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Senatran acompanha implementação da CNH do Brasil no Espírito Santo

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As mudanças para tirar a carteira de motorista seguem avançando no país. Para garantir que a CNH do Brasil funcione de maneira uniforme em todos os estados, a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) vem realizando visitas técnicas aos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) para acompanhar a implementação do programa, alinhar procedimentos e identificar boas práticas e eventuais desafios operacionais.

Nesta quinta-feira (29), a agenda ocorreu no Detran do Espírito Santo, com a presença do secretário nacional de Trânsito, Adrualdo Catão, que verificou o processo de execução da CNH do Brasil.

“Nós temos percebido um aumento na demanda dos Detrans e é por isso que estamos fazendo essas visitas. Para dialogar e entender as necessidades locais”, explicou, destacando o caráter técnico, colaborativo e institucional das visitas.

O estado capixaba vem se destacando na adaptação de sistemas e rotinas administrativas. Segundo o presidente do Detran-ES, Givaldo Vieira, o órgão estadual está entre os primeiros a se adaptar às diretrizes da CNH do Brasil. “Nós estamos trabalhando na modernização do sistema para que, além de fluido, seja seguro e garanta ao povo capixaba condições de conduzir o veículo com boa segurança”, afirmou.

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Monitoramento com apoio da CGU

As visitas técnicas aos Detrans fazem parte da estratégia de monitoramento da Senatran, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), e têm como objetivo acompanhar a rotina dos órgãos e garantir que as novas regras sejam aplicadas de forma uniforme em todo o Brasil, visando melhoria nos processos do novo modelo de habilitação, que é mais justo, eficiente e voltado à segurança viária.

Lançado em dezembro de 2025, o aplicativo promove a modernização e torna o processo mais acessível para a população brasileira. No Espírito Santo, o número de requerimentos da primeira habilitação é de 60.381. No país, chega a 3.185.118.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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MME abre consulta sobre regras de comercialização, armazenamento e mercado livre de energia

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta segunda-feira (24/8), consulta pública para receber contribuições sobre a minuta de decreto que atualiza as regras de comercialização e de exploração dos serviços e instalações de energia elétrica. O texto adapta os Decretos nº 5.163/2004, nº 2.655/1998 e nº 5.177/2004 às mudanças introduzidas pela Lei nº 15.269/2025 e prepara a regulamentação para a abertura integral do mercado de energia.

A consulta ficará aberta por 45 dias. A iniciativa integra a implementação da reforma do setor elétrico e submete ao debate público tanto os ajustes exigidos pela nova legislação quanto outros pontos relevantes para o funcionamento do mercado. Consumidores, empresas, entidades setoriais e órgãos públicos poderão apresentar contribuições para o aperfeiçoamento da proposta.

Entre os principais temas, a minuta coloca em discussão a flexibilização da regra que exige de consumidores e distribuidoras a contratação da totalidade de sua carga. Também propõe critérios para a comprovação de lastro de venda em contratos bilaterais de agentes armazenadores, revê as diretrizes para os limites mínimo e máximo do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) e permite reavaliar a periodicidade da contabilização e da liquidação do Mercado de Curto Prazo (MCP).

Mercado livre e armazenamento

Na frente de abertura do mercado, a proposta atualiza os prazos de migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL) e de retorno ao Ambiente de Contratação Regulada (ACR) dos consumidores atendidos em tensão igual ou superior a 2,3 kV. O texto também trata da dispensa de comprovação de lastro pelo supridor de última instância, agente responsável por assegurar o atendimento ao consumidor em situações excepcionais, e reabre a discussão sobre o enquadramento do consumidor parcialmente livre.

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O armazenamento de energia passa a ser incorporado de forma expressa à regulamentação. A minuta cria, na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a classe dos armazenadores autônomos na categoria de comercialização e prevê representação obrigatória para os agentes que comercializarem energia. Também permite que as condições gerais de acesso à rede contemplem requisitos de controle, capacidade, flexibilidade e armazenamento.

Para os supridores de última instância, a proposta determina a contabilização separada de despesas e custos. O texto ainda incorpora os novos limites legais de revisão da garantia física, inclui a flexibilidade entre as formas de contratação

de reserva de capacidade e retira o prazo mínimo de suprimento da energia proveniente de novos empreendimentos de geração.

Preços, encargos e contratação das distribuidoras

A minuta também revê regras de encargos e operação. Entre elas está a alocação dos Encargos dos Serviços do Sistema (ESS) de natureza elétrica conforme o consumo medido do autoprodutor, em alinhamento ao Acórdão nº 1.631/2026 do plenário do Tribunal de Contas da União (TCU). A proposta prevê ainda a cobertura, pelo ESS, de cortes de geração provocados por indisponibilidade externa ou por razões de confiabilidade elétrica, nos termos da legislação.

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Para as distribuidoras, o texto torna obrigatória a participação no Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits (MCSD) antes dos leilões de energia. O mecanismo permite que as empresas compensem entre si sobras e déficits contratuais antes de recorrer a novas compras. Também estão em discussão a simplificação do critério usado na apuração da exposição contratual, o submercado de entrega dos Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEAR) e o uso da origem da demanda, como reposição, recuperação ou crescimento do mercado, para definir se a contratação será feita em leilões de energia existente ou nova.

A revisão inclui ainda novas definições para autoprodutor, armazenador e supridor de última instância, novos parâmetros para a operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) e para o cálculo do PLD e o compartilhamento, entre consumidores dos mercados regulado e livre, dos efeitos financeiros da sobrecontratação ou da exposição involuntária das distribuidoras decorrentes da migração de consumidores.

Acesse aqui o Portal de Consulta Pública do MME.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | (61) 99129-3578 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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