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Paraná

Sanepar inaugura Central de Relacionamento em terminal de São José dos Pinhais

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) inaugurou nesta quarta-feira (3) a Central de Relacionamento Terminal Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. A unidade de atendimento aos clientes funcionará de segunda à sexta-feira, das 8h30 às 17 horas, sem intervalo. Os usuários do sistema de abastecimento de água e esgoto poderão contar com serviços de emissão de segunda via de fatura, negociação de débitos, regularização de endereço, entre outras ações, além de poder usar o Totem de Auto Atendimento.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley revelou que pretende implantar novas centrais nos terminais rodoviários de outros municípios da Região Metropolitana, pois atende a política da empresa em manter um relacionamento mais próximo das pessoas. “Um terminal onde há uma grande circulação de usuários da Sanepar e nem todos têm a facilidade de usar nossos canais digitais, há uma possibilidade de atendimento presencial dentro de sua rota. E assim podemos atender bem toda a comunidade”, explicou.

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A prefeita de São José dos Pinhais, Nina Singer destacou que descentralização do atendimento, uma vez que há outra unidade no Centro, vai abranger de forma mais ampla e eficiente a população local. “Nesse terminal Afonso Pena, circulam cerca de 15 mil pessoas diariamente, que podem ter um atendimento facilitado. Essa parceria com a Sanepar visa o melhor relacionamento com a população”, avaliou.

A dona de casa Maria de Lourdes Marcelino, moradora de Piraquara, município também da RMC, foi a primeira pessoa a ser atendida na nova central de relacionamento, poucos minutos antes da inauguração oficial. “Moro no limite das duas cidades e sempre pego ônibus nesse terminal. Então quando soube que tinha uma unidade da Sanepar aqui, vim resolver pendências da conta de água, atrasadas pelo morador antigo da casa onde resido há sete meses. Foi uma iniciativa muito boa e que facilitou meu caso”, afirmou.

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Os pontos de atendimento em sua cidade podem ser consultados nesse endereço. Basta preencher os espaços com as alternativas oferecidas: tipo de atendimento; cidade/distrito e atendimentos especiais.

Fonte: Governo PR

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Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

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Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

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Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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