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Pronasci Juventude inicia atividades no DF com protagonismo de jovens das periferias

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Brasília, 24/6/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), participou, na sexta-feira (19), da aula inaugural do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) Juventude no Distrito Federal. Realizado na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), o evento marcou o início oficial das atividades do projeto, executado em parceria com o Instituto Federal de Brasília (IFB).

A programação reuniu jovens de Ceilândia, Estrutural, São Sebastião, Sobradinho e Sol Nascente, territórios contemplados pela iniciativa. O encontro destacou trajetórias, experiências e expressões culturais desenvolvidas pelos participantes, reforçando o papel do programa na promoção da cidadania, da inclusão social e da construção de oportunidades para a juventude.

Durante a cerimônia, os participantes compartilharam relatos sobre o impacto do projeto nas comunidades e suas perspectivas de futuro. A programação também contou com apresentações culturais e com a exposição fotográfica Pronasci Juventude Brasília: Território, Identidade, Dignidade, que retrata os primeiros meses de mobilização social no Distrito Federal.

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A secretária nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, Marta Machado, ressaltou a importância de políticas públicas voltadas à valorização da juventude e ao fortalecimento dos territórios.

“Segurança pública se constrói de forma sustentável quando o Estado reconhece o potencial dos jovens e investe em oportunidades nos territórios”, afirma.

Educação, cultura e inclusão
Representantes do Ministério da Educação (MEC), da Secretaria Nacional da Juventude (SNJ), da Presidência da República e do IFB integraram a programação e ressaltaram a articulação entre educação, cultura e cidadania para ampliar oportunidades e fortalecer direitos.

A reitora do IFB, Veruska Machado, apresentou o histórico de implementação do programa no Distrito Federal, com ênfase na integração à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (RFEPCT). Já o coordenador sistêmico do Pronasci Juventude no Distrito Federal, André Hope, abordou os avanços alcançados e os desafios das próximas etapas do projeto.

Expressões culturais

Entre outras ações, a programação contou com a apresentação do Hino Nacional Brasileiro em versão percussiva, executada por jovens participantes do programa com instrumentos produzidos a partir de materiais recicláveis. A atividade foi conduzida pelo músico e educador Fred Magalhães, com participação de integrantes do grupo Patubatê.

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O encerramento do evento foi marcado por uma Batalha de Rima pela Juventude, em formato freestyle, que abordou temas como cidadania, território, sonhos e futuro. A atividade teve a participação dos MCs Balota, Nimsai e Singelo.

Sobre o Pronasci Juventude

O Pronasci Juventude integra as ações do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania e busca promover inclusão social, formação cidadã e fortalecimento de vínculos comunitários entre adolescentes e jovens de territórios socialmente vulneráveis. A iniciativa articula educação, cultura, esporte e participação social como estratégias de prevenção da violência e ampliação de oportunidades.

A exposição fotográfica Pronasci Juventude Brasília permanece aberta à visitação no hall da Câmara Legislativa do Distrito Federal até 26 de junho. A cerimônia completa pode ser assistida no canal oficial da Câmara Legislativa no YouTube (https://www.youtube.com/watch?v=pJRB31uvR2Q)

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Mercado Livre de Energia: entenda como funciona a migração e as regras para contratação de energia

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O Mercado Livre de Energia é a modalidade em que os consumidores habilitados podem escolher de quem comprar energia elétrica e negociar condições contratuais diretamente com fornecedores, geradores ou comercializadores, ampliando a competitividade. Nesse ambiente, é possível definir aspectos como preço, quantidade de energia contratada, prazo de fornecimento, forma de pagamento e, em alguns casos, a origem da energia adquirida.

Todos os consumidores conectados em média e alta tensão, classificados no Grupo A (tensão igual ou superior a 2,3 kV), já estão aptos a migrar. Se a carga individual do consumidor for menor que 500 kW, a participação exige a intermediação de um agente varejista, que gerencia a compra e assume a representação do consumidor junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Esse formato simplifica toda a gestão da comercialização no mercado livre para consumidores com pequenas cargas.

No Brasil, a comercialização ocorre em dois ambientes:

  • Ambiente de Contratação Regulada (ACR) – A energia é fornecida pelas distribuidoras com condições definidas pela regulação setorial.
  • Ambiente de Contratação Livre (ACL) – As condições comerciais são negociadas entre compradores e vendedores.

Como funciona a contratação?

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No Mercado Livre de Energia, o fornecimento do serviço da entrega da energia para o consumidor continua utilizando a rede da distribuidora local, que permanece responsável pela entrega e manutenção do serviço de energia elétrica. A diferença está no modelo comercial, o consumidor segue pagando pelo uso da rede de distribuição (fio), mas ganha a liberdade de negociar o preço e as condições da energia diretamente com geradores, comercializadores ou produtores independentes.

Essa modalidade envolve diferentes agentes do setor elétrico:

  • Geradores – Responsáveis pela produção da energia elétrica;
  • Comercializadores – Realizam a compra e venda da energia;
  • Consumidores livres e especiais – Empresas e unidades consumidoras habilitadas a contratar energia no ACL;
  • Distribuidoras – Responsáveis pela operação e manutenção das redes de distribuição; e
  • Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – Entidade responsável pelo registro dos contratos e pela contabilização e liquidação das operações de mercado.

Quando os consumidores de baixa tensão poderão migrar?

A partir do final de 2027 os consumidores atendidos em baixa tensão (inferior a 2,3 kV), como pequenos estabelecimentos comerciais, propriedades rurais e indústrias de menor porte, hospitais e escolas, poderão exercer o direito de escolha do seu fornecedor de energia, de acordo com o Decreto nº 13.097/2026. Segundo o texto do regulamento, a abertura de mercado ocorrerá nas seguintes datas para esses consumidores: 

  • Em novembro de 2027 – Todos os consumidores industriais e comerciais com qualquer carga e tensão poderão começar a migrar para o mercado livre;
  • Em novembro de 2028 – Para todos os demais consumidores.
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O texto estabelece o prazo mínimo para que esses consumidores comuniquem à distribuidora a escolha de um novo fornecedor de energia elétrica, de acordo com as próprias necessidades, e determina as regras que precisarão ser obedecidas para fazer a migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL). Isso inclui requisitos para formalizar a opção, representação por agentes varejistas e prestação de informações aos consumidores. O texto também disciplina o chamado Supridor de Última Instância (SUI), que é quem vai garantir a energia elétrica ao consumidor, caso o novo fornecedor dele tenha algum problema.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | (61) 99129-3578 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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