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Sudeste lidera crescimento na aviação e registra 15,7 milhões de embarques no 1º trimestre

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A região Sudeste registrou, no primeiro trimestre de 2026, a maior movimentação de passageiros da história em voos com origem em seus aeroportos. Ao todo, foram 15,7 milhões de embarques, considerando operações domésticas e internacionais, o melhor resultado desde o início da série histórica da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), iniciada em 2000. Os dados são do painel de Oferta e Demanda da Anac, consolidados pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).

O desempenho representa um crescimento de 5,22% em relação ao mesmo período de 2025 e acompanha o avanço da aviação no país como um todo, que também registrou alta no trimestre. No Brasil, mais de 33,5 milhões de passageiros embarcaram em voos domésticos e internacionais entre janeiro e março, um aumento de 7,7% na comparação com o ano anterior, com destaque para o crescimento mais acelerado das viagens internacionais.

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, destacou que o desempenho da região Sudeste evidencia o papel da aviação para o desenvolvimento do país. “Quando observamos um crescimento consistente, especialmente nas viagens internacionais, estamos falando de mais negócios, mais turismo e maior integração do Brasil com o mundo. Nosso desafio é garantir que a infraestrutura acompanhe esse ritmo, com planejamento e investimentos, para sustentar esse avanço no longo prazo e ampliar os benefícios para a população e para o setor produtivo”, afirmou.

“Estamos falando de mais negócios, mais turismo e maior integração do Brasil com o mundo” Tomé Franca 

Internacional puxa crescimento

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O avanço foi ainda mais intenso nos voos internacionais. Foram 3,2 milhões de passageiros embarcando para o exterior a partir da região, crescimento de 8,28% em relação ao primeiro trimestre de 2025; também um recorde histórico.

Esse movimento acompanha o aumento da presença de turistas estrangeiros no Brasil e o maior fluxo de brasileiros viajando para fora. Dados do Banco Central mostram que os gastos de visitantes internacionais no país somaram R$ 16 bilhões entre janeiro e março, alta de 12% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A combinação desses fatores ajuda a explicar a maior movimentação nos aeroportos do Sudeste, principal porta de entrada e saída do país para voos internacionais.

Mercado doméstico aquecido

Nos voos dentro do país, o Sudeste manteve desempenho positivo. Foram 12,4 milhões de passageiros embarcando na região, crescimento de 4,45% em relação ao primeiro trimestre de 2025; igualmente o maior volume já registrado na série histórica.

A força do mercado doméstico está diretamente ligada ao peso econômico da região, que concentra os principais centros financeiros, industriais e de serviços do país. Essa dinâmica sustenta uma demanda constante por deslocamentos aéreos, tanto para viagens corporativas quanto para turismo interno.

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Principais aeroportos

Os grandes hubs da região continuam concentrando a maior parte da movimentação. O Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) lidera com 5.767.777 passageiros embarcando no trimestre, seguido por Congonhas (SP), com 2.942.490, Galeão (RJ), com 2.545.406, e Confins (MG), com 1.444.898.

Também se destacam os aeroportos de Campinas (SP), com 1.377.185 passageiros, e Santos Dumont (RJ), com 758.322 embarques, ampliando a capilaridade da malha aérea na região.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Ministério da Saúde reforça vacinação de crianças e adolescentes no Rio Grande do Sul

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O Ministério da Saúde iniciou a Campanha de Multivacinação 2026 para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos e elevar as coberturas vacinais em todo o país. A mobilização segue até 1º de setembro, com o Dia D nacional em 22 de agosto. Ao longo de 2026, o Rio Grande do Sul já recebeu 9,8 milhões de doses de vacinas, todas integrantes do Calendário Nacional de Vacinação.

“Estamos recuperando a cobertura vacinal, mas sempre temos que manter isso atualizado. Também estamos chamando a atenção para o reforço da vacina do sarampo. Outros países do mundo pararam de vacinar, tiveram explosão de casos de sarampo. Os Estados Unidos estão vivendo o maior surto de sarampo nos últimos 35 anos da história deles. E esses casos vêm para o Brasil, de forma importada”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Para viabilizar a campanha, 1,5 milhão de doses de vacinas foram distribuídas aos estados. Ao longo de 2026, o Ministério da Saúde já destinou mais de 180 milhões de doses a todos os estados e ao Distrito Federal, garantindo o abastecimento da rede e apoiando as estratégias de vacinação em todo o país.

A distribuição das vacinas destinadas à campanha aos estados está em andamento, conforme as solicitações encaminhadas pelas unidades federativas. Alguns estados ainda não registraram solicitações no sistema, o que pode indicar que os estoques já disponíveis estão sendo utilizados para a mobilização.

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A pasta garante o abastecimento regular de vacinas a todos os estados e o Distrito Federal. A gestão do quantitativo dos imunizantes é feita pelas secretarias de saúde dos estados, responsáveis por solicitar os imunizantes ao Ministério.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra doenças imunopreveníveis. Manter altas coberturas é fundamental para proteger crianças e adolescentes, reduzir a circulação de vírus e bactérias e evitar o retorno ou a disseminação de doenças que podem causar complicações graves, sequelas e até mortes.

Entre as doenças que podem ser evitadas pela vacinação estão formas graves de tuberculose, hepatites A e B, difteria, tétano, coqueluche, poliomielite, infecções por rotavírus, pneumonias e meningites causadas por pneumococos e meningococos, influenza (gripe), covid-19, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela (catapora), infecções pelo papilomavírus humano (HPV) e dengue.

Esta é a primeira edição da multivacinação com a vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20), incorporada neste ano ao Calendário Nacional de Vacinação. O imunizante amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites, e é indicado para crianças menores de 5 anos, conforme o esquema vacinal.

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A mobilização também contempla atualizações recentes do calendário, como a oferta da vacina contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos e a vacinação contra a covid-19 para crianças, conforme as indicações específicas de cada imunizante.

A vacinação será seletiva. Os profissionais de saúde vão conferir a caderneta e aplicar somente as doses necessárias para iniciar ou completar o esquema previsto. Pais e responsáveis devem levar o documento aos serviços de vacinação.

Vacinas disponíveis

Durante a estratégia, poderão ser ofertadas, conforme idade, histórico vacinal e indicação:

  • BCG;
  • Hepatite B;
  • Penta (DTP/Hib/HB);
  • Poliomielite (VIP);
  • Rotavírus humano;
  • Pneumocócica conjugada 10-valente e 20-valente;
  • Meningocócica C;
  • Influenza;
  • Covid-19;
  • Febre amarela;
  • Meningocócica ACWY;
  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola);
  • Varicela;
  • DTP;
  • Hepatite A;
  • dT;
  • HPV4;
  • Dengue tetravalente. 

Novo reforço contra a poliomielite

Desde 3 de agosto de 2026, o esquema de vacinação contra a poliomielite passou a incluir o segundo reforço da vacina poliomielite (VIP) aos 4 anos de idade.

A mudança complementa o esquema exclusivamente com VIP adotado pelo Brasil desde 2024 e reforça a proteção contra a poliomielite, doença que ainda não foi erradicada mundialmente.

O Brasil não registra casos de poliomielite há décadas e mantém a vacinação como principal medida para evitar a reintrodução do poliovírus.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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