Educação
Sisu+ 2026 disponibiliza 1,7 mil vagas na Paraíba
De maneira inédita, o Ministério da Educação (MEC) está ofertando vagas disponíveis em instituições públicas de educação superior por meio do Sisu+, etapa complementar ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Na Paraíba, o processo seletivo ofertará 1.776 vagas, sendo 1.017 na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), 315 Instituto Federal da Paraíba (IFPB), 286 na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e 158 na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), para ingresso no segundo semestre deste ano. As inscrições para participar da seleção se encerram nesta sexta-feira, 19 de junho, pelo Portal de Acesso Único.
Os candidatos interessados em aderir ao Sisu+ devem ter participado de uma ou mais edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos últimos três anos e ter concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026. Entre os cursos presentes na oferta na Paraíba estão: matemática, no Campus Concórdia, no período noturno, com 20 vagas ofertadas; física, também no Campus Concórdia, no período noturno, com 20 vagas; matemática, no Campus Avançado Sombrio, no período noturno, com 21 vagas; além de matemática e física, no Campus Rio do Sul, ambos no período noturno, com 20 vagas ofertadas cada. Para conferir essa e outras possibilidades, os estudantes podem acessar o Portal de Acesso Único.
Notas de corte – As notas de corte já podem ser consultadas diretamente nas páginas do Sisu Aluno e do Sisu Vagas, devendo ser utilizadas pelos candidatos apenas como uma referência da situação em que se encontram para a vaga selecionada e não como uma garantia de seleção. Com base nas notas, os candidatos podem alterar as opções de curso no decorrer do período de inscrição.
Confira o passo a passo para inscrição:
- Acesse https://acessounico.mec.gov.br/sisu;
- Faça o login na plataforma com a sua conta Gov.br;
- Informe todos os dados de cadastro, como informações de contato, nome social e endereço;
- Preencha o questionário de informações sociais e econômicas para que o MEC possa identificar as modalidades de cotas disponíveis;
- Escolha o curso e a instituição desejadas. Podem ser selecionadas até duas opções;
- O sistema considerará a maior nota desde o Enem 2023 para classificar o candidato;
- Com curso e opções definidos, e após verificar as modalidades de vagas disponíveis, é só confirmar a escolha e a inscrição no Sisu+ estará concluída.
Brasil – Ao todo, 34 instituições públicas de educação superior participam do Sisu+. Estão sendo ofertadas 9.436 vagas, em 532 cursos.
Sisu+ – O programa integra um ciclo mais amplo de aprimoramento do Sisu, como as alterações recentes da Lei de Cotas, melhorias no sistema de inscrição e aperfeiçoamento na organização de vagas. A seleção é uma etapa complementar ao Sisu que tem o objetivo de ampliar o acesso à educação superior, contribuindo para a ocupação de vagas disponíveis. A etapa fortalece as instituições públicas de educação superior ao permitir que utilizem a estrutura do Sisu para ofertar vagas que, de outra forma, poderiam depender de processos seletivos próprios, com maior dispersão de regras, calendários e canais de divulgação.
A participação é voltada às instituições públicas e gratuitas que tenham participado da etapa regular do Sisu 2026 e formalizado a adesão por meio do termo. A tendência é que o Sisu+ seja utilizado especialmente para: cursos que, tradicionalmente, dependem de chamadas sucessivas para preenchimento de vagas; instituições que realizariam processos seletivos próprios para vagas com ingresso no segundo semestre; cursos de licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas em que a ampliação do acesso esteja associada a políticas públicas complementares; e instituições que desejem utilizar a infraestrutura do Sisu para reduzir custos administrativos, ampliar a divulgação das vagas e padronizar procedimentos de seleção.
O objetivo é reduzir a necessidade de processos seletivos próprios paralelos e apoiar a organização das ofertas acadêmicas em um ambiente já conhecido pelas instituições e pelos estudantes, incluindo instituições localizadas em regiões interiorizadas do país, de modo a ampliar a visibilidade de vagas eventualmente disponíveis fora dos grandes centros urbanos.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)
Fonte: Ministério da Educação
Educação
UFPR oferece 3 mil vagas para formação em Direitos Humanos
Profissionais da educação básica de todo o país podem se inscrever no curso “Educação em Direitos Humanos na formação de profissionais da educação a partir de escutas intertextuais”. A formação é realizada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC). As inscrições começaram em 28 de agosto e seguem até 26 de setembro de 2026. Ao todo, serão ofertadas 3 mil vagas.
A formação será realizada na modalidade online e é voltada a diretores, coordenadores pedagógicos, docentes, auxiliares docentes, secretários e outros profissionais que atuem diretamente com processos pedagógicos. As inscrições devem ser feitas no formulário disponibilizado pela universidade.
A formação acontece no âmbito da Política Nacional de Educação em Direitos Humanos nas Instituições de Ensino (EducaDH) e da Rede Nacional de Formação de Profissionais da Educação (Renafor).
Documentos necessários – A inscrição é realizada mediante apresentação de documento oficial de identificação com foto, CPF e comprovante de vínculo profissional com a educação básica. Entre os comprovantes aceitos estão contracheque ou holerite recente, declaração de vínculo ou de exercício, contrato de trabalho vigente, carteira de trabalho com identificação do vínculo ou outro documento oficial equivalente. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail da UFPR ([email protected]).
Sobre a formação – A formação articula Educação em Direitos Humanos, escutas intertextuais, interseccionalidade e experiências territorialmente situadas, aproximando os fundamentos dos direitos humanos das situações concretas vivenciadas nas escolas, nas redes de ensino e nos diferentes territórios brasileiros.
O curso também busca contribuir para a formação de profissionais capazes de construir práticas, projetos e materiais de referência em Educação em Direitos Humanos, os quais são comprometidos com a justiça social, a ampliação da participação democrática e a prevenção de violências.
A formação será composta por dois módulos de 90 horas cada, realizados em períodos distintos.
Módulo 1
Período: 1º de outubro a 30 de novembro de 2026.
Abordagem: Fundamentos da Educação em Direitos Humanos e Introdução aos Eixos Temáticos.
O primeiro módulo apresenta os fundamentos conceituais, políticos e éticos da Educação em Direitos Humanos e os articula em sete eixos temáticos:
- Fundamentos da Educação em Direitos Humanos e Gestão;
- Direitos da Criança e do Adolescente;
- Direitos das Meninas e Mulheres;
- Direitos das Pessoas LGBTQIA+;
- Direitos das Pessoas em Situação de Rua;
- Direitos das Pessoas Imigrantes, Refugiadas e Apátridas;
- Direitos, Sustentabilidade Socioambiental e Bem-Viver.
Módulo 2
Período: 1º de dezembro de 2026 a 30 de janeiro de 2027.
Abordagem: Aprofundamento Temático em Educação em Direitos Humanos e Laboratórios de Produção de Materiais de Referência.
No segundo módulo, será realizado o aprofundamento dos sete eixos temáticos, além da produção colaborativa de materiais de referência relacionados aos contextos de atuação das pessoas participantes.
Sobre a EducaDH – A Política Nacional de Educação em Direitos Humanos nas Instituições de Ensino (EducaDH) articula os entes federados para a implementação de ações de Educação em Direitos Humanos. Seu objetivo é fortalecer capacidades institucionais e práticas pedagógicas que assegurem o respeito aos direitos humanos e a valorização da diversidade, com atenção ao enfrentamento do preconceito, da discriminação e da violência nas instituições públicas de ensino da educação básica e da educação superior.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
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