Connect with us


Brasil

Tocantins e Rondônia receberão mais de R$ 179 milhões do AmpliAR para modernização de aeroportos

Publicado em

O Programa AmpliAR, do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), vai destinar mais de R$ 179 milhões à modernização de três aeroportos nos estados do Tocantins e de Rondônia, contemplando os terminais de Araguaína (TO), Vilhena (RO) e Cacoal (RO). Os investimentos têm como objetivo adequar a infraestrutura aeroportuária, aumentar a capacidade operacional e criar condições para a retomada e expansão de voos regionais.

Em Rondônia, o Aeroporto de Vilhena contará com R$ 74,6 milhões em investimentos. As obras previstas incluem a preparação do aeroporto para receber aeronaves a jato de médio porte, como Boeing 737 e Airbus A320, além da ampliação do pátio de aeronaves e da expansão do terminal de passageiros. O aeroporto se consolida como uma das principais portas de entrada do estado, atendendo uma região com forte vocação para os setores agropecuário e de serviços.

Programa AmpliAR
Programa AmpliAR

Outro destaque em Rondônia é o Aeroporto de Cacoal, que receberá R$ 49,8 milhões e concentra o quarto maior volume de investimentos entre os terminais licitados pelo Programa AmpliAR. As obras vão preparar o aeroporto para receber aeronaves a jato de médio porte, além da ampliação do pátio e da expansão do terminal de passageiros. O terminal é considerado estratégico para fortalecer a aviação regional e ampliar a conectividade no leste do estado.

Leia mais:  Comitê da Pesca Amadora e Esportiva se reúne pela primeira vez

Segundo o prefeito de Cacoal, Adailton Antunes, os investimentos fortalecem a posição do município como polo regional. “A melhoria do aeroporto amplia a integração de Cacoal com outras regiões, facilita o escoamento da produção e contribui para a atração de novos investimentos”, destacou.

No Tocantins, o Aeroporto de Araguaína receberá R$ 55,5 milhões em investimentos. As obras previstas incluem a ampliação do pátio de aeronaves, a expansão do terminal de passageiros e a preparação do aeroporto para receber aviões a jato de médio porte. O terminal é considerado peça-chave para a integração do norte do estado e para o fortalecimento da região conhecida como Mesopotâmia do Tocantins, próxima a importantes polos como Marabá (PA) e Imperatriz (MA).

Para o prefeito de Araguaína, Wagner Rodrigues, a modernização do terminal amplia as possibilidades de crescimento do município. “Um aeroporto mais estruturado melhora a conectividade, fortalece o comércio e o agronegócio e amplia o acesso da população ao transporte aéreo”, afirmou.

O Programa AmpliAR integra a estratégia do Governo Federal para fortalecer a aviação regional, reduzir desigualdades logísticas e ampliar o acesso ao transporte aéreo em regiões com menor oferta de voos regulares. Ao viabilizar investimentos em aeroportos de pequeno e médio porte, o programa contribui para a integração regional e para o desenvolvimento econômico dos municípios atendidos.

Leia mais:  Segurança pública e inteligência de estado pautam reunião entre ministro da Justiça e ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

Comentários Facebook

Brasil

Da ciência ao cuidado: Ministério da Saúde debate estratégias para acelerar o acesso à inovação nos serviços do SUS

Published

on

Inovação em saúde, pesquisas clínicas, inteligência artificial, terapias avançadas e tecnologias de ponta ocuparam o centro do debate público durante a realização da Feira SUS Inova Brasil. O evento foi promovido pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, na capital carioca nesta sexta-feira (17/04). A programação contou com espaços de conexões e painéis temáticos que reuniu representantes da sociedade civil e especialistas do setor público e privado.

A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Saúde, Fernanda De Negri, ressaltou que o evento soma-se aos esforços do Governo do Brasil para acelerar o caminho entre o que é produzido no país e a disponibilização no sistema público. O debate, destacou a secretária, precisa ser feito com a participação direta de gestores municipais e estaduais para construir estratégias cada vez mais integradas e colaborativas.

