel, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Marechal Cândido Rondon e Toledo. Os cursos com mais vagas são Filosofia em Toledo e Geografia – Licenciatura em Marechal Cândido Rondon (83), Letras – Português/Alemão em Marechal Cândido Rondon (82), Geografia – Licenciatura em Francisco Beltrão (66) e Ciências Sociais em Toledo (65). Confira o edital completo AQUI.

Esta nova forma de processo seletivo vai unificar a utilização do desempenho no Enem e Vestibular para ingresso nos cursos de gradação, e permitir a utilização do Prova Paraná nas séries iniciais.

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Para efeito de pontuação na seleção é considerado o desempenho do candidato que não tenha obtido nota zero na redação e participado de qualquer um dos seguintes processos seletivos: Concurso Vestibular Unioeste (edições 2020, 2021, 2022, 2023 e 2024), Exame Nacional do Ensino Médio (edições 2019, 2020, 2021, 2022 e 2023) e de todas as edições trimestrais da Prova Paraná referentes ao Ano Escolar 2023.

O Unio+ atinge o seguinte público: ingresso por ensino médio concluído (Ingresso EM); transferência interna (Ingresso TI); recuperação de vínculo acadêmico por abandono de curso (Ingresso RV); transferência externa (Ingresso TE); e ingresso como portador de diploma de graduação (Ingresso PD).

Fonte: Governo PR

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Saúde alerta para importância da imunização contra a coqueluche em crianças e gestantes

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A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) alerta para a importância da vacinação contra a coqueluche, em especial em gestantes e crianças menores de cinco anos. O índice de cobertura vacinal definido no Plano Nacional de Imunização (PNI) é de 95%. No Paraná, a pentavalente, que tem aplicação em três doses entre os dois e seis meses de vida, registrou 92,92% de cobertura em 2025. A DTP, que é o reforço da vacinação, tem cobertura de 87,45%. Já a dTpa, que deve ser aplicada nas gestantes a partir da 20ª semana de gestação, está com cobertura de 65,85%.

“São vacinas que há anos estão disponíveis pelo SUS e têm contribuído para prevenir a doença e reduzir a mortalidade infantil. Fazemos um apelo para que os responsáveis levem as crianças para vacinar, em especial para as doses de reforço, que estão com adesão mais baixa. E reforçamos o pedido para que as grávidas se imunizem. Isso fará bem para elas, para seguirem saudáveis no período de gestação e também protegendo os bebês”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde do Paraná, Beto Preto.

Em 2024, o Brasil teve um aumento significativo dos casos de coqueluche. No Paraná, foram registrados 2.819 casos com cinco óbitos. Dos casos registrados, 548 foram crianças abaixo dos cinco anos de idade. Dados preliminares de 2025, apontam para uma redução nos casos – até o momento foram 299 casos da doença, sem óbitos.

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A coqueluche é uma doença cíclica, podendo ter aumento de casos em intervalos de três a cinco anos, o que reforça a importância da vigilância contínua e do fortalecimento das ações de imunização. A vacina está disponível gratuitamente nas mais de 1.850 salas de vacinação em todo o Estado.

ESQUEMA VACINAL – Para as crianças é recomendada a vacina pentavalente, com três doses. As aplicações ocorrem aos dois, três e seis meses de vida. É preciso ainda dois reforços com a vacina DTP – contra difteria, tétano e coqueluche –, aos 15 meses e aos quatro anos de idade.

Já para as gestantes, a indicação é a vacina dTpa – versão acelular da vacina contra difteria, tétano e coqueluche – a partir da 20ª semana de gestação. A imunização deve ocorrer a cada gestação com o objetivo de fornecer proteção para os recém-nascidos antes de terem idade para receber as doses da pentavalente.

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SINTOMAS – A coqueluche é causada pela bactéria Bordetella pertussis e ocasiona infecção respiratória altamente contagiosa. Em determinados casos, pode ocorrer complicações graves, especialmente em crianças menores de seis meses.

Os sintomas são parecidos com o de um resfriado comum, com coriza, tosse seca e febre baixa. Mas a doença pode evoluir para casos mais graves, provocando vômitos, tosse intensa, podendo chegar até a uma parada respiratória.

TRANSMISSÃO E PREVENÇÃO – A coqueluche é transmitida pelas gotículas de saliva liberadas ao tossir, espirrar ou falar, sendo altamente contagiosa. A transmissão ocorre pelo contato próximo e o infectado pode contaminar até 17 pessoas.

O período de contágio começa próximo ao quinto dia após a contaminação e pode durar até a terceira semana de tosse intensa. Ele se encerra após tratamento com antibióticos.

A vacinação é a principal forma de prevenção da doença, além de ações de higiene, como lavar as mãos e evitar o contato com pessoas doentes. Os pacientes contaminados devem ficar em casa, usar máscara para evitar novos contágios.

Fonte: Governo PR

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