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Curitiba

Suspeitos de torturar e matar professor são presos, em Curitiba; polícia investiga homofobia

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Dois suspeitos de torturar e matar um professor de Geografia foram presos em Curitiba. Nesta quinta-feira (19), a Polícia Civil informou que as investigações apontam que o crime tenha sido motivado por homofobia.

O crime aconteceu no dia 30 de novembro, após uma festa rave. De acordo com a polícia, o corpo de Ronaldo Pescador, de 40 anos, foi encontrado no banco traseiro do próprio carro enrolado em um tapete, amarrado com fios elétricos e com uma peça íntima feminina dentro da boca, no bairro Alto Boqueirão.

Segundo o delegado da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Tito Lívio Barrichello, a vítima foi espancada e torturada em uma festa que aconteceu após a rave.

“O professor e um grupo de pessoas foram até a casa de uma delas, beberam muito, e algumas pessoas usaram drogas. Segundo depoimentos, por razões ligadas a homofobia, os suspeitos começaram, então, a agredir a vítima”, afirmou.

De acordo com o delegado, Ronaldo Pescador foi agredido com chutes, marteladas e golpes de cinta.

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Segundo a polícia, três pessoas foram identificadas como suspeitas pelas agressões. Outras quatro pessoas estavam na casa e, segundo o delegado, não fizeram nada para impedir as agressões.

“Uma delas, inclusive, segundo testemunhas, aumentou o volume da música para que os vizinhos não ouvissem a vítima”, disse o delegado.

Prisões

Três mandados de prisão foram expedidos pela Justiça. A Polícia Civil conseguiu prender dois suspeitos nos dias 12 e 13 de dezembro. Em uma das prisões, os policiais perseguiram o suspeito no calçadão da Rua XV.

Segundo o delegado, o homem só foi preso após uma pessoa que passava na rua derrubar o suspeito, que tentava fugir em meio aos pedestres.

Um terceiro suspeito continua foragido.

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Curitiba

Defensoria Pública do Paraná emite recomendação aos postos de combustíveis sobre reajuste abusivo

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O Núcleo de Defesa do Consumidor (NUDECON) da Defensoria Pública do Estado do Paraná (DPE-PR) emitiu, nesta segunda-feira (14), uma Recomendação à entidade que representa os donos de postos de combustíveis do Paraná, o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Derivados de Petróleo, Gás Natural, Biocombustíveis e Lojas de Conveniência do Estado do Paraná (Paranapetro).

O objetivo, segundo o Coordenador do Núcleo, Defensor Público Erick Lé Palazzi Ferreira, é coibir o abuso quando a Petrobrás anunciar reajustes. “O que se viu em vários casos na última quinta-feira foi uma prática abusiva, uma elevação injustificada dos preços”, explica o Defensor.

De acordo com ele, a Recomendação pretende barrar a prática de repassar o reajuste com produto comprado por preço velho. “Antes de ter sido repassado o aumento, os postos já estavam aplicando. O que fizeram foi pegar um produto mais barato e colocar o preço exorbitante”.

Segundo a Recomendação, os varejistas de combustíveis devem se abster de aumentar os preços antes da existência real de reajuste das distribuidoras. “Caso haja reclamações e comprovação sobre aumento excessivo de combustíveis pelos postos, o Nudecon adotará as medidas judiciais cabíveis, individuais ou coletivas, para areparação de eventuais danos”, afirma a Recomendação.

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Na semana passada, a Petrobrás anunciou reajuste dos combustíveis. De acordo com a empresa, o aumento seria de 18,77% para a gasolina, 24,9% para o diesel e 16% para o gás de cozinha.

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