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Paraná

R$ 160 milhões: Copel moderniza subestações e fortalece sistema elétrico

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A Copel avança em um amplo programa de obras de ampliação, modernização e reforço de subestações de energia que operam em alta tensão e compõem o Sistema Interligado Nacional (SIN). Sete projetos, que somam mais de R$ 160 milhões, devem ser concluídos ao longo de 2026, tornando a rede de transmissão de energia do Paraná ainda mais robusta, com benefício direto a 2 milhões de clientes, nas cidades atendidas por essas subestações.

As intervenções têm como foco principal a substituição de equipamentos por versões mais modernas, além do aumento da capacidade e da eficiência operacional do sistema, garantindo maior confiabilidade e qualidade no fornecimento de energia.

“Essas obras abrangem subestações estratégicas localizadas em diferentes regiões do Paraná, fortalecendo a infraestrutura elétrica e preparando a rede para acompanhar o crescimento da demanda e o desenvolvimento econômico das áreas atendidas”, destaca o diretor-geral da Copel Geração e Transmissão, Moacir Bertol. “Além disso, são investimentos que devemos entregar de forma antecipada em relação ao prazo estabelecido pela Aneel”, completa o gestor.

Entre as obras, está a troca de dois transformadores na Subestação Campo Comprido, em Curitiba, com conclusão prevista para maio de 2026. Os transformadores são equipamentos que ajustam os níveis de tensão elétrica, garantindo que a energia seja transmitida e distribuída com segurança e eficiência.

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O investimento de R$ 25,4 milhões nessa melhoria permitirá aumentar a eficiência operacional da instalação, assegurando maior confiabilidade ao atendimento da Capital e da Região Metropolitana.

Ainda em Curitiba, a Subestação Uberaba passará pela substituição de um transformador de grande capacidade, com investimento de R$ 16,5 milhões. A intervenção reforça a confiabilidade do sistema elétrico e assegura melhores condições de operação da rede local. A modernização dessas suas instalações da RMC vai beneficiar 495 mil clientes.

Na Subestação Figueira, as obras contemplam a substituição de um transformador e de dois reatores, que contribuem para o controle e a estabilidade do sistema elétrico. O investimento de R$ 19 milhões tem como objetivo modernizar os ativos e elevar o desempenho operacional da instalação, aumentando a segurança no suprimento de energia para 210 mil clientes.

Também com conclusão prevista para maio de 2026, a Subestação Londrina passará pela substituição de dois transformadores de grande porte. Com aporte de R$ 30,9 milhões, a modernização garante maior eficiência e confiabilidade ao sistema que atende o principal polo econômico do Norte do Paraná, com mais de 440 mil clientes beneficiados diretamente.

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Nesse conjunto de obras, também está em andamento a substituição de um transformador na Subestação Maringá, obra orçada em R$ 15,4 milhões, enquanto a Subestação Ponta Grossa Sul receberá dois novos transformadores que reduzem a tensão da energia para os níveis utilizados na rede de distribuição local. O investimento nessa unidade é de R$ 20,5 milhões.

Em ambos os casos, o foco é a renovação de equipamentos e o aumento da eficiência operacional. Em Maringá, há 360 mil clientes atendidos a partir dessa subestação e, em Ponta Grossa Sul, 220 mil.

Para novembro de 2026, está prevista a conclusão das obras de ampliação da Subestação Campo Mourão. O empreendimento prevê a substituição de dois transformadores por equipamentos de maior capacidade, além de adequações nas estruturas de manobra dos sistemas de alta tensão. Com investimento de R$ 34,4 milhões e benefício direto a mais de 210 mil clientes, a ampliação atende ao crescimento da carga na região Noroeste do Paraná e amplia a capacidade do sistema para acompanhar o desenvolvimento econômico regional.

Fonte: Governo PR

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UTI Adulto do Hospital Universitário da UEL recebe melhor selo do País

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A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Adulto do HU-UEL foi contemplada com o Selo UTI Top Performer, o reconhecimento mais alto concedido pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) e pela Epimed Solutions. No Paraná apenas dois hospitais públicos obtiveram essa certificação (o outro foi o Hospital Regional de Toledo), que reconhece a excelência em práticas de segurança e do compromisso com a promoção do cuidado com pacientes em estado crítico. 

Nos anos de 2025 e 2023, a UTI Adulto já havia sido reconhecida com o selo UTI Eficiente, a segunda mais alta certificação do programa, que também evidencia alto desempenho assistencial.

Realizada anualmente, a certificação é concedida a unidades que apresentam indicadores acima da média, com base na avaliação de dois critérios: mortalidade hospitalar e utilização de recursos humanos e materiais ajustadas à gravidade. 

Avaliação de performance é baseada nos registros de Taxa de Mortalidade Padronizada (TMP), que compara e expectativa de mortalidade com o número de mortes reais ajustada a gravidade do paciente, e de taxa de utilização de recursos padronizada (TURP), que avalia se a UTI faz gestão eficiente dos recursos. As unidades são certificadas em dois níveis: UTI Top Performer, concedido às unidades situadas entre os 33% com melhores nos indicadores, e UTI Eficiente situada entre a faixa 33% a 50% de melhor desempenho.

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Esse resultado reafirma que é possível oferecer assistência intensiva de alta qualidade no Sistema Único de Saúde, mesmo em cenários de elevada complexidade e demanda. Mais do que um reconhecimento institucional, a certificação expressa o compromisso contínuo das equipes multiprofissionais com a segurança do paciente, a tomada de decisão baseada em evidências e a gestão responsável dos recursos públicos.

A conquista também dialoga diretamente com o ambiente acadêmico e assistencial do Hospital Universitário da Universidade Estadual de Londrina, fortalecendo a integração entre ensino, pesquisa e assistência, e contribuindo para a formação de profissionais alinhados com os mais altos padrões da Medicina Intensiva contemporânea.

Resultados como este consolidam a região como referência em cuidado ao paciente crítico e reforçam o papel estratégico das instituições públicas na produção de saúde de qualidade para a população.

SOBRE A CERTIFICAÇÃO  A certificação nacional, criada em 2016 pela AMIB e pela empresa Epimed Solutions, visa reconhecer anualmente a qualidade e a excelência do atendimento prestado por UTIs, em conformidade com critérios de aperfeiçoamento na promoção da assistência sustentável, segura e eficiente para pacientes em estado crítico.

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A classificação é realizada por meio da análise dos dados clínicos registrados ao longo do ano por meio da plataforma Epimed Monitor, ferramenta que permite avaliação do desempenho clínica e gerencial da UTI e contribui para o aprimoramento da medicina intensiva e para o aumento da segurança dos pacientes.

Neste ano, 337 hospitais brasileiros, de um total de mais de 800 monitorados pelo Projeto UTIs Brasileiras, foram contemplados com os Selos Top Performer e UTI Eficiente. 

PROJETO UTIS BRASILEIRAS – O projeto denominado UTIs Brasileiras, iniciado em 2010, é resultado de uma parceria entre a AMIB e a Epimed Solutions. Seu principal objetivo é caracterizar o perfil epidemiológico das UTIs e compartilhar as informações que possam ser úteis para orientar as políticas de saúde e estratégias, para o aprimoramento do cuidado dos pacientes críticos no Brasil.

Fonte: Governo PR

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