Paraná
UEM abre inscrições para pós-graduação em Letras com 60 vagas
O Programa de Pós-Graduação em Letras – mestrado e doutorado da Universidade Estadual de Maringá (UEM) está com inscrições abertas para alunos regulares. O processo seletivo visa o preenchimento de até 37 vagas para o curso de mestrado e 23 de doutorado. O prazo vai até 15 de outubro.
Segundo o Departamento de Teorias Linguísticas e Literárias (DTL), do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, do total, serão destinadas para cotas quatro vagas de mestrado na área de Estudos Literários, cinco vagas de mestrado de Estudos Linguísticos, três de doutorado na área de Estudos Literários e três vagas na área de Estudos Linguísticos, conforme resolução nº 212/2022, que consta no edital.
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As vagas de mestrado destinam-se a candidatos portadores de diploma de curso superior, em qualquer área de conhecimento. Já as de doutorado para os candidatos portadores de diploma de mestrado, fornecidos por cursos autorizados pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).
INSCRIÇÃO – A inscrição do mestrado tem valor de R$ 100 e a do doutorado de R$150 e é feita exclusivamente pela internet, conforme o edital. A homologação das inscrições ocorrerá por meio de edital, expedido pelo Programa de Pós-Graduação em Letras e divulgado neste site.
O processo de seleção tanto de mestrado como de doutorado será desenvolvido em duas etapas: avaliação do projeto de dissertação e entrevista/análise do currículo lattes, ambas com caráter eliminatório e classificatório.
Os resultados parciais e finais serão divulgados pela internet, no site. Outras informações pelo telefone (44) 3011-4830 ou e-mail [email protected].
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção passiva ex-secretário Municipal de Governo e presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira
O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia criminal contra um ex-secretário Municipal de Governo e o presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira, nos Campos Gerais, investigados a partir da Operação Chão de Giz, que apura possíveis fraudes licitatórias supostamente cometidas por uma organização criminosa que atua a partir de um grupo de empresas voltadas principalmente ao fornecimento de asfalto para municípios paranaenses. Além dos agentes públicos, requeridos pelo crime de corrupção passiva, também foram denunciados por corrupção ativa três empresários investigados por possível participação nos atos ilícitos. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 8 de setembro, pelo Núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria).
Áudio do promotor de Justiça Pedro Henrique Papaiz
A segunda fase das investigações da Operação Chão de Giz, da qual resultaram os fatos ocorridos em Ortigueira agora denunciados, foi deflagrada em 7 de julho último. A acusação abrange a prática dos crimes por agentes públicos dos poderes Legislativo e Executivo de Ortigueira, além de empresários e prepostos do setor de pavimentação asfáltica e infraestrutura viária.
De acordo com a denúncia, entre 6 e 14 de abril de 2022, o então presidente da Câmara de Vereadores (que atualmente exerce o mesmo cargo) e o ex-secretário Municipal de Governo, que são irmãos, teriam solicitado e recebido pelo menos R$ 50 mil em vantagens indevidas, pagas por empresários de um grupo econômico do ramo de pavimentação e seus prepostos operacionais.
Esquema criminoso – Os repasses ilícitos (divididos em duas entregas, de R$ 15 mil e R$ 35 mil) teriam ocorrido como contraprestação à articulação política e à atuação administrativa direta dos agentes públicos para acelerar a emissão de empenhos e a liberação de pagamentos do Tesouro Municipal em favor das empresas de propriedade dos empresários denunciados. Na primeira ocasião, os denunciados autorizaram a liberação de R$ 266.354,00, e na segunda, de R$ 533.244,80. As apurações demonstraram ainda que, nos dias 3 e 4 de maio de 2022, o então presidente da Câmara Municipal solicitou vantagem indevida adicional de R$ 3 mil.
A partir do oferecimento da denúncia, o Ministério Público pleiteia a condenação dos denunciados pelas práticas de corrupção passiva e ativa e a fixação de valor mínimo para reparação dos danos materiais e morais coletivos causados ao erário.
Essa é a 5ª denúncia criminal oferecida a partir das investigações da Operação Chão de Giz. O Ministério Público já ofereceu denúncia criminal por corrupção passiva contra dois ex-prefeitos de cidades distintas, além de denúncias de fraudes licitatórias e organização criminosa, esta dirigida ao núcleo empresarial que corrompia agentes públicos e políticos em diversos municípios paranaenses.
Processo 0001701-26.2025.8.16.0122
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09/11/2022 – MP cumpre mandados contra fraudes em licitações no Norte do estado
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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