Entre as medidas já adotadas, está o apoio às pesquisas clínicas. “É a partir delas que a gente vai conseguir testar essas novas tecnologias que estão sendo feitas. E, quanto mais a gente for eficiente nesse processo, mais a gente consegue aproximar e trazer essas tecnologias para o uso efetivo no sistema de saúde lá na ponta”, enfatizou.

Outra ação destacada por Fernanda De Negri foi a implementação do Programa Nacional de Inovação Radical. Realizado em conjunto com o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), a inciativa tem o objetivo de impulsionar o conhecimento científico em soluções concretas, por meio de medicamentos, tratamentos e dispositivos que atendam às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). “As ações são justamente para acelerar e reduzir esse gap entre a pesquisa e a inovação, e o uso dessa inovação no sistema público de saúde”, concluiu.

Leia mais:  Governo do Brasil antecipa pagamento do Abono Salarial para municípios de Minas Gerais atingidos por chuvas

 Caminhos da inovação aplicada

 Quatro outros painéis também integraram o evento. O primeiro foi dedicado à saúde digital. Nele, especialistas discutiram como o uso eficiente de dados, da inteligência artificial e da medicina de precisão podem apoiar a modernização do SUS e, consequentemente, contribuir para a diminuição de custos. O debate mostrou que a análise qualificada dessas informações já orienta a criação de políticas públicas e apoia gestores locais a tomar decisões mais rápidas, seguras e eficientes, impulsionando novas formas de inovar na saúde pública.

 O segundo painel destacou a importância de transformar resultados de pesquisas em soluções reais para o SUS, por meio da pesquisa clínica, da avaliação de novas tecnologias e da inovação em saúde. Os debatedores apontaram oportunidade para avançar em questões regulatórias, de organização dos serviços e de parcerias estratégicas para que essas inovações sejam adotadas em larga escala.

Tecnologia que transforma

 A discussão sobre inovação em saúde avançou com o debate sobre o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) e seu papel na redução das desigualdades regionais no país. Especialistas destacaram que políticas públicas orientadas às características de cada território podem impulsionar o desenvolvimento produtivo local, fortalecer cadeias estratégicas do SUS e gerar impacto social direto nas comunidades. A aposta em soluções que dialogam com as realidades das regiões brasileiras foi apontada como caminho para ampliar a equidade, promover autonomia tecnológica e consolidar um modelo de inovação capaz de responder às necessidades concretas da população.

Leia mais:  São Paulo concentra maior investimento do País no Mais Ciência na Escola e impulsiona educação científica

O último painel foi em torno de como o cuidado com pacientes com câncer está mudando com a novas tecnologias, que vão desde exames mais precisos, como os que usam biomarcadores e biossensores, até tratamentos avançados, como a terapia CAR-T, que usa as próprias células de defesa do paciente para atacar o tumor. O diálogo reforçou que unir diagnósticos mais confiáveis a terapias inovadoras é fundamental para que o SUS consiga adotar essas novidades de forma sustentável e para um número cada vez maior de pessoas.

Conexões

A programação contou ainda com espaços de conexão. Foi nesse ambiente que a mestranda em Gestão de Competitividade e Saúde, Ariane Volin, de 44 anos, natural do Pará e atualmente morando em São Paulo, encontrou oportunidade de compreender melhor os estágios da inovação no Brasil, especialmente no que diz respeito à pesquisa e à aplicação de práticas de governança.

Para ela, a feira é uma vitrine e um momento oportuno para aprofundar seu olhar sobre gestão. “O conteúdo apresentado contribui diretamente para minha pesquisa sobre governança pública em projetos. Estou acompanhando temas como privacidade, segurança da informação e a aplicação prática do conhecimento”, ressaltou Ariane.

Assista aos debates da Feira SUS Inova Brasil

Janine Russczyk
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262