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Reunião no MJSP reforça integração com comandantes das Polícias Militares

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Brasília, 12/02/2026 – Debater prioridades da segurança pública e fortalecer a cooperação entre a União e as corporações militares estaduais foram os principais temas da reunião entre o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, e o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais de Polícia Militar (CNCG). O encontro foi realizado nesta quinta-feira (12), no Palácio da Justiça.

A reunião integrou a agenda de articulação federativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) com os principais atores do sistema de segurança. O foco foi o enfrentamento à criminalidade organizada, o aprimoramento das políticas públicas e a construção de estratégias integradas em todo o País.

Durante o encontro, o ministro afirmou que o Governo Federal trabalha na consolidação de uma política de segurança embasada em evidências e elaborada em parceria com estados e instituições.

“Temos a convicção de que podemos construir uma política de segurança pública baseada em evidências, com métodos sólidos, pesquisa científica, inovação e uso adequado de tecnologia, aproveitando as experiências dos diversos atores do setor”, afirmou.

O ministro também destacou o papel estratégico das polícias militares na estrutura nacional de segurança. “As polícias militares, por sua tradição, profissionalismo e presença em todo o território nacional, são pilares dessa política. Nossos esforços buscam fortalecer a integração com os demais órgãos de segurança e defesa do País”, completou.

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Integração federativa e coordenação nacional

O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, reforçou a importância da atuação conjunta entre União e estados e o protagonismo das polícias militares na execução dos projetos.

“Não há como falar de segurança pública sem a participação dos estados e, principalmente, das PMs, que estão presentes em todos os municípios. Cabe à União coordenar a elaboração das políticas públicas nacionais e a aplicação dos recursos sob sua responsabilidade”, afirmou.

O secretário nacional de Políticas Penais (Senappen), André Garcia, disse que a construção de soluções exige diálogo permanente com quem atua diretamente nas ruas. “Não se faz segurança pública sem ouvir quem está na ponta. Este encontro busca acolher as contribuições das polícias militares e fortalecer ações que levem mais tranquilidade ao cidadão”, ressaltou.

Combate ao crime organizado e cooperação permanente

O assessor especial do ministro, Daniel Hirata, afirmou que o enfrentamento à criminalidade organizada exige cooperação contínua entre o Governo Federal e as forças estaduais.

“Esse combate não é possível sem as polícias militares. Queremos, a partir deste diálogo, estabelecer diretrizes para uma cooperação cada vez mais efetiva entre o MJSP e as corporações de todo o País”, disse.

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Representando o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais, o presidente do colegiado e comandante-geral da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul destacou a disposição das corporações em contribuir tecnicamente para aprimorar as políticas de segurança.

“Estamos aqui para construir soluções com responsabilidade e diálogo, ouvindo quem atua diariamente nas ruas, para oferecer um serviço de qualidade à sociedade”, concluiu.

A reunião reforça o compromisso do MJSP com a construção conjunta de soluções para fortalecer o sistema de segurança pública, com foco na integração institucional, no uso adequado de recursos e em políticas baseadas em evidências.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Dia de Combate ao Fumo: Ministério da Saúde convida amapaenses a compartilhar os desafios de parar de fumar

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No Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado neste sábado (29), o Ministério da Saúde convida a população do Amapá a falar sobre os desafios de parar de fumar. A ação “Conte o que o cigarro não mostra” convida fumantes, ex-fumantes, familiares e outras pessoas que convivem com o problema a compartilhar experiências sobre os efeitos do consumo de cigarro na sua rotina, na qualidade de vida e na saúde. Para participar, basta acessar a página #MinhaHistóriaSemFiltro no Portal da Saúde e preencher o formulário contando a sua história. As informações coletadas vão ajudar a definir novas imagens e mensagens que serão utilizadas nas embalagens de cigarros, além de contribuir para o aperfeiçoamento das políticas públicas de combate ao tabagismo.

As imagens estampadas nas embalagens de cigarros mostram algumas das consequências do tabagismo. Mas há impactos que nenhuma fotografia consegue retratar: as mudanças na rotina, na convivência com familiares e amigos, nas relações afetivas e no dia a dia de quem fuma e de quem convive com o tabagismo. São essas experiências, que não aparecem nas embalagens, que a ação busca conhecer por meio dos relatos da população.

Com essa ideia, a ação abre um canal direto de escuta para fumantes, ex-fumantes, familiares e qualquer cidadão que queira contribuir. Cada depoimento ajuda o poder público a enxergar o tabagismo de forma mais ampla e humana, para além dos números. Ao compartilhar sua experiência, a população contribui diretamente para as próximas ações do Ministério da Saúde na área.

Estado teve redução no número de fumantes

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Levantamento do Ministério da Saúde divulgado em 2026 trouxe um alerta: após quase 20 anos de queda, o número de fumantes no Brasil voltou a crescer. Em 2024, 11,7% da população adulta fumava, segundo dados do Vigitel, inquérito nacional sobre fatores de risco para doenças crônicas. Apesar do avanço em relação ao início da série histórica – em 2006 eram 15,7% de fumantes – o percentual está acima dos 9,2% de fumantes registrados em 2023.

No Amapá, os dados de Macapá mostram uma trajetória de redução do tabagismo ao longo dos anos. Na capital amapaense, o percentual de adultos fumantes caiu de 17,5%, em 2006, para 8%, em 2023, uma redução de 9,5% pontos percentuais.

Busca por apoio no SUS aumentou quatro vezes mais no estado

Mesmo diante dessa redução, a procura por apoio para parar de fumar aumentou no Amapá, indicando a importância do acesso ao tratamento oferecido pelo SUS. Em todo o país, o também cresceu o número de pessoas que buscam por apoio e tratamento para parar de fumar nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do SUS – foram 2,1 milhões de pessoas atendidas em 2025. Esse número era 1 milhão em 2022.

No estado, foram 13.385 atendimentos realizados em 2025, contra 3.211 em 2022 — um aumento de quatro vezes mais no total de atendimentos, segundo dados registrados pelo Ministério da Saúde.

O tratamento é oferecido gratuitamente na rede pública de saúde e inclui acompanhamento individual ou em grupo, orientações para lidar com a dependência e, quando indicado pelos profissionais de saúde, medicamentos para reduzir os sintomas da abstinência, como adesivos e gomas de nicotina e bupropiona. A porta de entrada é a Unidade Básica de Saúde, onde o cidadão pode buscar informações sobre a oferta do tratamento em sua região.

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O cuidado à pessoa tabagista envolve etapas de identificação e busca ativa, acolhimento, avaliação clínica e do grau de dependência, definição e implementação do plano terapêutico (individual ou em grupo) e monitoramento da evolução clínica, manejo de recaídas e reforço das estratégias de cessação.

Combate ao tabagismo no Brasil

O tabagismo é uma doença crônica causada pela dependência à nicotina e está associado a mais de 50 doenças, entre elas diferentes tipos de câncer, doenças cardiovasculares e doenças respiratórias. No Brasil, o cigarro é responsável por cerca de 90% das mortes por câncer de pulmão e está relacionado a milhares de mortes prematuras todos os anos.

O Brasil é reconhecido internacionalmente pela adoção de um conjunto abrangente de políticas públicas de controle do tabaco, alinhadas à Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco da Organização Mundial da Saúde (CQCT/OMS). Entre as medidas estão a proibição da propaganda de produtos de tabaco, a restrição do fumo em ambientes coletivos fechados e a adoção de advertências sanitárias com imagens e mensagens nas embalagens de cigarros. 

Conheça a campanha: Conte o que o cigarro não mostra

Conheça os dados do Vigitel 

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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