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UEPG leva projetos inovadores para a semana da 75ª Reunião Anual da SBPC

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A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) participa da 75ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece nesta semana. Este ano o tema do evento é “Ciência e democracia para um Brasil justo e desenvolvido”. O evento acontece no Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Ele tem como objetivo reunir pesquisadores e alunos e divulgar a ciência que acontece em universidades de todo o Brasil. A Reunião traz programação científica composta por mais de 220 atividades, com 131 debates presenciais e 93 virtuais, além de 600 palestrantes de diferentes universidades.

O estande da UEPG terá a participação dos cursos de Engenharia de Computação, Licenciatura e Bacharelado em Educação Física, Engenharia Civil, Engenharia de Materiais, Engenharia de Alimentos e Física. Também participará a Biblioteca Central Prof. Faris Michaeli; a Agência de Inovação e Propriedade Intelectual (Agipi), representada pelo Clube da Robótica; e a Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Culturais (Proex), levando atrativos sobre o Festival Nacional de Teatro (Fenata) e o Festival Universitário da Canção (FUC).

Durante o evento, os cursos e representantes da UEPG apresentarão atividades correspondentes à sua área de estudo e trabalho.

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Miguel Sanches Neto, reitor da UEPG e presidente da Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público (Apiesp), enaltece a participação das universidades estaduais de maneira proativa, sendo um grande diferencial, e também reforça a presença da UEPG no SBPC. “Estaremos mostrando algumas das várias inovações na área da ciência que são desenvolvidas pela nossa instituição. É o momento de mostrarmos o que fazemos aqui e celebrarmos a ciência”, afirma.

Durante a SBPC, acontece o ExpoT&C, uma mostra de ciência, tecnologia e inovação com a participação de mais de 50 expositores, entre universidades, institutos de pesquisa, agências de fomento e empresas. A semana também traz o espaço SBPC Jovem, com exposições interativas, oficinas científicas e bate-papos com cientistas; e a SBPC Cultural, com programação musical, artística e cultural.

Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público em geral. O estande da UEPG estará localizado dentro do pavilhão da SBPC Jovem, que fica aberto das 8h30 até 17h30.

EVENTO – As Reuniões Anuais da SBPC são realizadas desde 1949 ininterruptamente, com a participação de representantes de sociedades científicas, autoridades e gestores do sistema nacional de ciência e tecnologia, a Reunião Anual da SBPC tem os objetivos de debater políticas públicas nas áreas de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação e de difundir os avanços da Ciência nas diversas áreas do conhecimento para toda a população.

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Fonte: Governo PR

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Ministro André Mendonça faz palestra magna na abertura do Encontro Nacional do Cira 2026

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça foi o responsável pela palestra magna na abertura do Encontro Nacional CIRA 2026 – Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos, nesta sexta-feira, 14 de agosto, no Ministério Público de São Paulo. Autor do prefácio do livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, lançado durante o evento, Mendonça tratou dos critérios para quantificar o dano, o enriquecimento ilícito e o produto de atividades criminosas.

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Em uma exposição de caráter técnico, o ministro discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedido de ressarcimento ou perdimento. Citou, entre outros exemplos, a Operação Sanguessuga e situações envolvendo gestores públicos em casos de fraude, para mostrar que a identificação do dano nem sempre pode ser reduzida a uma simples correspondência entre o valor contratado e o prejuízo causado.

A palestra dialoga diretamente com o prefácio assinado pelo ministro André Mendonça, sendo um dos temas centrais da coletânea os desafios jurídicos e práticos para investigar a criminalidade econômica, responsabilizar seus autores e recuperar valores decorrentes de atividades ilícitas.

André Mendonça discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedidos de ressarcimento ou perdimento. Ao citar exemplos como a Operação Sanguessuga e casos envolvendo gestores públicos, destacou que a identificação do dano não pode ser reduzida, em todos os casos, à diferença entre o valor contratado e o prejuízo causado.

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O ministro chamou atenção para a necessidade de distinguir produto da atividade ilícita, dano e enriquecimento ilícito. Segundo a abordagem apresentada, essa diferenciação é necessária para definir os valores que podem ser objeto de recuperação de ativos em casos de corrupção e improbidade administrativa.

Mendonça também apresentou referências do direito comparado, citando a legislação dos Estados Unidos, como o Civil Asset Forfeiture Reform Act (CAFRA), de 2000, e o Fraud Enforcement and Recovery Act (FERA), de 2009. Na experiência italiana, abordou o Decreto Legislativo nº 231/2001 e decisões da Corte de Cassação relacionadas à definição do produto obtido com a prática ilícita.

No ordenamento brasileiro, a análise passou pelo Código Penal, pela Lei de Lavagem de Dinheiro, pela Lei de Improbidade Administrativa e pela Convenção de Mérida.

Ao final, o ministro destacou a necessidade de critérios técnicos para a definição dos valores e do apoio das áreas da administração pública responsáveis pela receita. A adoção de uma metodologia mais precisa, segundo Mendonça, pode contribuir para dar maior segurança às investigações, às apurações e às decisões judiciais.

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Livro sobre crimes contra a ordem econômica e tributária é lançado durante Encontro Nacional do Cira 2026

Na sequência da programação, foi lançado o livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, coordenado pelo Procurador-Geral de Justiça, Francisco Zanicotti, e pelo promotor de Justiça Diego Gomes Castilho, ambos do Ministério Público do Paraná. Publicada em 2026 pela Editora Tirant Lo Blanch, a obra reúne estudos de especialistas sobre diferentes aspectos do direito penal econômico.

 A publicação tem 340 páginas e reúne artigos sobre investigação e responsabilização por crimes econômicos e tributários. Entre os temas estão a análise probatória em delitos financeiros complexos, fraudes estruturadas, empresas de fachada, recuperação de ativos e sonegação fiscal.

A coletânea também aborda a aplicação da Lei Anticorrupção, a individualização e a dosimetria da pena em crimes tributários e os limites da responsabilização penal de empresários e administradores.

Fonte: Ministério Público PR

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